{"id":56582,"date":"2025-01-15T07:04:03","date_gmt":"2025-01-15T10:04:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=56582"},"modified":"2025-01-15T07:04:03","modified_gmt":"2025-01-15T10:04:03","slug":"relatorio-aponta-estabilidade-da-frota-de-apoio-maritimo-em-ajb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/relatorio-aponta-estabilidade-da-frota-de-apoio-maritimo-em-ajb\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio aponta estabilidade da frota de apoio mar\u00edtimo em AJB"},"content":{"rendered":"<p><span>A frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras (AJB) totalizou 453 embarca\u00e7\u00f5es em novembro de 2024, uma a mais do que em outubro, 9 a mais que em setembro (444) e 33 unidades a mais do que em novembro de 2023 (420 ). De acordo com o relat\u00f3rio mais recente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Apoio Mar\u00edtimo (Abeam) e do Sindicato Nacional das Empresas de Navega\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima (Syndarma), 382 correspondem a unidades de bandeira brasileira e 71 de bandeira estrangeira, na posi\u00e7\u00e3o de novembro de 2024 .<\/span><\/p>\n<p><span>Em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2015, quando a demanda come\u00e7ou a ser impactada pela retra\u00e7\u00e3o no setor de petr\u00f3leo e g\u00e1s, foram desmobilizadas 202 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira estrangeira e acrescentadas 117 de bandeira brasileira. Cerca de 88 embarca\u00e7\u00f5es, originalmente de bandeira estrangeira, tiveram suas bandeiras trocadas para o pavilh\u00e3o nacional nesse per\u00edodo.<\/span><\/p>\n<p><span>Em novembro, as embarca\u00e7\u00f5es com bandeira nacional permaneceram correspondendo a 84% da frota de apoio offshore, enquanto 16% representaram as embarca\u00e7\u00f5es de apoio com bandeiras estrangeiras. Nos meses anteriores, os percentuais de participa\u00e7\u00e3o da bandeira nacional na atividade foram de 85% em setembro e em agosto, 84% em julho, 85% em junho, 86% em maio e em abril, 85% em mar\u00e7o, 86% em fevereiro e 87% em janeiro.<\/span><\/p>\n<p><span>Em outubro de 2024, o levantamento Syndarma\/Abeam havia identificado 452 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 380 correspondiam a unidades de bandeira brasileira e 72 de bandeira estrangeira. Em setembro e agosto, o levantamento Syndarma\/Abeam identificou 444 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 378 correspondiam a unidades de bandeira brasileira e 66 de bandeira estrangeira. Em julho, foram 448 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 378 de bandeira brasileira e 70 de bandeiras estrangeiras.<\/span><\/p>\n<p><span>Em junho, o levantamento Syndarma\/Abeam identificou 445 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 379 de bandeira brasileira e 66 estrangeiras. Em maio, foram 437 embarca\u00e7\u00f5es \u2014 376 de bandeira brasileira e 61 de bandeiras estrangeiras. Em abril, havia 375 de bandeira brasileira e 59 de bandeira estrangeira. Em mar\u00e7o, havia 371 de bandeira brasileira e 63 de bandeiras estrangeiras. Em fevereiro, eram 435 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 372 de bandeira brasileira e 63 de bandeiras estrangeiras. Em janeiro, eram 431 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 373 de bandeira brasileira e 58 de bandeiras estrangeiras.<\/span><\/p>\n<p><span>De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, a frota em novembro era composta por 47% de PSVs (transporte de suprimentos) e OSRVs (combate ao derramamento de \u00f3leo), totalizando 211 barcos, assim como em outubro, e tr\u00eas a mais do que em setembro. Os AHTS (manuseio de \u00e2ncoras) somaram 66 unidades no per\u00edodo (15%), enquanto 63 barcos eram LHs (manuseio de linhas e amarra\u00e7\u00f5es) e SVs (mini supridores), que atingiram 14% do total. Outros 25 barcos de apoio eram FSVs (supridores de cargas r\u00e1pidas) e barcos de tripula\u00e7\u00e3o (transporte de tripulantes), 23 MPSVs (multiprop\u00f3sito), 19 RSVs (embarca\u00e7\u00f5es equipadas com rob\u00f4s) e 17 PLSVs (lan\u00e7amento de linhas).<\/span><\/p>\n<p><span>A Bram Offshore\/Alfanave, do grupo norte-americano Edison Chouest, permanece como a empresa de navega\u00e7\u00e3o com mais embarca\u00e7\u00f5es em opera\u00e7\u00e3o, ou aguardando contratado, com 76 unidades (13 estrangeiras), seguida pela CBO, que opera 45 barcos de apoio de bandeira brasileiro. A Tranship e a Wilson Sons Ultratug aparecem na sequ\u00eancia com 25 barcos de pavilh\u00e3o nacional cada. Segundo o relat\u00f3rio, a DOF\/Norskan (17 de bandeira brasileira e 5 estrangeiras) aparece com 22 barras de apoio. A OceanPact e Starnav tamb\u00e9m aparecem com 22 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira brasileira cada uma.<\/span><\/p>\n<p><span>A frota da Bram\/Alfanave, segundo o relat\u00f3rio, conta com 54 PSVs\/OSRVs, 12 AHTS, 2 PLSVs, 2 RSVs, 2 MPSVs, entre outras embarca\u00e7\u00f5es. A CBO \u00e9 uma empresa de apoio offshore que, em novembro, tinha mais AHTS: 13 embarca\u00e7\u00f5es desse tipo, al\u00e9m de 27 PSV\/OSRVs e 5 RSVs. A Tranship permanece como a empresa com mais embarca\u00e7\u00f5es LH\/SV: 22 unidades, seguidas pela Camorim, que tem 15 unidades com essas especifica\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span>Nem todas as unidades envolvidas na publica\u00e7\u00e3o est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, pois o relat\u00f3rio inclui embarca\u00e7\u00f5es que podem ou n\u00e3o estar amparadas por contratos, estar no mercado local, em manuten\u00e7\u00e3o ou fora de opera\u00e7\u00e3o. O relat\u00f3rio n\u00e3o considera embarca\u00e7\u00f5es dos tipos lanchas, pesquisa, nem embarca\u00e7\u00f5es com porte inferior a 100 TPB ou BHP inferiores a 1.000. Os dados foram obtidos em conjunto com a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq), a Diretoria de Portos e Costas da Marinha (DPC), publica\u00e7\u00f5es especializadas e informa\u00e7\u00f5es das empresas.<\/span><\/p>\n<p><span>Fonte:\u00a0<\/span><span>Revista Portos e Navios<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras (AJB) totalizou 453 embarca\u00e7\u00f5es em novembro de 2024, uma a mais do que em outubro, 9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":56584,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-56582","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56582","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=56582"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56582\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":56585,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/56582\/revisions\/56585"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/56584"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=56582"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=56582"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=56582"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}