{"id":5629,"date":"2014-05-22T08:01:24","date_gmt":"2014-05-22T11:01:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=5629"},"modified":"2014-05-22T00:07:13","modified_gmt":"2014-05-22T03:07:13","slug":"marubeni-amplia-projeto-para-porto-catarinense","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/marubeni-amplia-projeto-para-porto-catarinense\/","title":{"rendered":"Marubeni amplia projeto para porto catarinense"},"content":{"rendered":"<p>A trading japonesa Marubeni, que prop\u00f4s em janeiro ao governo federal um projeto de expans\u00e3o do terminal p\u00fablico do porto de S\u00e3o Francisco do Sul, em Santa Catarina, voltou \u00e0 prancheta e ampliou sua proposta. Inicialmente, a empresa planejava construir apenas um ber\u00e7o para aumentar a capacidade de embarque e desembarque de gr\u00e3os no porto, onde opera desde 2011. Agora, decidiu incluir mais dois ber\u00e7os na proposta, para atender tamb\u00e9m \u00e0 movimenta\u00e7\u00e3o de fertilizantes e cargas gerais, n\u00e3o necessariamente separados um do outro. Estima-se que o novo projeto envolva investimentos de R$ 230 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>O projeto foi apresentado ao ministro da Secretaria de Portos (SEP), Ant\u00f4nio Henrique Silveira, em abril, e aguarda a abertura de licita\u00e7\u00e3o. O estudo de viabilidade t\u00e9cnica e econ\u00f4mica foi realizado a pedido do pr\u00f3prio ministro ap\u00f3s a apresenta\u00e7\u00e3o do projeto inicial de expans\u00e3o, informa Jos\u00e9 Kfouri, CEO da Terlogs Terminal Mar\u00edtimo, empresa do grupo japon\u00eas. &#8220;A solicita\u00e7\u00e3o foi para estudar a possibilidade de estender o ber\u00e7o atual de gr\u00e3os para acrescentar um ber\u00e7o de carga geral. No estudo, vimos que daria para criar ainda um terceiro ber\u00e7o&#8221;. Depois de tr\u00eas meses do primeiro encontro com o ministro, a companhia doou o novo projeto \u00e0 Secretaria dos Portos e passou a esperar os tr\u00e2mites para concorrer \u00e0 licita\u00e7\u00e3o e iniciar opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Se aprovado, o projeto tende a fortalecer a posi\u00e7\u00e3o da Marubeni no Brasil, onde a empresa \u00e9 grande compradora de soja para exporta\u00e7\u00e3o, e do pr\u00f3prio porto catarinense, hoje a quinta maior via de escoamento de gr\u00e3os brasileiros para o exterior. Atualmente, a trading s\u00f3 trabalha com milho e soja no porto, mas os dois novos ber\u00e7os podem permitir uma maior diversifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O aumento do volume embarcado pelo porto catarinense n\u00e3o dever\u00e1 representar, por\u00e9m, um crescimento dos volumes embarcados pela Marubeni no Brasil. A ideia \u00e9 redirecionar cargas que a companhia exporta por outros portos brasileiros para o terminal em S\u00e3o Francisco do Sul, concentrando os embarques. A meta \u00e9 dar efici\u00eancia \u00e0 opera\u00e7\u00e3o e reduzir os custos.<\/p>\n<p>Os navios que a Marubeni carrega pelo porto de Santa Catarina comportam hoje entre 40% e 50% de todo o volume de gr\u00e3os que a trading vende para fora do Brasil. Com a extens\u00e3o do ber\u00e7o &#8220;401&#8221;, o terminal poderia absorver at\u00e9 80% dos volumes negociados pela empresa no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico &#8211; Camila Souza Ramos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A trading japonesa Marubeni, que prop\u00f4s em janeiro ao governo federal um projeto de expans\u00e3o do terminal p\u00fablico do porto de S\u00e3o Francisco do Sul,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":3608,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-5629","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5629","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5629"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5629\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5630,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5629\/revisions\/5630"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3608"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5629"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5629"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5629"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}