{"id":5455,"date":"2014-05-14T08:15:15","date_gmt":"2014-05-14T11:15:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=5455"},"modified":"2014-05-13T22:41:35","modified_gmt":"2014-05-14T01:41:35","slug":"governo-vai-investir-r-9-mi-em-dragagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/governo-vai-investir-r-9-mi-em-dragagem\/","title":{"rendered":"Governo vai investir R$ 9 mi em dragagem"},"content":{"rendered":"<p>A navega\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco est\u00e1 comprometida. Um dos motivos \u00e9 a seca. Para combater a falta de navegabilidade, o Governo Federal prometeu investir recursos em desobstru\u00e7\u00e3o ao longo do rio.<\/p>\n<p>Alguns setores do Rio S\u00e3o Francisco sofreram preju\u00edzo na navega\u00e7\u00e3o me fun\u00e7\u00e3o da baixa no n\u00edvel das \u00e1guas<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio dos Transportes informou que investiu R$ 3,7 milh\u00f5es na manuten\u00e7\u00e3o do S\u00e3o Francisco em 2013. A pasta ainda estima gastar outros R$ 9 milh\u00f5es para reverter o assoreamento. O edital de licita\u00e7\u00e3o para a dragagem do rio foi lan\u00e7ado no \u00faltimo m\u00eas.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio tamb\u00e9m informou que est\u00e1 em curso um estudo detalhado do rio que permitir\u00e1 investimentos em a\u00e7\u00f5es mais consistentes a partir de 2015, como retirada de pedras.<\/p>\n<p>Os efeitos da seca tamb\u00e9m j\u00e1 trazem consequ\u00eancia para o setor de energia el\u00e9trica. O volume de \u00e1gua liberado da barragem de Sobradinho caiu de 1.300 m\u00b3\/s para 1.100 m\u00b3\/s, para que se possa acumular mais \u00e1gua.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o no reservat\u00f3rio de Itaparica \u00e9 ainda pior que a de Sobradinho, que est\u00e1 com pouco mais da metade de sua capacidade (57%). A outra barragem tem apenas 29% da capacidade.<\/p>\n<p>De 2012 para c\u00e1, a gera\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica de energia tem perdido espa\u00e7o no Nordeste, onde o S\u00e3o Francisco era a principal fonte de energia.<\/p>\n<p>De acordo com a Chesf (Companhia Hidrel\u00e9trica do S\u00e3o Francisco), se em 2012, 74% da energia fornecida \u00e0 regi\u00e3o vinha das usinas hidrel\u00e9tricas e 7% vinham das termoel\u00e9tricas, hoje, cada uma dessas fontes responde por 36%.<\/p>\n<p>O restante vem de outras regi\u00f5es do pa\u00eds (25%) e de gera\u00e7\u00e3o e\u00f3lica (3%).<\/p>\n<p><strong>\u00daltimos 50 anos<\/strong><\/p>\n<p>A j\u00e1 limitada navega\u00e7\u00e3o no rio S\u00e3o Francisco ficou ainda mais comprometida pela pior seca dos \u00faltimos 50 anos na regi\u00e3o do semi\u00e1rido. Antigos problemas de eros\u00e3o das margens e de assoreamento somam-se agora \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do rio, expondo rochas ao longo dos 1.579 quil\u00f4metros naveg\u00e1veis.<\/p>\n<p>A \u00fanica empresa que ainda transporta cargas pelo S\u00e3o Francisco amea\u00e7a trocar o rio pela rodovia, mudan\u00e7a que aumentaria os custos da ind\u00fastria que depende do caro\u00e7o de algod\u00e3o do oeste baiano.<\/p>\n<p>A profundidade m\u00e9dia normal no trecho entre as cidades baianas de Ibotirama e Juazeiro \u00e9 de 2,5 metros. Em alguns pontos, est\u00e1 em 1,80 metro. (da Ag\u00eancia Brasil)<\/p>\n<p>Fonte: O Povo (CE)\/F\u00e1bio Pozzebom\/Ag\u00eancia Brasil<br \/>\u00a0Foto Appa GEPR<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A navega\u00e7\u00e3o do Rio S\u00e3o Francisco est\u00e1 comprometida. Um dos motivos \u00e9 a seca. Para combater a falta de navegabilidade, o Governo Federal prometeu investir&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":4819,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[2747,192,132],"class_list":["post-5455","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-dragagem","tag-governo","tag-investimento"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5455","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5455"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5455\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5456,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5455\/revisions\/5456"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4819"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5455"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5455"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5455"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}