{"id":61769,"date":"2025-10-14T10:02:46","date_gmt":"2025-10-14T13:02:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=61769"},"modified":"2025-10-14T10:02:46","modified_gmt":"2025-10-14T13:02:46","slug":"brasil-amplia-em-279-km-malha-hidroviaria-economicamente-navegavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-amplia-em-279-km-malha-hidroviaria-economicamente-navegavel\/","title":{"rendered":"Brasil amplia em 279 Km malha hidrovi\u00e1ria economicamente naveg\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos (MPor) informou que, em dois anos, a extens\u00e3o de hidrovias economicamente naveg\u00e1veis foi ampliada em 279 quil\u00f4metros, passando de 20,1 mil Km em 2022 para 20,4 mil quil\u00f4metros em 2024, com crescimento de 1,39% no geral e de 3,56% na regi\u00e3o Norte. Os dados s\u00e3o do Estudo de Vias Aquavi\u00e1rias Interiores Economicamente Naveg\u00e1veis (VEN), feito a cada dois anos pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq), com dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).<\/p>\n<p>Com a atualiza\u00e7\u00e3o, a propor\u00e7\u00e3o entre a malha hidrovi\u00e1ria economicamente naveg\u00e1vel e a prevista no Plano Nacional de Via\u00e7\u00e3o (PNV), de 41,7 mil quil\u00f4metros, passou para quase 49%. Segundo o minist\u00e9rio, o Brasil tem mais de 42 mil quil\u00f4metros de rios naveg\u00e1veis, mas apenas cerca de 20 mil quil\u00f4metros est\u00e3o sendo explorados.<\/p>\n<p>A expectativa \u00e9 de que, com a expans\u00e3o das concess\u00f5es, a movimenta\u00e7\u00e3o de cargas alcance entre 25 e 30 milh\u00f5es de toneladas por ano at\u00e9 2030. O MPor prev\u00ea, no per\u00edodo de 2023 a 2026, investimentos de R$ 30 bilh\u00f5es resultantes de concess\u00f5es no setor portu\u00e1rio e hidrovi\u00e1rio. Segundo a pasta, o Plano Geral de Outorgas (PGO) elaborado pela Antaq definiu seis hidrovias como priorit\u00e1rias para concess\u00e3o: rios Madeira, Tapaj\u00f3s, Tocantins e Paraguai, al\u00e9m de Barra Norte (Hidrovia Verde) e Lagoa Mirim (RS).<\/p>\n<p>A Hidrovia do Paraguai ser\u00e1 a primeira com edital publicado, e a previs\u00e3o \u00e9 para o primeiro semestre de 2026. Com cerca de 600 quil\u00f4metros de extens\u00e3o em territ\u00f3rio brasileiro, a hidrovia \u00e9 considerada estrat\u00e9gica para o escoamento de cargas no Centro-Oeste. A concess\u00e3o compreende o Tramo Sul, o Canal do Tamengo e as infraestruturas associadas, abrangendo o trecho entre Corumb\u00e1, no Mato Grosso do Sul, e a foz do Rio Apa.<\/p>\n<p>O MPor informou que a pr\u00f3xima etapa do processo de concess\u00e3o, antes da publica\u00e7\u00e3o do edital, ser\u00e1 a consolida\u00e7\u00e3o dos estudos finais, para serem analisados pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU). Ap\u00f3s ser concedida, ela ter\u00e1 calado operacional de tr\u00eas metros em per\u00edodos de cheia e de dois metros nos de estiagem.<\/p>\n<p>Os investimentos no modal hidrovi\u00e1rio s\u00e3o definidos pelo ministro de portos e aeroportos, Silvio Costa Filho, como fundamentais para tornar o transporte mais eficiente, reduzir custos log\u00edsticos e ampliar a competitividade. A hidrovia \u00e9 um dos meios de transporte mais sustent\u00e1veis, pois emite menos poluentes que o rodovi\u00e1rio e que o ferrovi\u00e1rio, al\u00e9m de demandar menos gastos para implementa\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos (MPor) informou que, em dois anos, a extens\u00e3o de hidrovias economicamente naveg\u00e1veis foi ampliada em 279 quil\u00f4metros, passando de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":61770,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-61769","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61769","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61769"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61769\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61771,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61769\/revisions\/61771"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61770"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61769"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61769"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61769"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}