{"id":61341,"date":"2025-09-22T09:35:37","date_gmt":"2025-09-22T12:35:37","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=61341"},"modified":"2025-09-22T09:56:44","modified_gmt":"2025-09-22T12:56:44","slug":"fundo-da-marinha-mercante-aprova-r-4-bilhoes-em-novos-projetos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/fundo-da-marinha-mercante-aprova-r-4-bilhoes-em-novos-projetos\/","title":{"rendered":"Fundo da Marinha Mercante aprova R$ 4 bilh\u00f5es em novos projetos"},"content":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos (MPor), por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), aprovou 14 novos projetos, no valor de R$ 4 bilh\u00f5es, durante a 60\u00aa Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria realizada nesta quinta-feira (18). As iniciativas incluem constru\u00e7\u00e3o, moderniza\u00e7\u00e3o, docagem, manuten\u00e7\u00e3o e reparo de embarca\u00e7\u00f5es, al\u00e9m da constru\u00e7\u00e3o de um dique flutuante, elevando para R$ 28 bilh\u00f5es o total de projetos j\u00e1 aprovados neste ano de 2025.<\/p>\n<p>Um dos destaques \u00e9 a aprova\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o de seis OSRVs (Oil Spill Response Vessel), navios especializados no combate a vazamentos de \u00f3leo e emerg\u00eancias ambientais no mar, solicitados pela CMM Offshore Brasil S\/A. O investimento de R$ 2,97 bilh\u00f5es prev\u00ea a gera\u00e7\u00e3o de 6.795 empregos diretos no Estaleiro Enseada, na Bahia, contribuindo para a renova\u00e7\u00e3o da frota afretada pela Petrobras e para o fortalecimento da ind\u00fastria naval brasileira.<\/p>\n<p>Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, a decis\u00e3o reafirma o compromisso do Governo Federal em modernizar a frota da marinha mercante e ampliar a competitividade do Brasil. \u201cOs estados brasileiros ter\u00e3o papel estrat\u00e9gico com a constru\u00e7\u00e3o dos navios OSRVs no Estaleiro Enseada, iniciativa que vai gerar empregos, renda e expandir a capacidade produtiva do pa\u00eds\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Para o secret\u00e1rio Nacional de Hidrovias e Navega\u00e7\u00e3o, Dino Antunes, os projetos aprovados representam um avan\u00e7o significativo para o setor. \u201cInvestimentos como esses s\u00e3o fundamentais para consolidar a infraestrutura da navega\u00e7\u00e3o nacional e ampliar a efici\u00eancia do transporte fluvial. Al\u00e9m de gerar empregos, fortalecem a log\u00edstica brasileira e garantem maior sustentabilidade nas opera\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas e costeiras\u201d, ressaltou o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>Na reuni\u00e3o tamb\u00e9m foram apresentados os resultados obtidos em 2025 at\u00e9 o m\u00eas de agosto, que contemplam R$ 24 bilh\u00f5es em projetos priorizados, R$ 1 bilh\u00e3o em projetos j\u00e1 contratados e R$ 1 bilh\u00e3o em repasses de recursos do FMM \u00e0 ind\u00fastria naval.<\/p>\n<p><strong>Investimentos regionais<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m do projeto aprovado na Bahia, os demais investimentos somam R$ 1,05 bilh\u00e3o, distribu\u00eddos em diferentes estados. A Navega\u00e7\u00e3o Guarita, sediada no Rio Grande do Sul, recebeu aprova\u00e7\u00e3o para construir, em estaleiros do Par\u00e1, quatro navios-tanque e tr\u00eas barca\u00e7as-tanque, no valor de R$ 312,8 milh\u00f5es, al\u00e9m de um rebocador e empurradores em Santa Catarina, avaliados em R$ 63,3 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No Amazonas, a Navega\u00e7\u00e3o Cunha teve aprovado um projeto de R$ 103,4 milh\u00f5es para a constru\u00e7\u00e3o de 21 balsas graneleiras, enquanto a Metalmar Industrial e Naval, tamb\u00e9m amazonense, recebeu autoriza\u00e7\u00e3o para investir R$ 18,2 milh\u00f5es em um dique flutuante.<\/p>\n<p>Em Santa Catarina, a BRAM, empresa fluminense, obteve aprova\u00e7\u00e3o para modernizar o AHTS Campos Contender e o PSV Bram Bravo, em projeto de R$ 26,6 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A Empresa de Navega\u00e7\u00e3o Elcano, com sede no Rio de Janeiro, recebeu autoriza\u00e7\u00e3o para realizar a docagem de um navio gaseiro em Pernambuco, no valor de R$ 7,3 milh\u00f5es, al\u00e9m de uma docagem intermedi\u00e1ria no Rio de Janeiro, de R$ 16,4 milh\u00f5es. J\u00e1 a Wilson Sons Offshore, tamb\u00e9m fluminense, obteve aprova\u00e7\u00e3o para executar servi\u00e7os de docagem e manuten\u00e7\u00e3o de motor, em investimento de R$ 40,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Ainda no Rio de Janeiro, a Oceanpact recebeu aprova\u00e7\u00e3o para modernizar o OTSV Ilha do Mosqueiro, em projeto de R$ 21,3 milh\u00f5es. No total, esses investimentos t\u00eam o potencial de gerar 12,2 mil empregos diretos, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a economia nacional.<\/p>\n<p><strong>Fundo da Marinha Mercante<\/strong><\/p>\n<p>Criado para apoiar a marinha mercante e a ind\u00fastria naval brasileira, o Fundo da Marinha Mercante (FMM) \u00e9 administrado pelo Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos, por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), e opera com agentes financeiros como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES); o Banco do Brasil (BB); Banco da Amaz\u00f4nia (BASA); Banco do Nordeste do Brasil (BNB); e a Caixa Econ\u00f4mica Federal (CAIXA).<\/p>\n<p>O prazo para envio de projetos \u00e0 61\u00aa Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria, marcada para 11 de dezembro, termina em 13 de outubro. Conforme a Portaria Minfra 1.460\/2022, novos projetos t\u00eam at\u00e9 450 dias para contrata\u00e7\u00e3o do financiamento, prazo reduzido para 180 dias em caso de prorroga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Fundo pode financiar at\u00e9 90% do valor, com condi\u00e7\u00f5es que variam conforme o conte\u00fado nacional e o tipo de embarca\u00e7\u00e3o, segundo a Resolu\u00e7\u00e3o do Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN) 5.225\/2025.<\/p>\n<p>Fonte: Informativo dos Portos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio de Portos e Aeroportos (MPor), por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), aprovou 14 novos projetos, no valor de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":61349,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-61341","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61341","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61341"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61341\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61342,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61341\/revisions\/61342"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61349"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61341"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61341"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61341"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}