{"id":6218,"date":"2014-06-20T08:58:37","date_gmt":"2014-06-20T11:58:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=6218"},"modified":"2014-06-19T17:03:39","modified_gmt":"2014-06-19T20:03:39","slug":"marinha-brasileira-patrulha-orla-do-guaiba-contra-terrorismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/marinha-brasileira-patrulha-orla-do-guaiba-contra-terrorismo\/","title":{"rendered":"Marinha brasileira patrulha orla do Gua\u00edba contra terrorismo"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Estrat\u00e9gia conta com 400 militares apenas para vigil\u00e2ncia da capital ga\u00facha<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Que ningu\u00e9m pense em atacar o Est\u00e1dio Beira-Rio pela sua parte aparentemente mais vulner\u00e1vel, a voltada para a margem do Gua\u00edba. A Marinha do Brasil montou um esquema preventivo de patrulhamento que engloba tr\u00eas navios com armamento pesado, oito lanchas (com militares e suas armas leves), duas moto-aqu\u00e1ticas (jet-skis) e, ainda, vigil\u00e2ncia nos c\u00e9us feita por um helic\u00f3ptero.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia de vigil\u00e2ncia foi apresentada nesta quarta-feira \u00e0 imprensa, que teve oportunidade de passear em duas lanchas e num dos navios, o rebocador de alto-mar Trit\u00e3o. Todas as embarca\u00e7\u00f5es maiores vieram do porto de Rio Grande, especialmente para guarnecer Porto Alegre durante a Copa do Mundo: o Trit\u00e3o, a corveta Imperial Marinheiro e navio-balizador Comandante Varela.<\/p>\n<p>Todos eles t\u00eam canh\u00f5es. No caso da corveta, um canh\u00e3o de 76 mm e quatro metralhadoras (tamb\u00e9m chamados canh\u00f5es autom\u00e1ticos leves) de 20 mm. O rebocador e o balizador t\u00eam dois canh\u00f5es leves, de 20 mm, cada.<\/p>\n<p>Mas a hip\u00f3tese de uso dessas armas pesadas \u00e9 remota, talvez s\u00f3 em caso de ataque a\u00e9reo. Para isso, o Ex\u00e9rcito montou &#8211; em apoio \u00e0 Marinha \u2014 um dispositivo de vigil\u00e2ncia ao lado da Usina do Gas\u00f4metro. Consiste num blindado Gepard, camuflado entre as \u00e1rvores e dotado de um grande radar, al\u00e9m de dois canh\u00f5es antia\u00e9reos de 30 mm e lan\u00e7ador de m\u00edsseis.<\/p>\n<p>O esquema de patrulha da Marinha conta com 400 militares apenas para vigil\u00e2ncia da capital ga\u00facha durante a Copa, fora dispositivos em outras cidades. Desses, 40 s\u00e3o fuzileiros navais, incluindo equipes de mergulhadores e de paraquedistas. Eles usam botes infl\u00e1veis ou de casco n\u00e3o-r\u00edgido, capazes de atingir as \u00e1reas pedregosas do entorno do Est\u00e1dio Beira-Rio, sem dano. Ser\u00e3o os primeiros a serem usados, caso algum atentado ocorra. Mas os militares evitam usar a palavra terrorismo. Preferem falar em &#8220;incidentes&#8221;.<\/p>\n<p>A frota designada para vigiar Porto Alegre \u00e9 comandada pelo vice-almirante Leonardo Puntel, comandante do V Distrito Naval (que abrange todas as unidades da Marinha nos tr\u00eas estados do Sul do Brasil). Ele trabalha em coopera\u00e7\u00e3o estreita com a Pol\u00edcia Federal, que tamb\u00e9m possui barcos-patrulha no Gua\u00edba e Jacu\u00ed.<\/p>\n<p>Fonte: Zero Hora \/\u00a0Foto: Tadeu Vilani\/Agencia RBS<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estrat\u00e9gia conta com 400 militares apenas para vigil\u00e2ncia da capital ga\u00facha Que ningu\u00e9m pense em atacar o Est\u00e1dio Beira-Rio pela sua parte aparentemente mais vulner\u00e1vel,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":6219,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[137,1385,15,167,239],"class_list":["post-6218","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-copa","tag-guaiba","tag-marinha","tag-rio-grande-do-sul","tag-seguranca"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6218","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6218"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6218\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6220,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6218\/revisions\/6220"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6219"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6218"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6218"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6218"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}