{"id":61586,"date":"2025-10-06T06:56:00","date_gmt":"2025-10-06T09:56:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=61586"},"modified":"2025-10-06T06:56:00","modified_gmt":"2025-10-06T09:56:00","slug":"governo-cria-gt-sobre-regulamentacao-da-lei-das-eolicas-offshore","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/governo-cria-gt-sobre-regulamentacao-da-lei-das-eolicas-offshore\/","title":{"rendered":"Governo cria GT sobre regulamenta\u00e7\u00e3o da lei das e\u00f3licas offshore"},"content":{"rendered":"<p>O Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica (CNPE) criou, na \u00faltima quarta-feira (1\u00ba), um grupo de trabalho sobre e\u00f3licas offshore. Com a participa\u00e7\u00e3o de 23 institui\u00e7\u00f5es, o GT-EO ter\u00e1 objetivo de propor medidas para regulamentar e garantir a aplica\u00e7\u00e3o da Lei das E\u00f3licas Offshore (15.097\/2025), publicada em janeiro deste ano. A coordena\u00e7\u00e3o ser\u00e1 do Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME) e h\u00e1 previs\u00e3o de buscar colabora\u00e7\u00e3o tanto do setor produtivo como de entidades da sociedade civil.<\/p>\n<p>Segundo a pasta, caber\u00e1 ao GT-EO estabelecer normas para explora\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica offshore, entre as quais crit\u00e9rios para defini\u00e7\u00e3o pr\u00e9via da localiza\u00e7\u00e3o de equipamentos, a qualifica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e econ\u00f4mico-financeira necess\u00e1ria, san\u00e7\u00f5es em caso de descumprimento de obriga\u00e7\u00f5es e para regula\u00e7\u00e3o da Declara\u00e7\u00e3o de Interfer\u00eancia Pr\u00e9via. Dever\u00e1 ainda acompanhar estudos t\u00e9cnicos sobre impactos na atividade pesqueira, na seguran\u00e7a na navega\u00e7\u00e3o e em opera\u00e7\u00f5es portu\u00e1rias e a cria\u00e7\u00e3o de um Portal \u00danico de Gest\u00e3o de \u00c1reas Offshore, com dados sobre o processo.<\/p>\n<p>A expectativa do minist\u00e9rio \u00e9 de que a explora\u00e7\u00e3o da e\u00f3lica offshore gere 1.200 gigawatts (GW) nas regi\u00f5es Nordeste, Sudeste e Sul. De acordo com a Pasta, estudos indicam que em \u00e1reas da costa com at\u00e9 50 metros de profundidade e ventos a 100 metros de altura h\u00e1 capacidade de aproveitamento de 697 gigawatts. O governo federal prev\u00ea que os investimentos no segmento podem levar \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de at\u00e9 516 mil empregos e adicionar cerca de R$ 900 bilh\u00f5es ao Produto Interno Bruto (PIB) at\u00e9 2050. Os custos projetados para usinas com funda\u00e7\u00f5es fixas variam de 52 e 64 d\u00f3lares por megawatt-hora (MWh) aproveitado, o que tornaria a explora\u00e7\u00e3o vantajosa em rela\u00e7\u00e3o a outras fontes renov\u00e1veis.<\/p>\n<p>O MME informou que j\u00e1 tramitam no Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov\u00e1veis (Ibama) 104 pedidos de licenciamento ambiental de projetos de e\u00f3licas offshore, com capacidade de gerar 247 megawatts (MW). O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que a cria\u00e7\u00e3o do GT-EO busca estabelecer as bases regulat\u00f3rias para transformar o potencial da e\u00f3lica offshore em realidade. \u201cEssa \u00e9 uma oportunidade hist\u00f3rica de gerar emprego, renda e desenvolvimento sustent\u00e1vel, colocando o pa\u00eds na vanguarda mundial da energia limpa\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conselho Nacional de Pol\u00edtica Energ\u00e9tica (CNPE) criou, na \u00faltima quarta-feira (1\u00ba), um grupo de trabalho sobre e\u00f3licas offshore. Com a participa\u00e7\u00e3o de 23 institui\u00e7\u00f5es,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":61587,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-61586","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61586","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61586"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61586\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61588,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61586\/revisions\/61588"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61587"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61586"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61586"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61586"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}