{"id":61109,"date":"2025-09-08T09:57:27","date_gmt":"2025-09-08T12:57:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=61109"},"modified":"2025-09-08T09:57:27","modified_gmt":"2025-09-08T12:57:27","slug":"temporada-de-cruzeiros-gerou-r-54-bilhoes-para-economia-na-costa-brasileira-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/temporada-de-cruzeiros-gerou-r-54-bilhoes-para-economia-na-costa-brasileira-2\/","title":{"rendered":"Temporada de cruzeiros gerou R$ 5,4 bilh\u00f5es para economia na costa brasileira"},"content":{"rendered":"<p>Um estudo do perfil e impactos econ\u00f4micos de cruzeiros mar\u00edtimos no Brasil, feito em parceria pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV) e a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Cruzeiros Mar\u00edtimos (Clia Brasil), revelou que a temporada 2024\/2025 movimentou R$ 5,43 bilh\u00f5es, com crescimento de 3,8% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior. No total, segundo a pesquisa, houve 838.096 passageiros, n\u00famero 0,8% inferior ao registrado na temporada 2023\/2024, mas, ainda assim, o segundo da s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>O resultado econ\u00f4mico, segundo os respons\u00e1veis pelo estudo, foi impulsionado por R$ 2,95 bilh\u00f5es gerados pelas companhias mar\u00edtimas, com acr\u00e9scimo de 5,5%, e R$ 2,48 bilh\u00f5es de passageiros e tripulantes, com crescimento de 3,7%. De acordo com a Clia, cada R$ 1,00 investido pelo setor gerou R$ 4,05 na economia nacional, e a temporada analisada resultou em arrecada\u00e7\u00e3o de R$ 577,4 milh\u00f5es em impostos federais, estaduais e municipais.<\/p>\n<p>Durante a temporada, de novembro de 2024 a abril de 2025, informou a associa\u00e7\u00e3o, nove navios percorreram destinos brasileiros e de vizinhos sul-americanos, com embarques em Itaja\u00ed, Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Macei\u00f3 e Paranagu\u00e1 e escalas em Angra dos Reis, Balne\u00e1rio Cambori\u00fa, B\u00fazios, Fortaleza, Ilhabela, Ilha Grande, Ilh\u00e9us, Porto Belo e Recife. Houve ainda paradas em Buenos Aires, na Argentina, e em Montevid\u00e9u e Punta del Este, no Uruguai.<\/p>\n<p>Os cruzeiros pela costa brasileira, apontou o levantamento, geraram 84,6 mil postos de trabalho, 5,3% a mais que no per\u00edodo anterior, sendo 1.617 de tripulantes e 82.985 diretos e indiretos ou em consequ\u00eancia de gastos de passageiros com ag\u00eancias de viagem, operadoras de turismo, com\u00e9rcio, hotelaria, alimenta\u00e7\u00e3o e transporte. Ainda segundo o estudo, o impacto econ\u00f4mico m\u00e9dio por passageiro foi de R$ 709,47 nas cidades de escala e de R$ 918,15 nas de embarque e desembarque.<\/p>\n<p>Pela primeira vez, a an\u00e1lise avaliou os resultados decorrentes da passagem pelo Brasil de 29 navios de cruzeiro em viagens internacionais. Esse movimento acrescentou R$ 583,9 milh\u00f5es \u00e0 economia, abriu 9,1 mil vagas de emprego e proporcionou arrecada\u00e7\u00e3o de R$ 62,1 milh\u00f5es em impostos. Somados aos n\u00fameros da cabotagem, o total da temporada na economia chegou a R$ 6 bilh\u00f5es e 93,7 mil postos de trabalho.<\/p>\n<p>O estudo da FGV e da Clia mostrou que 171.300 brasileiros viajaram em cruzeiros no exterior em 2024. Os principais trajetos escolhidos foram para o Caribe e para a Europa, al\u00e9m dos cruzeiros transatl\u00e2nticos. Essas viagens geraram receita estimada de R$ 931,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Apesar dos n\u00fameros considerados positivos pela Clia na temporada 2024\/2025, a entidade prev\u00ea retra\u00e7\u00e3o no setor em 2025\/2026, a partir de outubro, j\u00e1 que ser\u00e3o sete navios de cabotagem, dois a menos que no per\u00edodo anterior, e oferta de 674,6 mil leitos, 19,5% inferior. H\u00e1 previs\u00e3o que ser\u00e3o gerados menos 20% menos empregos.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo do perfil e impactos econ\u00f4micos de cruzeiros mar\u00edtimos no Brasil, feito em parceria pela Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV) e a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":61110,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-61109","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61109","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61109"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61109\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61111,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61109\/revisions\/61111"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61110"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61109"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61109"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61109"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}