{"id":53171,"date":"2024-08-08T09:27:42","date_gmt":"2024-08-08T12:27:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=53171"},"modified":"2024-08-08T09:27:42","modified_gmt":"2024-08-08T12:27:42","slug":"compromisso-com-a-retomada-da-industria-naval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/compromisso-com-a-retomada-da-industria-naval\/","title":{"rendered":"Compromisso com a retomada da ind\u00fastria naval"},"content":{"rendered":"<p>O Sindicato Nacional da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o e Repara\u00e7\u00e3o Naval e Offshore (SINAVAL) recebeu com satisfa\u00e7\u00e3o a recente abertura de licita\u00e7\u00e3o da Transpetro para a contrata\u00e7\u00e3o de quatro navios da classe &#8220;HANDY&#8221;, com capacidade de 15 mil a 18 mil toneladas de porte bruto, com o primeiro lan\u00e7amento de embarca\u00e7\u00e3o previsto para 2026.<\/p>\n<p>A nova licita\u00e7\u00e3o \u00e9 um marco e refor\u00e7a o compromisso citado pela nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, com a retomada do crescimento da ind\u00fastria naval brasileira. Desde sua posse, as an\u00e1lises da opini\u00e3o p\u00fablica, muitas vezes focadas em crises anteriores e em questionar a viabilidade econ\u00f4mica e a efici\u00eancia do setor, ignoraram um aspecto crucial: a Ind\u00fastria Naval \u00e9 um elemento estrat\u00e9gico de soberania nacional e de desenvolvimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>O setor, no Pa\u00eds, est\u00e1 pronto para operar: os estaleiros possuem parque instalado de n\u00edvel mundial, com investimentos de moderniza\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o recentes de novas plantas, al\u00e9m de recursos aplicados em gest\u00e3o, governan\u00e7a e integridade. Essa ind\u00fastria n\u00e3o s\u00f3 gera empregos, mas tamb\u00e9m promove o desenvolvimento em diversos n\u00edveis, desde o processamento, por exemplo, de a\u00e7o, at\u00e9 a tecnologia de ponta em Engenharia Naval.<\/p>\n<div id=\"beacon_9f2f4c609b\"><\/div>\n<p>A decis\u00e3o, contida na licita\u00e7\u00e3o, de instituir taxas de financiamento mais atrativas, por meio do Fundo da Marinha Mercante (FMM), indo de 2,3% a 3,3% ao ano para o Sistema Petrobras, \u00e9 fundamental para esta retomada. Al\u00e9m dos recursos mais atrativos, haver\u00e1 a possibilidade de cerca de 65% de conte\u00fado local nas contrata\u00e7\u00f5es. No edital, tamb\u00e9m h\u00e1 um mecanismo de equaliza\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, passando a considerar nas propostas internacionais o custo futuro com os tributos de importa\u00e7\u00e3o para nacionalizar os navios (taxas de importa\u00e7\u00e3o, ICMS, PIS, Cofins).<\/p>\n<p>Em todo o mundo, o setor naval \u00e9 amplamente subsidiado pelos governos e \u00e9 uma pol\u00edtica de Estado em diversas na\u00e7\u00f5es desenvolvidas. Pa\u00edses como Estados Unidos, Coreia do Sul e China oferecem incentivos significativos, reconhecendo a import\u00e2ncia estrat\u00e9gica da ind\u00fastria naval para suas economias.<\/p>\n<p>No Brasil, essa pol\u00edtica \u00e9 necess\u00e1ria e igualmente vital. Desenvolver a Ind\u00fastria Naval \u00e9 uma pol\u00edtica de Estado que transcende administra\u00e7\u00f5es governamentais. Depender de estaleiros estrangeiros e tecnologias externas coloca em risco a seguran\u00e7a e a competitividade do Pa\u00eds em um cen\u00e1rio global de desafios globais significativos, incluindo a disputa acirrada e as flutua\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas.<\/p>\n<p>Os pa\u00edses que investem continuamente em suas ind\u00fastrias navais conseguem se manter competitivos e preparados para as demandas futuras. No Brasil, o apoio governamental e a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de longo prazo s\u00e3o fundamentais para garantir que a Ind\u00fastria Naval continue a evoluir e a contribuir para a economia nacional.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navi0s<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Sindicato Nacional da Ind\u00fastria da Constru\u00e7\u00e3o e Repara\u00e7\u00e3o Naval e Offshore (SINAVAL) recebeu com satisfa\u00e7\u00e3o a recente abertura de licita\u00e7\u00e3o da Transpetro para a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":53173,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-53171","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53171","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53171"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53171\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53174,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53171\/revisions\/53174"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/53173"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53171"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53171"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53171"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}