{"id":54048,"date":"2024-09-16T07:30:18","date_gmt":"2024-09-16T10:30:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=54048"},"modified":"2024-09-16T07:31:44","modified_gmt":"2024-09-16T10:31:44","slug":"marinha-emprega-na-operacao-agata-oeste-o-navio-de-guerra-mais-antigo-do-mundo-ainda-em-servico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/marinha-emprega-na-operacao-agata-oeste-o-navio-de-guerra-mais-antigo-do-mundo-ainda-em-servico\/","title":{"rendered":"Marinha emprega na Opera\u00e7\u00e3o \u201c\u00c1gata Oeste\u201d o navio de guerra mais antigo do mundo ainda em servi\u00e7o"},"content":{"rendered":"<p class=\"text-align-justify\">A Opera\u00e7\u00e3o \u201c\u00c1gata Oeste 2024\u201d, concebida pelo Minist\u00e9rio da Defesa e executada pelo Comando Conjunto Oeste, conta com as For\u00e7as Armadas e \u00d3rg\u00e3os de Seguran\u00e7a P\u00fablica e Fiscaliza\u00e7\u00e3o (OSPF) nas faixas de fronteira de Mato Grosso (MT) e Mato Grosso do Sul (MS). Dentre as 23 embarca\u00e7\u00f5es da Marinha do Brasil (MB) empregadas, destaca-se o emprego do Monitor \u201cParna\u00edba\u201d, navio de guerra mais antigo do mundo ainda no servi\u00e7o ativo.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Al\u00e9m de viaturas e aeronaves, a MB atua como For\u00e7a Naval Componente com 536 militares do Comando do 6\u00ba Distrito Naval (Com6\u00baDN) e nove navios, que operam com embarca\u00e7\u00f5es menores, no Rio Paraguai, em a\u00e7\u00f5es preventivas e repressivas, como patrulhamento fluvial, inspe\u00e7\u00e3o naval e estabelecimento de postos de bloqueio e controle de vias fluviais.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">O \u201cMonitor Parna\u00edba\u201d \u00e9 um dos navios empregados na opera\u00e7\u00e3o para atividades de abordagem em proveito da seguran\u00e7a mar\u00edtima, que contribui na seguran\u00e7a da popula\u00e7\u00e3o. \u201cEle foi projetado para operar em rios de baixa profundidade, como \u00e9 o caso do Rio Paraguai. Ao longo dos anos, sofreu moderniza\u00e7\u00f5es, a fim de acompanhar o desenvolvimento tecnol\u00f3gico, incrementando suas capacidades operativas. Atualmente, \u00e9 equipado com avan\u00e7ados sistemas de navega\u00e7\u00e3o e armamento que, atrelados \u00e0s caracter\u00edsticas projetadas no passado, resultam em um navio moderno, robusto e vers\u00e1til, capaz de atuar nos diversos campos do poder naval\u201d, ressaltou o Comandante do Monitor \u201cParna\u00edba\u201d, Capit\u00e3o de Corveta Robson de Freitas Reis.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Durante visitas \u00e0s estruturas das For\u00e7as Componentes Conjuntas, da MB e do Ex\u00e9rcito Brasileiro, no per\u00edodo de 5 a 9 de setembro, a comitiva do Comando Operacional Conjunto \u00c1gata, ap\u00f3s sobrevoar a \u00e1rea operacional em aeronave da Marinha, componente do 1\u00ba Esquadr\u00e3o de Helic\u00f3pteros de Emprego Geral do Oeste, pousou no conv\u00e9s de voo do \u201cMonitor Parna\u00edba\u201d e teve a oportunidade de conhecer seus principais compartimentos e capacidades operativas.<\/p>\n<h5 class=\"text-align-justify\">Sobre o Navio<\/h5>\n<p class=\"text-align-justify\">No dia 6 de novembro de 1937, um navio, com projeto t\u00e3o somente brasileiro, estava pronto no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, marcando a retomada da constru\u00e7\u00e3o naval no Brasil, no s\u00e9culo XX. Hoje, aos 86 anos, o Navio \u201cMonitor Parna\u00edba\u201d traz, em seus conveses, hist\u00f3rias e epis\u00f3dios que fazem deste navio patrim\u00f4nio cultural da Marinha do Brasil; e embarca, em cada compartimento, heran\u00e7a, cultura e tradi\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">O batimento da quilha (primeira fase do navio) ocorreu em 11 de junho de 1935, na Ilha das Cobras (RJ), marcando o in\u00edcio oficial da constru\u00e7\u00e3o do casco e, finalmente, 17 meses ap\u00f3s intensos trabalhos, o Navio \u201cMonitor Parna\u00edba\u201d flutuou pela primeira vez e abriu o caminho para novas constru\u00e7\u00f5es na ind\u00fastria naval brasileira.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Em mar\u00e7o de 1938, o navio foi incorporado \u00e0 Flotilha de Mato Grosso e, em abril de 1943, foi para a For\u00e7a Naval subordinada ao Comando Naval do Leste, em Salvador (BA), a fim de escoltar comboios e patrulhar o porto durante a Segunda Guerra Mundial. Em maio de 1945, retornou a sua sede, Lad\u00e1rio (MS), onde permanece at\u00e9 hoje.<\/p>\n<h5 class=\"text-align-justify\">Opera\u00e7\u00e3o Conjunta \u201c\u00c1gata Oeste\u201d<\/h5>\n<p class=\"text-align-justify\">A Opera\u00e7\u00e3o integra o Programa de Prote\u00e7\u00e3o Integrada de Fronteiras (PPIF), do Governo Federal. Em 12 dias de opera\u00e7\u00e3o, as a\u00e7\u00f5es das For\u00e7as Armadas e \u00f3rg\u00e3os de seguran\u00e7a resultaram em preju\u00edzo de mais de R$ 100 milh\u00f5es ao crime organizado.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">O balan\u00e7o final da Opera\u00e7\u00e3o \u201c\u00c1gata Oeste\u201d engloba a\u00e7\u00f5es realizadas em solo brasileiro, que somaram mais de R$ 20 milh\u00f5es em preju\u00edzo ao crime organizado, e os mais de 15 milh\u00f5es de d\u00f3lares (R$ 84 milh\u00f5es na convers\u00e3o), fruto da opera\u00e7\u00e3o espelhada \u201cBasalto III\u201d, realizada pelo Ex\u00e9rcito Brasileiro no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p class=\"text-align-justify\">Nesta edi\u00e7\u00e3o, s\u00e3o empregados cerca de 2 mil militares e utilizadas 12 aeronaves, 16 embarca\u00e7\u00f5es e 217 viaturas, al\u00e9m do sat\u00e9lite do Projeto Lessonia e da Aeronave Remotamente Pilotada Hermes RQ-900, que permite uma vigil\u00e2ncia mais eficaz e abrangente da \u00e1rea de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Marinha de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Opera\u00e7\u00e3o \u201c\u00c1gata Oeste 2024\u201d, concebida pelo Minist\u00e9rio da Defesa e executada pelo Comando Conjunto Oeste, conta com as For\u00e7as Armadas e \u00d3rg\u00e3os de Seguran\u00e7a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":54050,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-54048","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54048","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=54048"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54048\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":54051,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/54048\/revisions\/54051"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/54050"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=54048"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=54048"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=54048"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}