{"id":52863,"date":"2024-07-29T07:58:25","date_gmt":"2024-07-29T10:58:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=52863"},"modified":"2024-07-29T07:58:25","modified_gmt":"2024-07-29T10:58:25","slug":"subsea7-alcanca-us-292-milhoes-em-ebitda-ajustado-no-segundo-trimestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/subsea7-alcanca-us-292-milhoes-em-ebitda-ajustado-no-segundo-trimestre\/","title":{"rendered":"Subsea7 alcan\u00e7a US$ 292 milh\u00f5es em EBITDA ajustado no segundo trimestre"},"content":{"rendered":"<p>A Subsea7, empresa que atua em projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, anuncia s\u00f3lidos resultados operacionais e financeiros no segundo trimestre de 2024. A empresa totaliza US$ 292 milh\u00f5es em EBITDA ajustado global no 2Q24, o que representa aumento de 80% no comparativo ao per\u00edodo do ano anterior. O resultado \u00e9 uma margem de EBITDA ajustada de 17%, acima dos 11% do ano anterior. A receita alcan\u00e7ou US$ 1,7 bilh\u00e3o, crescimento de 15%, comparado ao mesmo per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>\u201cO sucesso dos resultados \u00e9 decorr\u00eancia do significativo desempenho do segmento de &#8216;Subsea and Conventional&#8217;, que reflete a utiliza\u00e7\u00e3o dos navios de apoio mundial, bem como os relevantes progressos nas atividades desenvolvidas. No Brasil, destacamos a renova\u00e7\u00e3o de contratos de longo prazo para quatro PLSVs e o progresso das opera\u00e7\u00f5es dos projetos Mero 3 e Mero 4. Sobre as atividades, iniciamos a fabrica\u00e7\u00e3o de stalks para o Mero 4 na spoolbase de Ubu, no Esp\u00edrito Santo, e a conclus\u00e3o no Seven Vega, do principal escopo para o projeto Bacalhau, antes de se mobilizar para Mero 3\u201d, explica John Evans, CEO Global da Subsea7.<\/p>\n<p>No per\u00edodo, a carteira de pedidos (backlog) global conquista US$ 12,5 bilh\u00f5es, dos quais prev\u00ea-se a execu\u00e7\u00e3o de US$ 3,3 bilh\u00f5es at\u00e9 o fim deste ano, seguido por US$ US$ 4,9 bilh\u00f5es em 2025 e US$ 4,3 bilh\u00f5es em 2026 e nos anos seguintes. A entrada de novos pedidos permanece est\u00e1vel com uma marca de US$ 4 bilh\u00f5es. A margem EBITDA ajustada para o ano 2025 estar\u00e1 entre 18 e 20%, ultrapassando os 20% no ano completo de 2026.<\/p>\n<p>\u201cCom as equipes e os ativos certos, estamos confiantes de que as solu\u00e7\u00f5es diferenciadas da companhia, bem como as rela\u00e7\u00f5es de colabora\u00e7\u00e3o com os clientes, nos posicionam para apresentar um forte desempenho financeiro nos pr\u00f3ximos anos\u201d, conclui John Evans.<\/p>\n<p>Subsea7 no Brasil<\/p>\n<p>Seguindo a estrat\u00e9gia de expans\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es no pa\u00eds, a Subsea7 confirmou em junho, ap\u00f3s um processo de concorr\u00eancia, a assinatura de quatro contratos de longo prazo de &#8220;daily rate&#8221; para embarca\u00e7\u00f5es de engenharia (PLSVs) com a Petrobras. Os acordos, que ter\u00e3o in\u00edcio no ano que vem, t\u00eam um valor combinado de mais de US$ 1,25 bilh\u00e3o e ser\u00e3o registrados na carteira de pedidos do segundo semestre da empresa.<\/p>\n<p>A companhia tamb\u00e9m confirmou a assinatura de um novo contrato com a Petrobras para o desenvolvimento do campo de B\u00fazios 9, localizado a aproximadamente 180 km da costa do estado do Rio de Janeiro, a 2.000 metros de profundidade, no pr\u00e9-sal da bacia de Santos. O escopo do acordo inclui engenharia, aquisi\u00e7\u00e3o, fabrica\u00e7\u00e3o, instala\u00e7\u00e3o e pr\u00e9-comissionamento de 102 km de risers r\u00edgidos e linhas de fluxo para o sistema de produ\u00e7\u00e3o de ondas de a\u00e7o.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Subsea7, empresa que atua em projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, anuncia s\u00f3lidos resultados operacionais e financeiros no segundo trimestre de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":52865,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-52863","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52863","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=52863"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52863\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":52866,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/52863\/revisions\/52866"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/52865"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=52863"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=52863"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=52863"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}