{"id":61460,"date":"2025-09-29T11:37:17","date_gmt":"2025-09-29T14:37:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=61460"},"modified":"2025-09-29T11:41:24","modified_gmt":"2025-09-29T14:41:24","slug":"brasil-registrara-maior-aumento-na-producao-de-petroleo-ate-2035","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-registrara-maior-aumento-na-producao-de-petroleo-ate-2035\/","title":{"rendered":"Brasil registrar\u00e1 maior aumento na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo at\u00e9 2035"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil e a Guiana ter\u00e3o os maiores aumentos de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo at\u00e9 2035, com 5 milh\u00f5es de bpd e 2 milh\u00f5es de bpd, respectivamente, segundo cen\u00e1rio idealizado pela bp em seu Energy Outlook 2025, lan\u00e7ado na \u00faltima quinta-feira (25). <\/p>\n<p>No contexto indicado, nomeado de \u201cTrajet\u00f3ria Atual\u201d, o bp mostra as pol\u00edticas existentes. A companhia tamb\u00e9m elaborou um segundo cen\u00e1rio, o \u201cBelow 2\u00ba\u201d, no qual o aquecimento global \u00e9 limitado em 2\u00baC, a partir das metas dos Acordos de Paris.<\/p>\n<p>Contrastando com essa perspectiva do cen\u00e1rio atual, o relat\u00f3rio destaca que a produ\u00e7\u00e3o onshore dos EUA permanece est\u00e1vel, em torno de 15 milh\u00f5es de bpd at\u00e9 2035.<\/p>\n<p>Segundo o cen\u00e1rio \u201cTrajet\u00f3ria Atual\u201d, a demanda global de petr\u00f3leo dever\u00e1 ser de 103,4 bilh\u00f5es de bpd at\u00e9 2035. Depois, atingir\u00e1 85 milh\u00f5es de bpd em 2050. No segundo cen\u00e1rio, a demanda ser\u00e1 de 85 milh\u00f5es de bpd at\u00e9 2035 e cair\u00e1 para menos de 35 milh\u00f5es de bpd at\u00e9 2050. <\/p>\n<p>\u201cA combina\u00e7\u00e3o de uma demanda de petr\u00f3leo praticamente est\u00e1vel at\u00e9 2035, juntamente com ganhos cont\u00ednuos na oferta geral de pa\u00edses n\u00e3o pertencentes \u00e0 Opep+, significa que h\u00e1 espa\u00e7o para a Opep+ aumentar sua produ\u00e7\u00e3o durante o primeiro semestre do per\u00edodo\u201d, disse a bp no Energy Outlook 2025. <\/p>\n<p>Com a previs\u00e3o de queda da demanda na segunda metade do cen\u00e1rio \u201cTrajet\u00f3ria Atual\u201d, a Opep+ buscar\u00e1 aumentar sua participa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o. No entanto, com a maior competitividade em termos de custos dos produtores de petr\u00f3leo da organiza\u00e7\u00e3o, a queda da produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 2050 ser\u00e1 apoiada pelos pa\u00edses n\u00e3o-Opep+, principalmente liderados pelo Brasil, Guiana e os EUA. <\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o no mercado da Opep+ aumenta de cerca de 50% em 2023 e 2035 para cerca de 60% at\u00e9 2050.<\/p>\n<p>Do ponto de vista do cen\u00e1rio \u201cAbaixo de 2\u00ba\u201d, a redu\u00e7\u00e3o precoce da demanda de petr\u00f3leo far\u00e1 com que a Opep+ compita com mais afinco para manter os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o e aumentar a participa\u00e7\u00e3o no mercado. A partir disso, a BP explica que as quedas na demanda por petr\u00f3leo at\u00e9 2035 est\u00e3o quase equipadas com t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o dos que n\u00e3o est\u00e3o na Opep+.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o terrestre dos EUA lidera com uma queda acentuada, enquanto o Brasil e a Guiana registram uma certa alta. No entanto, o ambiente mais competitivo significa que a escalada das expans\u00f5es \u00e9 mais limitada do que no cen\u00e1rio atual.<\/p>\n<p>\u201cA maior competitividade de custos dos produtores da OPEP+ significa que a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o OPEP+ \u00e9 respons\u00e1vel por mais da metade da queda total no fornecimento de petr\u00f3leo at\u00e9 2050, com a participa\u00e7\u00e3o de mercado dos produtores da OPEP+ aumentando para 55% at\u00e9 2035 e para mais de 60% at\u00e9 2050\u201d, destacou a bp no relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Fonte: Revista Brasil Energia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil e a Guiana ter\u00e3o os maiores aumentos de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo at\u00e9 2035, com 5 milh\u00f5es de bpd e 2 milh\u00f5es de bpd,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":61461,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-61460","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61460","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61460"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61460\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61462,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61460\/revisions\/61462"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61461"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61460"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61460"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61460"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}