{"id":53283,"date":"2024-08-14T09:35:00","date_gmt":"2024-08-14T12:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=53283"},"modified":"2024-08-14T09:35:00","modified_gmt":"2024-08-14T12:35:00","slug":"portos-do-parana-define-regras-de-seguranca-para-eventos-climaticos-extremos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portos-do-parana-define-regras-de-seguranca-para-eventos-climaticos-extremos\/","title":{"rendered":"Portos do Paran\u00e1 define regras de seguran\u00e7a para eventos clim\u00e1ticos extremos"},"content":{"rendered":"<p>A Portos do Paran\u00e1 definiu regras de seguran\u00e7a para trabalhadores portu\u00e1rios no Paran\u00e1 durante eventos clim\u00e1ticos extremos como, por exemplo, vendavais, tempestade de raios e mar\u00e9s altas. Pela primeira vez, a empresa p\u00fablica criou um padr\u00e3o m\u00ednimo que deve ser seguido pelas empresas que atuam nos portos paranaenses.<\/p>\n<p>\u201cTemos visto o aumento de eventos meteorol\u00f3gicos extremos, n\u00e3o s\u00f3 aqui no Paran\u00e1, mas no Brasil e no mundo como um todo. Pensando nisso, estabelecemos limites de padr\u00f5es aceit\u00e1veis para a seguran\u00e7a das opera\u00e7\u00f5es e realizamos um workshop com os operadores portu\u00e1rios para discuss\u00e3o sobre as medidas\u201d, explicou o gerente de Meio Ambiente da Portos do Paran\u00e1, Thales Trevisan.<\/p>\n<div id=\"beacon_457158f7e0\"><\/div>\n<p>De acordo com as regras estabelecidas pela Portos do Paran\u00e1, as rajadas de vento superiores a 50 km\/h e situa\u00e7\u00f5es com raios pr\u00f3ximos at\u00e9 15 km de dist\u00e2ncia acendem o sinal vermelho de riscos aos trabalhadores portu\u00e1rios. Diante dessas condi\u00e7\u00f5es, as opera\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os portu\u00e1rios precisam ser interrompidos temporariamente. As medidas de preven\u00e7\u00e3o visam preparar os trabalhadores para situa\u00e7\u00f5es envolvendo vendavais (tempestade local com ventos fortes), ciclones (ventos costeiros) tornados, tempestades de raios ou granizo.<\/p>\n<p>O \u00fanico local do porto em que a regra \u00e9 ainda mais restritiva \u00e9 o P\u00eder P\u00fablico de Graneis L\u00edquidos (PPGL), utilizado para movimenta\u00e7\u00e3o de derivados de petr\u00f3leo, \u00f3leos vegetais dentre outros l\u00edquidos a granel. Devido ao risco de acidente nos sistemas de conex\u00e3o entre o p\u00eder e os navios, o limite m\u00e1ximo \u00e9 de 37 km\/h. \u201cCaso esses limites de condi\u00e7\u00f5es de tempo sejam superados, a opera\u00e7\u00e3o deve ser temporariamente paralisada, visando a seguran\u00e7a de todos\u201d, explicou Trevisan.<\/p>\n<p>Os principais riscos desses eventos mais extremos s\u00e3o acidentes com pessoas e ve\u00edculos, al\u00e9m da possibilidade de danificar cargas e equipamentos. Nessa linha, a orienta\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a \u00e9 seguir com a atividade suspensa por uma hora sem registros das condi\u00e7\u00f5es mais extremas conforme definido no Procedimento Operacional publicado.<\/p>\n<p>A partir de avisos de mau tempo, todos os usu\u00e1rios dos portos devem estar atentos \u00e0 previs\u00e3o e ao monitoramento meteorol\u00f3gico. Uma sugest\u00e3o gratuita para consulta \u00e9 o aplicativo da Esta\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Online Plugfield. Por meio do login comunidadeportuaria.pr e da senha comunidadeportuaria, o usu\u00e1rio consegue monitorar dados clim\u00e1ticos em tempo real e adotar as medidas preventivas sempre que necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>O material completo foi resultado de um processo participativo envolvendo diversos setores e foi publicado neste link. A Comunidade Portu\u00e1ria tamb\u00e9m recebeu o material por e-mail e realizou um simulado do Plano de Ajuda M\u00fatua (PAM) com as novas regras.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Portos do Paran\u00e1 definiu regras de seguran\u00e7a para trabalhadores portu\u00e1rios no Paran\u00e1 durante eventos clim\u00e1ticos extremos como, por exemplo, vendavais, tempestade de raios e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":53285,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-53283","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53283","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53283"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53283\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53286,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53283\/revisions\/53286"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/53285"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53283"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53283"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53283"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}