{"id":61134,"date":"2025-09-09T09:48:40","date_gmt":"2025-09-09T12:48:40","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=61134"},"modified":"2025-09-09T09:48:40","modified_gmt":"2025-09-09T12:48:40","slug":"wsc-relata-deficiencias-na-inspecao-de-cargas-e-pede-medidas-de-seguranca-mais-rigorosas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wsc-relata-deficiencias-na-inspecao-de-cargas-e-pede-medidas-de-seguranca-mais-rigorosas\/","title":{"rendered":"WSC relata defici\u00eancias na inspe\u00e7\u00e3o de cargas e pede medidas de seguran\u00e7a mais rigorosas"},"content":{"rendered":"<p>O Conselho Mundial do Transporte Mar\u00edtimo (WSC, na sigla em ingl\u00eas) divulgou, nesta segunda-feira (8), um relat\u00f3rio em que informa aumento das defici\u00eancias no controle de seguran\u00e7a de cargas nos programas governamentais de inspe\u00e7\u00e3o em portos. Dados referente a 2024 mostram que 11,39% das remessas de carga inspecionadas apresentaram algum tipo de irregularidade, contra 11% registrados em 2023 pela Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional (IMO). Entre os problemas identificados, houve mercadorias perigosas declaradas incorretamente, documenta\u00e7\u00e3o irregular e embalagens inadequadas. Segundo o WSC, essaa condi\u00e7\u00f5es colocam em risco a navega\u00e7\u00e3o, com possibilidade de acidentes graves, incluindo inc\u00eandios em navios.<\/p>\n<p>O conselho informou que, de acordo com o Direito Internacional, inspetores credenciados podem inspecionar cont\u00eaineres para garantir que a carga esteja em conformidade com os regulamentos e padr\u00f5es internacionais, incluindo a declara\u00e7\u00e3o e a embalagem adequadas de mercadorias perigosas. \u201cA seguran\u00e7a da carga come\u00e7a com a declara\u00e7\u00e3o correta e a embalagem segura das mercadorias\u201d, afirmou Joe Kramek, presidente e CEO do WSC. Segundo Kramek, os resultados apontados pelo relat\u00f3rio, com mais de uma em cada 10 remessas apresentando problemas, evidenciam que defici\u00eancias no controle da seguran\u00e7a das cargas continuam sendo comuns.<\/p>\n<p>&#8220;Defici\u00eancias na carga colocam tripula\u00e7\u00f5es, navios, carga e o meio ambiente em risco\u201d, disse. Kramek explicou que o objetivo das inspe\u00e7\u00f5es \u00e9 identificar as fragilidades no controle para que sejam adotadas medidas adequadas para melhorar a seguran\u00e7a do transporte mar\u00edtimo. Segundo o conselho, apenas sete pa\u00edses apresentam relat\u00f3rios sobre as defici\u00eancias encontradas e \u00e9 preciso que mais governos contribuam com seus dados, para fortalecer o panorama global e tornar o transporte mar\u00edtimo mais seguro.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio divulgado nesta segunda-feira se baseia no trabalho mais amplo do conselho em seguran\u00e7a de carga, desde o desenvolvimento conjunto do Guia R\u00e1pido e da Lista de Verifica\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo CTU para ajudar a embalar cont\u00eaineres com seguran\u00e7a at\u00e9 o apoio a esfor\u00e7os para reduzir perdas de cont\u00eaineres no mar e a colabora\u00e7\u00e3o com a IMO para adotar regras mais rigorosas para mercadorias perigosas.<\/p>\n<p>O Conselho Mundial do Transporte Mar\u00edtimo est\u00e1 desenvolvendo um programa de seguran\u00e7a de carga para o setor, para aprimorar a triagem e as inspe\u00e7\u00f5es de carga. Segundo Kamek, os dados apontados no relat\u00f3rio demonstram a necessidade desse programa. \u201cAo combinar relat\u00f3rios precisos com melhor triagem, padr\u00f5es claros e orienta\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas, podemos reduzir riscos e proteger vidas, cargas e o meio ambiente marinho\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Conselho Mundial do Transporte Mar\u00edtimo (WSC, na sigla em ingl\u00eas) divulgou, nesta segunda-feira (8), um relat\u00f3rio em que informa aumento das defici\u00eancias no controle&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":61135,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-61134","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61134","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61134"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61134\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61136,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61134\/revisions\/61136"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61135"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61134"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61134"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61134"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}