{"id":51406,"date":"2024-05-20T08:20:54","date_gmt":"2024-05-20T11:20:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=51406"},"modified":"2024-05-20T08:20:54","modified_gmt":"2024-05-20T11:20:54","slug":"producao-de-oleo-da-uniao-foi-24-maior-no-primeiro-trimestre-de-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/producao-de-oleo-da-uniao-foi-24-maior-no-primeiro-trimestre-de-2024\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo da Uni\u00e3o foi 24% maior no primeiro trimestre de 2024"},"content":{"rendered":"<p>A Uni\u00e3o teve direito a uma parcela de 4,59 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo no primeiro trimestre do ano, provenientes de oito contratos de partilha de produ\u00e7\u00e3o e das jazidas unitizadas de Tupi e Atapu. O resultado \u00e9 24% superior ao registrado no mesmo per\u00edodo de 2023, quando a produ\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o somou 3,69 milh\u00f5es de barris. Este ano, o campo de Mero foi respons\u00e1vel pela maior parte da produ\u00e7\u00e3o, com 3,2 milh\u00f5es de barris, seguido de B\u00fazios, com 647 mil barris.<\/p>\n<p>No primeiro trimestre deste ano, a Uni\u00e3o tamb\u00e9m teve direito a 8,89 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de g\u00e1s natural dispon\u00edvel para exporta\u00e7\u00e3o. As maiores contribui\u00e7\u00f5es vieram dos campos de B\u00fazios (3,7 milh\u00f5es de m\u00b3) e Sapinho\u00e1 (3,6 milh\u00f5es de m\u00b3). O resultado \u00e9 21% superior ao obtido no primeiro trimestre de 2023 (7,33 milh\u00f5es de m\u00b3).<\/p>\n<p>Juntos, os oito contratos de partilha produziram 90,86 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo e 294,56 milh\u00f5es de m\u00b3 de g\u00e1s para exporta\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre de 2024. B\u00fazios foi o principal produtor de petr\u00f3leo em regime de partilha, com 45,87 milh\u00f5es de barris produzidos.<\/p>\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>A parcela de \u00f3leo pertencente \u00e0 Uni\u00e3o, no m\u00eas de mar\u00e7o, manteve-se est\u00e1vel: 49 mil bpd nos oito contratos de partilha de produ\u00e7\u00e3o e nos Acordos de Individualiza\u00e7\u00e3o da Produ\u00e7\u00e3o (AIPs) de Atapu e Tupi. O campo de Mero foi o que mais produziu, respondendo por 72% da produ\u00e7\u00e3o, com 35,19 mil barris por dia (bpd), seguido de B\u00fazios (7,05 mil bpd) e Sapinho\u00e1 (2,52 mil bpd).<\/p>\n<p>No m\u00eas de mar\u00e7o, a produ\u00e7\u00e3o total m\u00e9dia dos oito contratos de partilha foi de 957 mil bpd, um resultado 3% menor que o per\u00edodo anterior, em fun\u00e7\u00e3o da parada de produ\u00e7\u00e3o do FPSO Sepetiba, no Campo de Mero, por atingir o limite de queima autorizada, e tamb\u00e9m da parada programada do FPSO Carioca, no campo de S\u00e9pia. O Campo de B\u00fazios foi o maior produtor com 498,65 mil bpd.<\/p>\n<p>A exporta\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural, em mar\u00e7o, foi de 2,54 milh\u00f5es de m\u00b3 por dia. Este resultado foi 27% menor em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior, devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o nos FPSOs P-74 e P-75, no Campo de B\u00fazios, para manuten\u00e7\u00e3o pontual de equipamentos e problemas operacionais no FPSO Ilhabela, no Campo de Sapinho\u00e1. O excedente de g\u00e1s natural em mar\u00e7o foi de de 73 mil m\u00b3 por dia. Considerando-se apenas os contratos de partilha, o resultado do m\u00eas foi 6% menor em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior, devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o nos FPSOs P-74 e P-75, no Campo de B\u00fazios, e queda na exporta\u00e7\u00e3o do FPSO Ilhabela, no Campo de Sapinho\u00e1.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Uni\u00e3o teve direito a uma parcela de 4,59 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo no primeiro trimestre do ano, provenientes de oito contratos de partilha&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":51407,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-51406","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51406","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=51406"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51406\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":51408,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/51406\/revisions\/51408"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/51407"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=51406"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=51406"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=51406"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}