{"id":60523,"date":"2025-07-31T12:57:20","date_gmt":"2025-07-31T15:57:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=60523"},"modified":"2025-07-31T12:57:20","modified_gmt":"2025-07-31T15:57:20","slug":"canal-de-santos-reabre-apos-mau-tempo-e-interrupcoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/canal-de-santos-reabre-apos-mau-tempo-e-interrupcoes\/","title":{"rendered":"Canal de Santos reabre ap\u00f3s mau tempo e interrup\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>A opera\u00e7\u00e3o no Porto de Santos (SP) enfrentou, nos \u00faltimos dias, efeitos da ressaca do mar, ondas e ventania, que precisaram fechar o acesso ao atracadouro por cerca de 29 horas, somando os per\u00edodos de interrup\u00e7\u00e3o. A opera\u00e7\u00e3o foi retomada, nesta quarta-feira (30), a partir das 9h30, com sa\u00edda dos primeiros navios a partir das 10 horas. De acordo com a Praticagem de S\u00e3o Paulo, 15 embarca\u00e7\u00f5es permaneceram paradas durante o per\u00edodo. A paralisa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou na \u00faltima segunda-feira (28), das 2h30 \u00e0s 5h30. Na ter\u00e7a-feira (29), novamente o canal ficou fechado entre 2h e 11h15 e entre 16h45 e 9h30 de hoje. As ondas na barra chegaram a atingir a altura de 3,98 metros. O registro m\u00e1ximo dos ventos foi de 111 quil\u00f4metros por hora.<\/p>\n<p>A maior paralisa\u00e7\u00e3o no Porto de Santos, pelo mesmo motivo, ocorreu em agosto de 2016, quando o canal foi fechado durante 30 horas e o pico das ondas atingiu 4m40. F\u00e1bio Mello Fontes, presidente da Praticagem de S\u00e3o Paulo considera que \u00e9 importante adotar essa estrat\u00e9gia para evitar riscos. \u201cProte\u00e7\u00e3o da navega\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a para o Porto de Santos, o meio ambiente e a comunidade s\u00e3o os cuidados adotados em conjunto pelas autoridades mar\u00edtima e portu\u00e1ria e a praticagem\u201d, comentou.<\/p>\n<p>Para o pr\u00e1tico Carlos Alberto de Souza Filho, diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais da Praticagem de S\u00e3o Paulo, essa paralisa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 normal, mas eventualmente acontece. Ele acrescentou que fen\u00f4menos meteorol\u00f3gicos est\u00e3o cada vez mais extremos e que, neste epis\u00f3dio, foi registrada a maior altura de ondas pelos equipamentos da praticagem: 3m98.<\/p>\n<p>&#8220;O per\u00edodo entre o intervalo de tempo entre duas cristas de onda estava prolongado e isso representa um risco para os navios, botando bater no fundo. Felizmente, temos sensores que medem altura e per\u00edodo das ondas, altura das mar\u00e9s, dire\u00e7\u00e3o e intensidades dos ventos. Com isso, temos dados objetivos e concretos para nos prepararmos para esse tipo de emerg\u00eancia, assessorando a autoridade mar\u00edtima no sentido de fechar o porto, liberar paulatinamente a navega\u00e7\u00e3o dependendo do calado dos navios e acompanhando em tempo real, proporcionando que as opera\u00e7\u00f5es retomarem \u00e0 normalidade com seguran\u00e7a\u201d, destacou.<\/p>\n<p>A Praticagem de S\u00e3o Paulo informou que, em comum acordo com a Capitania e a Autoridade Portu\u00e1ria de Santos (APS), resolveu liberar primeiro as embarca\u00e7\u00f5es que estavam atracadas para que outras pudessem entrar e ocupar os ber\u00e7os. Como a praticagem paulista tem capacidade para realizar at\u00e9 80 manobras di\u00e1rias, os pr\u00e1ticos locais consideram que \u00e9 poss\u00edvel aumentar o n\u00famero de manobras no intervalo de tempo para desafogar o que foi represado, at\u00e9 entrar no ritmo normal.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A opera\u00e7\u00e3o no Porto de Santos (SP) enfrentou, nos \u00faltimos dias, efeitos da ressaca do mar, ondas e ventania, que precisaram fechar o acesso ao&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":60525,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-60523","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60523","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60523"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60523\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60526,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60523\/revisions\/60526"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60525"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60523"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60523"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60523"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}