{"id":53001,"date":"2024-08-02T06:10:03","date_gmt":"2024-08-02T09:10:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=53001"},"modified":"2024-08-01T23:40:02","modified_gmt":"2024-08-02T02:40:02","slug":"norbe-ix-da-foresea-realizara-operacoes-automatizadas-na-perfuracao-offshore","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/norbe-ix-da-foresea-realizara-operacoes-automatizadas-na-perfuracao-offshore\/","title":{"rendered":"Norbe IX da Foresea realizar\u00e1 opera\u00e7\u00f5es automatizadas na perfura\u00e7\u00e3o offshore"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s quase dois anos de testes e planejamento, o navio-sonda &#8220;Norbe IX&#8221;, da Foresea, est\u00e1 prestes a iniciar suas opera\u00e7\u00f5es de perfura\u00e7\u00e3o offshore com total automa\u00e7\u00e3o. A embarca\u00e7\u00e3o recebeu equipamentos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o desde fevereiro deste ano e deve concluir a implementa\u00e7\u00e3o total da tecnologia at\u00e9 o fim do segundo semestre de 2024. Com esses equipamentos, a &#8220;Norbe IX&#8221; ser\u00e1 capaz de perfurar po\u00e7os de petr\u00f3leo com mais efici\u00eancia e sem a necessidade de interven\u00e7\u00e3o humana na chamada red zone, a \u00e1rea de mais alto risco no navio durante as perfura\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A nova tecnologia de automa\u00e7\u00e3o, desenvolvida em parceria com a fabricante norueguesa HMH, \u00e9 composta pela plataforma Deal (Drilling Equipment Automation Layer) e dois sistemas operacionais: CADs 2.0 e Drillers Assist. O primeiro comanda a automa\u00e7\u00e3o dos equipamentos que participam da perfura\u00e7\u00e3o, enquanto o Drillers Assist utiliza intelig\u00eancia artificial para auxiliar o driller, o profissional que opera a constru\u00e7\u00e3o do po\u00e7o de uma cabine de comando na \u00e1rea operacional.<\/p>\n<p>Heitor Gioppo, COO da Foresea, destacou que com a nova tecnologia, o sondador, respons\u00e1vel por comandar manualmente as opera\u00e7\u00f5es de perfura\u00e7\u00e3o, passar\u00e1 a monitorar e validar opera\u00e7\u00f5es realizadas de forma autom\u00e1tica, ganhando mais precis\u00e3o, efici\u00eancia e seguran\u00e7a.<\/p>\n<div id=\"beacon_049c34414a\"><\/div>\n<p>Clarisse Rodrigues, Rig Manager da &#8220;Norbe IX&#8221;, ressaltou que a sonda ser\u00e1 a primeira no Brasil e uma das \u00fanicas no mundo a contar com opera\u00e7\u00f5es totalmente automatizadas. Rodrigues comparou a automa\u00e7\u00e3o com o piloto autom\u00e1tico de um carro, explicando que o operador da sonda passar\u00e1 a contar com um dispositivo similar, o que resultar\u00e1 em um aumento consistente de desempenho e seguran\u00e7a para toda a tripula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os primeiros testes de f\u00e1brica para a implanta\u00e7\u00e3o da nova tecnologia foram realizados em 2023, de forma simulada na Noruega. Um grupo de engenheiros e t\u00e9cnicos teve o primeiro contato pr\u00e1tico com a tecnologia, testando-a em um simulador 3D que reproduz com exatid\u00e3o o ambiente e a opera\u00e7\u00e3o de perfura\u00e7\u00e3o da &#8220;Norbe IX&#8221;, que hoje se encontra na Bacia do Esp\u00edrito Santo, a servi\u00e7o da Petrobras.<\/p>\n<p>A Foresea opera com cinco sondas pr\u00f3prias no pa\u00eds e acaba de completar um ano com 100% de sua frota contratada. No ano passado, a organiza\u00e7\u00e3o reaproveitou 100% dos res\u00edduos no setor de perfura\u00e7\u00e3o offshore brasileiro, tanto das sondas como das bases terrestres. A gest\u00e3o de res\u00edduos \u00e9 direcionada por dois objetivos: reduzir a gera\u00e7\u00e3o, principalmente por meio da tecnologia, e otimizar a destina\u00e7\u00e3o com reaproveitamento, zerando totalmente o envio de res\u00edduos para aterros sanit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s quase dois anos de testes e planejamento, o navio-sonda &#8220;Norbe IX&#8221;, da Foresea, est\u00e1 prestes a iniciar suas opera\u00e7\u00f5es de perfura\u00e7\u00e3o offshore com total&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":53003,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-53001","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53001","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53001"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53001\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":53004,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53001\/revisions\/53004"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/53003"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53001"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53001"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53001"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}