{"id":5659,"date":"2014-05-26T08:03:19","date_gmt":"2014-05-26T11:03:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=5659"},"modified":"2014-05-23T22:08:59","modified_gmt":"2014-05-24T01:08:59","slug":"campo-de-libra-turbina-em-r-30-bi-em-investimento-em-petroleo-diz-bndes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/campo-de-libra-turbina-em-r-30-bi-em-investimento-em-petroleo-diz-bndes\/","title":{"rendered":"Campo de Libra turbina em R$ 30 bi em investimento em petr\u00f3leo, diz BNDES"},"content":{"rendered":"<p>O BNDES mapeou os investimentos previstos nos diversos setores da economia brasileira e concluiu que dever\u00e3o somar R$ 4,07 trilh\u00f5es no per\u00edodo de 2014 a 2017.<\/p>\n<p>A cifra apenas um pouco superior em rela\u00e7\u00e3o aos R$ 3,98 trilh\u00f5es apurados pelo mesmo estudo feito em outubro de 2013 para esse mesmo per\u00edodo. Dentre os setores, as maiores revis\u00f5es foram em petr\u00f3leo e g\u00e1s, com aumento de R$ 30 bilh\u00f5es de investimentos em rela\u00e7\u00e3o ao mapeamento de outubro.<\/p>\n<p>Segundo Fernando Puga, superintendente da \u00e1rea de pesquisa econ\u00f4mica, os investimentos j\u00e1 sinalizados para o campo de Libra, concedido no final do ano passado \u00e0 Petrobras, Shell, Total e estatais chinesas, no fim do ano passado. Para o setor, est\u00e1 estimado R$ 488 bilh\u00f5es entre 2014 e 2017.<\/p>\n<p>Os dados refletem projetos j\u00e1 em fase de implanta\u00e7\u00e3o, em fase de projeto e inten\u00e7\u00f5es de investimento \u2013desse modo, alguns podem n\u00e3o sair do papel dependendo de fatores como situa\u00e7\u00e3o do mercado ou condi\u00e7\u00f5es financeiras das empresas, por exemplo.<\/p>\n<p><strong>Energia El\u00e9trica<\/strong><\/p>\n<p>Outro setor importante que ampliou os investimentos previstos foi o de energia el\u00e9trica, adi\u00e7\u00e3o de R$ 16 bilh\u00f5es ante \u00e0 proje\u00e7\u00e3o anterior e investimentos totais estimados de R$ 192 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>&#8220;Nesse caso, a maior influ\u00eancia s\u00e3o os financiamentos do banco a projetos de energia e\u00f3lica, que cresceram muito.&#8221;<\/p>\n<p>O mesmo se deu com o ramo de papel e celulose, com incremento de R$ 7 bilh\u00f5es e total previsto de R$ 26 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo o BNDES, na revis\u00e3o feita agora do estudo foram incorporados investimentos em mobilidade urbana, que se somam aos projetos de saneamento, que j\u00e1 acompanhados pelo banco, e que fazem parte do setor de infraestrutura social.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 um setor que est\u00e1 tendo um forte crescimento e que o BNDES tem conhecido melhor. Tem entrado muitos projetos [com pedido de financiamento] de metr\u00f4, VLTs, BRTs e monotrilhos, alguns em concess\u00e3o ou parceria p\u00fablico-privadas&#8221;, disse Puga.<\/p>\n<p>Com a inclus\u00e3o do segmento de mobilidade urbana (com R$ 53 bilh\u00f5es em projetos estimados), o banco turbinou sua proje\u00e7\u00e3o para essa \u00e1rea de infraestrutura social para R$ 89 bilh\u00f5es, com alta de 83% na compara\u00e7\u00e3o com os R$ 49 bilh\u00f5es de 2009\/2012.<\/p>\n<p><strong>Crescimento<\/strong><\/p>\n<p>Considerando todos os setores, h\u00e1 crescimento real de 28% nos investimentos entre 2014 e 2017 em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo 2009-2012, quando foram investidos R$ 3,17 trilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Pelos dados do BNDES, a infraestrutura responde por R$ 575 bilh\u00f5es, com incremento de 35%, puxado sobretudo por dois setores ligados \u00e0 log\u00edstica: portos e ferrovias \u2013cujos projetos t\u00eam apresentado atrasos. J\u00e1 a ind\u00fastria responde por R$ 1,15 trilh\u00e3o em perspectiva de investimento \u201331% mais do que no per\u00edodo 2009-2012.<\/p>\n<p>Fonte: Folha de S\u00e3o Paulo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O BNDES mapeou os investimentos previstos nos diversos setores da economia brasileira e concluiu que dever\u00e3o somar R$ 4,07 trilh\u00f5es no per\u00edodo de 2014 a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-5659","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5659"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5660,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5659\/revisions\/5660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5659"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5659"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5659"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}