{"id":50619,"date":"2024-04-01T10:55:03","date_gmt":"2024-04-01T13:55:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=50619"},"modified":"2024-04-01T10:55:03","modified_gmt":"2024-04-01T13:55:03","slug":"petrobras-investe-bilhoes-em-energia-limpa-e-turbinas-eolicas-offshore-chegam-ao-rn-e-rj","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-investe-bilhoes-em-energia-limpa-e-turbinas-eolicas-offshore-chegam-ao-rn-e-rj\/","title":{"rendered":"Petrobras investe bilh\u00f5es em energia limpa e turbinas e\u00f3licas offshore chegam ao RN e RJ"},"content":{"rendered":"<p>A Petrobras, em um movimento ambicioso em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sustentabilidade e \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, planeja instalar duas turbinas e\u00f3licas offshore at\u00e9 2029 para testar a gera\u00e7\u00e3o de energia limpa na costa do Rio Grande do Norte e do Rio de Janeiro. Essa iniciativa faz parte das estrat\u00e9gias de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) da empresa, liderada pelo diretor executivo de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, Maur\u00edcio Tolmasquim.<\/p>\n<h2><strong>Petrobras iniciou conversas com SPU para garantir o acesso \u00e0s \u00e1reas necess\u00e1rias<\/strong><\/h2>\n<p>Segundo Tolmasquim, a Petrobras est\u00e1 se preparando para o futuro da energia limpa, investindo em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e\u00f3licas offshore. Al\u00e9m das duas turbinas e\u00f3licas offshore de teste, a empresa j\u00e1 tem quatro projetos comerciais em an\u00e1lise para concorrer em futuros leil\u00f5es de cess\u00e3o de \u00e1reas para esse segmento.<\/p>\n<p>A Petrobras j\u00e1 iniciou conversas com a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.gov.br\/economia\/pt-br\/assuntos\/patrimonio-da-uniao\" target=\"_blank\" rel=\"noopener external noreferrer\" data-wpel-link=\"external\">Secretaria de Patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o<\/a>\u00a0(SPU) para garantir o acesso \u00e0s \u00e1reas necess\u00e1rias para a instala\u00e7\u00e3o das turbinas e\u00f3licas offshore. A empresa agora est\u00e1 em processo de licenciamento ambiental de dez \u00e1reas no mar brasileiro com potencial para desenvolvimento futuro de projetos de energia e\u00f3lica offshore, incluindo tr\u00eas no Estado do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<div class=\"code-block code-block-2\">Os projetos comerciais em an\u00e1lise incluem o Costa Branca I (1,45 GW), Costa Branca II (2,10 GW) e Ginga (1,06 GW), com investimentos previstos de US$ 5,2 bilh\u00f5es em e\u00f3lica e solar at\u00e9 2028.<\/div>\n<div>\n<h2><strong>Petrobras enfrenta desafios<\/strong><\/h2>\n<p>Apesar do otimismo em rela\u00e7\u00e3o ao potencial da energia e\u00f3lica offshore, a Petrobras enfrenta desafios, incluindo quest\u00f5es de licenciamento ambiental, infraestrutura portu\u00e1ria e cadeia de suprimentos. No entanto, a empresa est\u00e1 determinada a superar esses obst\u00e1culos e liderar o caminho em dire\u00e7\u00e3o a um futuro mais sustent\u00e1vel e limpo.<\/p>\n<p>Com um total de 30 gigawatts (GW) de projetos de e\u00f3licas offshore em tramita\u00e7\u00e3o no\u00a0Ibama, a Petrobras est\u00e1 posicionada para desempenhar um papel fundamental na transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica do Brasil. Os investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o demonstram o compromisso da empresa em impulsionar a ado\u00e7\u00e3o de fontes de energia renov\u00e1veis e reduzir as emiss\u00f5es de carbono.<\/p>\n<h2><strong>Desafios e perspectivas para a energia e\u00f3lica offshore no Brasil<\/strong><\/h2>\n<p>A energia e\u00f3lica offshore, j\u00e1 estabelecida em diversas partes do mundo, desponta como uma promissora fonte de energia para o Brasil. Um estudo da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) aponta que essa modalidade de gera\u00e7\u00e3o de energia poderia aumentar a capacidade total de produ\u00e7\u00e3o do pa\u00eds em 3,6 vezes, alcan\u00e7ando 700 GW, o que impulsionaria a descarboniza\u00e7\u00e3o da economia. No entanto, diversos desafios precisam ser superados para que o Brasil possa aproveitar plenamente o potencial dessa fonte de energia limpa.<\/p>\n<p>A aprova\u00e7\u00e3o do marco regulat\u00f3rio espec\u00edfico para a energia e\u00f3lica offshore \u00e9 apontada como o primeiro passo fundamental. Esse marco proporcionaria seguran\u00e7a jur\u00eddica para os investimentos necess\u00e1rios e atrairia fabricantes interessados em expandir a capacidade de fornecimento local.<\/p>\n<h2><strong>Regulamenta\u00e7\u00e3o, crit\u00e9rios de sele\u00e7\u00e3o de \u00e1reas, incentivos financeiros e investimentos<\/strong><\/h2>\n<p>O Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME) j\u00e1 iniciou a avalia\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros para a sele\u00e7\u00e3o de \u00e1reas destinadas aos projetos de gera\u00e7\u00e3o e\u00f3lica offshore. Definir crit\u00e9rios claros para a escolha das \u00e1reas \u00e9 essencial para dar previsibilidade aos investidores e mobilizar os atores envolvidos.<\/p>\n<p>O Brasil necessita de investimentos significativos para desenvolver projetos de energia e\u00f3lica offshore. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) est\u00e1 trabalhando em frentes para auxiliar no financiamento do setor, mantendo di\u00e1logos com os desenvolvedores enquanto aguarda a aprova\u00e7\u00e3o do marco legal.<\/p>\n<h2><strong>Cadeia de fornecedores e qualifica\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra<\/strong><\/h2>\n<p>\u00c9 crucial que o pa\u00eds demonstre demanda por m\u00e3o de obra e equipamentos para n\u00e3o ficar para tr\u00e1s na corrida pela aquisi\u00e7\u00e3o dos componentes necess\u00e1rios. O Brasil j\u00e1 demonstrou expertise em integrar as cadeias de fornecimento, especialmente com o setor de petr\u00f3leo e g\u00e1s, e precisa aplicar essa experi\u00eancia na energia e\u00f3lica offshore.<\/p>\n<p>Investimentos na forma\u00e7\u00e3o de profissionais s\u00e3o fundamentais para atender \u00e0s demandas do setor. Iniciativas como o Centro de Tecnologias do G\u00e1s e Energias Renov\u00e1veis do\u00a0SENAI\u00a0e os treinamentos oferecidos pelo Ibama visam preparar os profissionais para as exig\u00eancias t\u00e9cnicas e ambientais desse novo cen\u00e1rio.<\/p>\n<p>Apesar dos desafios, a energia e\u00f3lica offshore representa uma grande oportunidade para o Brasil reduzir sua depend\u00eancia de fontes de energia mais poluentes e contribuir para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica global. Com a supera\u00e7\u00e3o dos entraves identificados, o pa\u00eds poder\u00e1 se posicionar como l\u00edder na produ\u00e7\u00e3o desse tipo de energia e fortalecer sua matriz energ\u00e9tica de forma sustent\u00e1vel.<\/p>\n<div id=\"taboola-below-article-thumbnails\" class=\" trc_related_container trc_spotlight_widget tbl-feed-container tbl-feed-frame-DIVIDER  render-late-effect\" data-feed-container-num=\"1\" data-feed-main-container-id=\"taboola-below-article-thumbnails\" data-parent-placement-name=\"Below Article Thumbnails\" data-pub-lang=\"pt\">\n<div class=\"tbl-feed-header-logo\">Fonte: Petrosolg\u00e1s<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Petrobras, em um movimento ambicioso em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sustentabilidade e \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, planeja instalar duas turbinas e\u00f3licas offshore at\u00e9 2029 para testar a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":50620,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-50619","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50619","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50619"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50619\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":50621,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50619\/revisions\/50621"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/50620"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50619"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50619"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50619"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}