{"id":61044,"date":"2025-09-03T11:37:24","date_gmt":"2025-09-03T14:37:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=61044"},"modified":"2025-09-03T11:47:08","modified_gmt":"2025-09-03T14:47:08","slug":"infraestrutura-portuaria-ha-luz-no-fim-do-tunel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/infraestrutura-portuaria-ha-luz-no-fim-do-tunel\/","title":{"rendered":"Infraestrutura portu\u00e1ria \u2013 H\u00e1 luz no fim do t\u00fanel?!"},"content":{"rendered":"<p>A Solve vem chamando a aten\u00e7\u00e3o, desde 2019, para um problema estrutural no setor portu\u00e1rio brasileiro: a oferta de infraestrutura n\u00e3o tem acompanhado o crescimento da demanda. Esse descompasso acabou gerando muitos dos gargalos log\u00edsticos que vivemos hoje \u2014 como omiss\u00f5es de escalas, rolagem de cargas e cancelamento de viagens\u2014 al\u00e9m do aumento de custos (frete, pr\u00e9-stacking, demurrage e detention) e da queda na qualidade dos servi\u00e7os prestados a importadores, exportadores e demais elos da cadeia log\u00edstica.<\/p>\n<p>Desde a inaugura\u00e7\u00e3o da BTP e da Embraport (DPW), em 2013 \u2014 quando o pa\u00eds movimentava pouco mais de 9 milh\u00f5es de TEU \u2014 nenhum novo terminal de cont\u00eaineres entrou em opera\u00e7\u00e3o no Brasil. Pior ainda, alguns terminais outrora importantes n\u00e3o conseguiram acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o de tamanho dos navios e acabaram perdendo espa\u00e7o no container ou mesmo encerrando atividades, como Rodrimar, Ecoporto, S\u00e3o Francisco do Sul e a pr\u00f3pria Libra Santos, que por anos foi o maior terminal do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nesse per\u00edodo, a movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres cresceu em m\u00e9dia 3,5% ao ano, chegando a quase 14 milh\u00f5es de TEU em 2024. Mas, de acordo com dados da Antaq, o ritmo vem acelerando: s\u00f3 em 2024 o crescimento foi de 19,6%, e no primeiro semestre de 2025 j\u00e1 soma 10,2%.<\/p>\n<p>Em termos absolutos, o aumento de movimenta\u00e7\u00e3o em 2024 equivale sozinho \u00e0 capacidade anual da Santos Brasil (2,6 milh\u00f5es de TEU \u2013 maior terminal do pa\u00eds), e o crescimento acumulado de 2025 j\u00e1 supera a capacidade anual do porto de Pec\u00e9m. E n\u00e3o se viu nenhuma inaugura\u00e7\u00e3o de terminais desse porte recentemente.<\/p>\n<p>Esse salto n\u00e3o \u00e9 fruto do acaso, mas do sucesso comercial dos exportadores e importadores brasileiros. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o, o mundo registrou crescimento de \u201capenas\u201d 4,5% na movimenta\u00e7\u00e3o de cont\u00eaineres nesses mesmos per\u00edodos. O Brasil vem avan\u00e7ando a taxas muito superiores!<\/p>\n<p>Hoje, o pa\u00eds conta com 20 terminais de cont\u00eaineres em opera\u00e7\u00e3o, distribu\u00eddos em cerca de 43 ber\u00e7os de atraca\u00e7\u00e3o. Desde 2013, o que se viu foram apenas amplia\u00e7\u00f5es pontuais: expans\u00e3o de ber\u00e7os, retro\u00e1reas e moderniza\u00e7\u00e3o de equipamentos. Esses esfor\u00e7os, por\u00e9m, n\u00e3o t\u00eam sido suficientes para acompanhar a velocidade da demanda. Al\u00e9m disso, a limita\u00e7\u00e3o de calado em v\u00e1rios portos impede a opera\u00e7\u00e3o plena dos navios maiores, reduzindo ganhos de escala e mantendo elevado o custo unit\u00e1rio de transporte.<\/p>\n<p>Em outras palavras, se o Brasil deseja continuar celebrando recordes no com\u00e9rcio exterior, precisa come\u00e7ar a comemorar tamb\u00e9m recordes em investimentos e no ritmo de obras portu\u00e1rias e dragagens. Desde 2012, o pa\u00eds n\u00e3o conta com um plano nacional de dragagem \u2014 apenas iniciativas isoladas, insuficientes para resolver o problema.<\/p>\n<p>Como se trata de investimentos de capital intensivo e longa matura\u00e7\u00e3o \u2014 muitas vezes exigindo at\u00e9 uma d\u00e9cada entre o licenciamento e a entrada em opera\u00e7\u00e3o \u2014 a perspectiva para os pr\u00f3ximos anos tende a ser desafiadora, mesmo que as exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es n\u00e3o mantenham o ritmo acelerado atual.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que tanto o governo quanto a iniciativa privada j\u00e1 come\u00e7am a anunciar investimentos que poder\u00e3o aliviar parte dessas press\u00f5es at\u00e9 que novos terminais \u2014 no plural \u2014 sejam devidamente licenciados, constru\u00eddos e inaugurados.<\/p>\n<p><strong>Dragagem<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u2022 Santos \u2013<\/strong> Foi publicado em 23 de agosto o edital para contrata\u00e7\u00e3o da dragagem de aprofundamento do canal de navega\u00e7\u00e3o, que passar\u00e1 dos atuais 15 para 16 metros. A abertura das propostas est\u00e1 marcada para 26 de setembro. O passo seguinte, para chegar a 17 metros, depender\u00e1 do sucesso do futuro modelo de concess\u00e3o dos servi\u00e7os de dragagem e manuten\u00e7\u00e3o a ser \u201ctestado\u201d em breve em Paranagu\u00e1;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Paranagu\u00e1 \u2013<\/strong> O processo pioneiro de concess\u00e3o da dragagem de aprofundamento e manuten\u00e7\u00e3o do canal de acesso est\u00e1 em andamento, com o edital lan\u00e7ado em 25 de agosto e o leil\u00e3o marcado para 22 de outubro, na B3. O objetivo \u00e9 ampliar o calado dos atuais 12,8 metros para 15,5 metros ao longo de quatro anos;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Itapo\u00e1 \u2013<\/strong> Na Ba\u00eda da Babitonga, ser\u00e1 realizada a dragagem e retifica\u00e7\u00e3o do canal de acesso, em uma PPP tamb\u00e9m in\u00e9dita entre o Governo de Santa Catarina e o Porto Itapo\u00e1. A licita\u00e7\u00e3o j\u00e1 foi conclu\u00edda, o vencedor homologado e as obras devem come\u00e7ar nas pr\u00f3ximas semanas, com entrega prevista para o primeiro semestre de 2026. Com isso, o terminal poder\u00e1 receber navios de 366 metros e at\u00e9 16 metros de calado \u2014 um avan\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 situa\u00e7\u00e3o atual, em que navios de 336 metros operam limitados a 11,5 metros de calado;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Itaja\u00ed\/Navegantes \u2013<\/strong> O edital para concess\u00e3o da dragagem e gest\u00e3o do canal de acesso ao complexo portu\u00e1rio (nos moldes do que est\u00e1 sendo testado em Paranagu\u00e1) j\u00e1 foi enviado ao TCU. A iniciativa permitir\u00e1 a entrada de navios de at\u00e9 400 metros de comprimento.<\/p>\n<p><strong>Novos Terminais<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u2022 Suape \u2013<\/strong> A APM Terminals est\u00e1 investindo R$ 1,6 bilh\u00e3o na constru\u00e7\u00e3o de um novo TUP. A opera\u00e7\u00e3o est\u00e1 prevista para come\u00e7ar no segundo semestre de 2026, com um cais de 430 metros, dois guindastes do tipo STS e capacidade inicial para movimentar 400 mil TEU por ano;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Imetame \u2013<\/strong> Em Barra do Riacho (ES), a companhia est\u00e1 aplicando R$ 2,7 bilh\u00f5es em um complexo de terminais privados, que ser\u00e1 capaz de movimentar cont\u00eaineres, gr\u00e3os, carga geral e gran\u00e9is l\u00edquidos. Tamb\u00e9m com in\u00edcio previsto para 2026, o terminal de cont\u00eaineres ter\u00e1 17 metros de profundidade e capacidade inicial de 300 mil TEU, podendo alcan\u00e7ar at\u00e9 1,2 milh\u00e3o de TEU em plena opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u2022 Tecon Santos 10 \u2013<\/strong> Conhecido anteriormente como STS 10, deve ser o maior leil\u00e3o portu\u00e1rio do Brasil. O projeto, localizado na \u00e1rea do Sabo\u00f3 (antigas instala\u00e7\u00f5es da Rodrimar e Deicmar), prev\u00ea quatro ber\u00e7os para navios de at\u00e9 366 metros e capacidade final de 3,5 milh\u00f5es de TEU por ano em 2034, caso o leil\u00e3o ocorra ainda em 2025. O processo est\u00e1 sob an\u00e1lise do TCU e s\u00f3 ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o o edital poder\u00e1 ser publicado. Permanece, por\u00e9m, a pol\u00eamica sobre a possibilidade de participa\u00e7\u00e3o \u2014 ou n\u00e3o \u2014 dos atuais operadores de cont\u00eaineres no Porto de Santos no certame, o que pode levar \u00e0 judicializa\u00e7\u00e3o e atrasos do projeto.<\/p>\n<p><strong>Expans\u00f5es e Renova\u00e7\u00f5es Antecipadas<\/strong><br \/>\nNos \u00faltimos anos muitos terminais brasileiros investiram em capacidade, moderniza\u00e7\u00e3o de equipamentos, de cais e, em alguns casos, descarboniza\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es. Parte desses investimentos s\u00e3o decorrentes de renova\u00e7\u00f5es antecipadas de seus contratos de concess\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2022 Santos Brasil (Tecon Santos, Tecon Imbituba, Vila do Conde e Terminais de graneis l\u00edquidos) \u2013 Antecipou de 2031 para 2026 a expans\u00e3o de capacidade do Tecon Santos prevista na renova\u00e7\u00e3o antecipada da sua concess\u00e3o para 3 milh\u00f5es de TEU (atualmente a capacidade \u00e9 2,6 milh\u00f5es de TEU) e R$ 75 milh\u00f5es investidos em Imbituba entre 2024\/25;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Portonave \u2013<\/strong> Est\u00e1 investindo R$ 1 bilh\u00e3o em obras de refor\u00e7o, moderniza\u00e7\u00e3o dos ber\u00e7os de atraca\u00e7\u00e3o e aquisi\u00e7\u00e3o de novos STS, preparando o terminal para receber navios de at\u00e9 400m, com previs\u00e3o de conclus\u00e3o no 2\u00ba semestre de 2026. Vale mencionar que a maximiza\u00e7\u00e3o do uso desse investimento<br \/>\ndepende da aprova\u00e7\u00e3o da concess\u00e3o da dragagem e amplia\u00e7\u00e3o da bacia de evolu\u00e7\u00e3o e do canal de acesso ao complexo portu\u00e1rio de Itaja\u00ed \u2013 em an\u00e1lise no TCU;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Tecon Salvador \u2013<\/strong> Tem uma linha de cr\u00e9dito de R$ 942 milh\u00f5es do Fundo de Marinha Mercante para moderniza\u00e7\u00e3o do terminal. Atualmente, a capacidade instalada do terminal \u00e9 de aproximadamente 553 mil TEU e, com esse recurso, chegar\u00e1 a 925 mil TEU em 2034;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Itapo\u00e1 \u2013<\/strong> Anunciou a fase IV do projeto de expans\u00e3o, com um aporte de R$500 milh\u00f5es que pretende adicionar mais 120mil m\u00b2 de p\u00e1tio, adquirir o 8\u00ba STS e outros equipamentos. Mais adiante est\u00e1 no horizonte a expans\u00e3o do cais de atraca\u00e7\u00e3o dos atuais 800m para 1.200m e chegar a um total de 13 STS com uma capacidade anual de movimenta\u00e7\u00e3o de 2,5 milh\u00f5es de TEU;<\/p>\n<p><strong>\u2022 BTP \u2013<\/strong> Ap\u00f3s o acidente no ber\u00e7o 1 em janeiro de 2024 \u2013 que comprometeu sua capacidade ao longo de boa parte do ano passado \u2013 recebeu dois novos STS, com o que passou a contar com um total de 10 port\u00eaineres. Essa aquisi\u00e7\u00e3o \u00e9 parte do compromisso com o Governo Federal de investir R$ 1,9 bilh\u00e3o,<br \/>\npor conta da renova\u00e7\u00e3o antecipada do contrato de arrendamento;<\/p>\n<p><strong>\u2022 DPW \u2013<\/strong> Segue anunciando investimentos \u2013 sobretudo ap\u00f3s a nova parceria com a Maersk \u2013 agora com o compromisso de aumentar a capacidade de 1,3 para 1,7 milh\u00e3o de TEU at\u00e9 2026;<\/p>\n<p><strong>\u2022 TCP Paranagu\u00e1 \u2013<\/strong> Ap\u00f3s as recentes expans\u00f5es que levaram a capacidade do terminal de 1,5 para 2,5 milh\u00f5es de TEU, ainda haveria um montante adicional de investimentos (cerca de R$ 550 milh\u00f5es) previsto para o per\u00edodo de 2024 a 2048;<\/p>\n<p><strong>\u2022 ICTSI Rio de Janeiro \u2013<\/strong> Al\u00e9m de uma amplia\u00e7\u00e3o do cais em 100m em 2023, esse ano adquiriu o controle total do antigo estaleiro Inha\u00fama (\u00e1rea cont\u00edgua ao terminal) para expans\u00e3o da capacidade;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Multi Rio <\/strong>&#8211; est\u00e1 investindo R$ 500 milh\u00f5es, distribu\u00eddos entre o Terminal MultiRio e o Terminal MultiCar (ve\u00edculos). No caso do MultiRio, esse pacote inclui dentre outras a amplia\u00e7\u00e3o do cais de 533m para 800m e aquisi\u00e7\u00e3o de novos equipamentos o que permitir\u00e1 o aumento da capacidade anual de 670 mil TEU para 1 milh\u00e3o de TEU;<\/p>\n<p><strong>\u2022 Pec\u00e9m &#8211;<\/strong> A APMT acaba de obter uma extens\u00e3o de 15 anos da concess\u00e3o do terminal de Pec\u00e9m (de 2034 para 2049) e, em contrapartida, a empresa investir\u00e1 cerca de US$ 35 milh\u00f5es para ampliar a capacidade do terminal, incluindo a compra do quarto STS e a substitui\u00e7\u00e3o gradual de equipamentos (RTGs e caminh\u00f5es) a diesel por el\u00e9tricos. A autoridade portu\u00e1ria, por sua vez, ampliar\u00e1 o p\u00eder dedicado a APTM de 600 m para 800m, com conclus\u00e3o prevista para 2028. Com isso a capacidade anual passar\u00e1 de 0,65 MTEU para 0,85 MTEU;<\/p>\n<p>O que se desenha \u00e9 um cen\u00e1rio desafiador, mas repleto de oportunidades: a combina\u00e7\u00e3o de investimentos p\u00fablicos e privados, a moderniza\u00e7\u00e3o de terminais, a expans\u00e3o de calados e as dragagens estrat\u00e9gicas que, se bem coordenadas, podem transformar o setor portu\u00e1rio brasileiro, gerando ganhos de escala, redu\u00e7\u00e3o de custos e maior confiabilidade para toda a cadeia log\u00edstica.<\/p>\n<p>Enfim, se todas as obras anunciadas forem conclu\u00eddas nos prazos previstos e se importadores e exportadores, por meio de suas entidades, mantiverem o foco das autoridades nos investimentos estruturantes necess\u00e1rios para a pr\u00f3xima d\u00e9cada, ser\u00e1 poss\u00edvel vislumbrar, sim, uma boa luz no fim do t\u00fanel.<\/p>\n<p>Somente uma uni\u00e3o estrat\u00e9gica entre o setor p\u00fablico e o privado pode aliviar os gargalos atuais e, por que n\u00e3o, pavimentar o caminho para a consolida\u00e7\u00e3o de um verdadeiro hub portu\u00e1rio no Brasil \u2014 capaz de integrar de forma eficiente transporte, log\u00edstica e com\u00e9rcio exterior, elevando o pa\u00eds a um novo patamar de competitividade global.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Solve vem chamando a aten\u00e7\u00e3o, desde 2019, para um problema estrutural no setor portu\u00e1rio brasileiro: a oferta de infraestrutura n\u00e3o tem acompanhado o crescimento&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":61045,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-61044","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61044","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61044"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61044\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":61046,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61044\/revisions\/61046"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61045"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61044"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61044"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61044"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}