{"id":5786,"date":"2014-06-02T08:00:13","date_gmt":"2014-06-02T11:00:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=5786"},"modified":"2014-06-01T19:59:34","modified_gmt":"2014-06-01T22:59:34","slug":"navalshore-com-barreira-tecnologica-superada-desafio-da-industria-naval-brasileira-e-melhorar-resultados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/navalshore-com-barreira-tecnologica-superada-desafio-da-industria-naval-brasileira-e-melhorar-resultados\/","title":{"rendered":"Navalshore: Com barreira tecnol\u00f3gica superada, desafio da ind\u00fastria naval brasileira \u00e9 melhorar resultados"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>No primeiro trimestre de 2014, a cabotagem cresceu 27% em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. \u00cdndice tamb\u00e9m aquece o setor e atrai empresas de navega\u00e7\u00e3o.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>O recente an\u00fancio da Petrobr\u00e1s apontando produ\u00e7\u00e3o recorde no pr\u00e9-sal, 428 mil barris por dia, comprova a supera\u00e7\u00e3o da barreira tecnol\u00f3gica de produ\u00e7\u00e3o no Brasil e torna a melhora da efic\u00e1cia o novo desafio a ser vencido. A opini\u00e3o \u00e9 do presidente da Abenav (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Constru\u00e7\u00e3o Naval e Offshore), Augusto Mendon\u00e7a.<\/p>\n<p>Segundo ele, o setor naval tem se dedicado a atingir patamares compar\u00e1veis aos principais concorrentes mundiais. &#8220;A curva de aprendizado vem se desenvolvendo e, 14 anos ap\u00f3s a reativa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria naval brasileira, estamos pr\u00f3ximos de sermos competitivos em setores como embarca\u00e7\u00f5es de apoio, do tipo PSV, e sistemas offshore&#8221;, explica.<\/p>\n<p>De acordo com a Abenav, a cria\u00e7\u00e3o do Promef (Programa de Moderniza\u00e7\u00e3o da Frota de Petroleiros) e a prioriza\u00e7\u00e3o de constru\u00e7\u00e3o de plataformas no pa\u00eds t\u00eam tr\u00eas premissas b\u00e1sicas: fabricar unidades de transporte e produ\u00e7\u00e3o no Brasil, o que foi poss\u00edvel com a constru\u00e7\u00e3o de estaleiros nacionais; aumentar gradativamente o \u00edndice de nacionaliza\u00e7\u00e3o dessas unidades (65% de conte\u00fado local na primeira e 70% na segunda fase) e tornar o Pa\u00eds competitivo mundialmente no setor.<\/p>\n<p>Outro fator que colabora para a competitividade da ind\u00fastria naval \u00e9 o aumento do mercado de navega\u00e7\u00e3o dom\u00e9stico (cabotagem) que, no primeiro trimestre do ano cresceu 27% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2013, somando 165 mil Teus. Para o comandante e vice-presidente executivo do Syndarma (Sindicato Nacional das Empresas de Navega\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima), Lu\u00eds Fernando Resano, tal crescimento \u00e9 focado nas cargas de cont\u00eaineres, que deixam o modal rodovi\u00e1rio e passam para o aquavi\u00e1rio. &#8220;\u00c9 mais atrativo economicamente e melhor para o ambiente&#8221;, pondera. \u00c9 nessa redu\u00e7\u00e3o dos custos log\u00edsticos, j\u00e1 que o modal pode transportar mais cont\u00eaineres em compara\u00e7\u00e3o ao rodovi\u00e1rio, que as empresas t\u00eam se firmado, j\u00e1 que \u00e9 poss\u00edvel aumentar o lucro e reduzir pre\u00e7 ;os, &#8220;atraindo ainda mais investimentos das empresas de navega\u00e7\u00e3o&#8221;, completa Resano.<\/p>\n<p>A Abenav e o Syndarma s\u00e3o entidades parceiras da Marintec South America &#8211; 11\u00aa Navalshore, principal evento da ind\u00fastria naval e offshore da Am\u00e9rica Latina, que reunir\u00e1 12 pavilh\u00f5es internacionais, 380 marcas e 17 pa\u00edses, entre os dias 12 e 14 de agosto, no Centro de Conven\u00e7\u00f5es SulAm\u00e9rica, no Rio de Janeiro (RJ).<\/p>\n<p>Fonte: Navalshore<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No primeiro trimestre de 2014, a cabotagem cresceu 27% em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. \u00cdndice tamb\u00e9m aquece o setor e atrai empresas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":4908,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[1327,61,1326,68,67,1328,1269],"class_list":["post-5786","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-barreiras","tag-brasil","tag-desafios","tag-industria","tag-naval","tag-superar","tag-tecnologia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5786","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5786"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5786\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5787,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5786\/revisions\/5787"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4908"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5786"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5786"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5786"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}