{"id":60470,"date":"2025-07-29T11:34:14","date_gmt":"2025-07-29T14:34:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=60470"},"modified":"2025-07-29T11:34:14","modified_gmt":"2025-07-29T14:34:14","slug":"movimentacao-em-tups-cresceu-81-em-maio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/movimentacao-em-tups-cresceu-81-em-maio\/","title":{"rendered":"Movimenta\u00e7\u00e3o em TUPs cresceu 8,1% em maio"},"content":{"rendered":"<p>Levantamento divulgado nesta segunda-feira (28) pela Associa\u00e7\u00e3o de Terminais Portu\u00e1rios Privados (ATP), que re\u00fane 36 empresas de grande porte e 70 terminais, revela que a movimenta\u00e7\u00e3o nos terminais de uso privado (TUPs) foi de 76,1 milh\u00f5es de toneladas em maio, o que representa aumento de 8,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2024. O estudo \u00e9 da Coordena\u00e7\u00e3o de Pesquisas e Desenvolvimento da ATP.<\/p>\n<p>Segundo a ATP, houve crescimento em todos os tipos de carga. A maior parte foi nos gran\u00e9is s\u00f3lidos, com mais 8,6% e 46,8 milh\u00f5es de toneladas. Em seguida, vieram as cargas conteinerizadas, com 8,5% e 4,7 milh\u00f5es de toneladas, a carga geral, que teve alta de 8% e movimento de 3,2 milh\u00f5es de toneladas e os gran\u00e9is l\u00edquidos, cujo volume, de 21,4 milh\u00f5es de toneladas, significou incremento de 7%.<\/p>\n<p>Houve, de acordo com o levantamento da ATP, aumento da movimenta\u00e7\u00e3o nas tr\u00eas principais modalidades de navega\u00e7\u00e3o: interior (14,98%), longo curso (8,57%) e cabotagem (4,55%). E tamb\u00e9m em todas as regi\u00f5es do Brasil em maio passado. No Centro-Oeste, foi de 69,3%. A Associa\u00e7\u00e3o ressalta, no entanto, que o \u00edndice representa recupera\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, quando a regi\u00e3o sofreu per\u00edodo de seca.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o Norte, o incremento na movimenta\u00e7\u00e3o portu\u00e1ria foi de 12,2%, e o volume movimentando, de 11,2 milh\u00f5es de toneladas; a regi\u00e3o Sul avan\u00e7ou 11,6%, com 5,7 milh\u00f5es de toneladas; o Sudeste, que concentra o maior volume absoluto, teve alta de 7,6%; e Nordeste, de 4%.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento da ATP, a China manteve-se em maio como principal destino internacional das cargas movimentadas pelos TUP, com 25,8 milh\u00f5es de toneladas e crescimento de 10,8% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2024. A Holanda foi o principal ponto de entrada na Europa das mercadorias que saem de TUPs para a Europa com mais de dois milh\u00f5es de toneladas e aumento de 86,7%%.<\/p>\n<p>Para Mal\u00e1sia e Estados Unidos, houve quedas de 17,32% e 5,9%, com 1,56 milh\u00e3o de toneladas e 1,46 milh\u00e3o de toneladas, respectivamente. No caso do pa\u00eds asi\u00e1tico, a ATP explica que a redu\u00e7\u00e3o reflete o acr\u00e9scimo nas exporta\u00e7\u00f5es de minerais. J\u00e1 para os americanos, foi reflexo de menor exporta\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis minerais, como o petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>O levantamento informa ainda que os terminais autorizados com maior aumento foram o Terminal Mar\u00edtimo de Ponta Ubu \u2013 Samarco, com 237,25%, e o TKCSA \u2013 Ternium, com 97,91%. \u201cEsse crescimento mostra o dinamismo dos terminais portu\u00e1rios privados, essenciais para o com\u00e9rcio exterior e o desenvolvimento sustent\u00e1vel da economia brasileira\u201d, disse Murillo Barbosa, presidente da ATP.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento divulgado nesta segunda-feira (28) pela Associa\u00e7\u00e3o de Terminais Portu\u00e1rios Privados (ATP), que re\u00fane 36 empresas de grande porte e 70 terminais, revela que a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":60471,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-60470","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60470","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60470"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60470\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60472,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60470\/revisions\/60472"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60471"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60470"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60470"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60470"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}