{"id":48843,"date":"2023-12-11T08:01:54","date_gmt":"2023-12-11T11:01:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=48843"},"modified":"2023-12-11T08:01:54","modified_gmt":"2023-12-11T11:01:54","slug":"brasil-adere-a-iniciativa-global-de-expansao-da-eolica-offshore","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-adere-a-iniciativa-global-de-expansao-da-eolica-offshore\/","title":{"rendered":"Brasil adere \u00e0 iniciativa global de expans\u00e3o da e\u00f3lica offshore"},"content":{"rendered":"<p>O Secret\u00e1rio Nacional de Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica e Planejamento, Thiago Barral, assinou, em nome do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ades\u00e3o do Brasil \u00e0 Global Offshore Wind Alliance (Gowa), em cerim\u00f4nia realizada durante a COP28. A iniciativa \u00e9 da Ag\u00eancia Internacional de Energia Renov\u00e1vel (Irena) e do Conselho Global de Energia E\u00f3lica (GWEC), cujo lan\u00e7amento ocorreu na edi\u00e7\u00e3o passada da COP.<\/p>\n<p>O objetivo da alian\u00e7a \u00e9 reunir governos, setor privado, organiza\u00e7\u00f5es internacionais e outras partes interessadas para acelerar a implanta\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica offshore, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento da fonte e enfrentar as crises clim\u00e1ticas e de seguran\u00e7a energ\u00e9tica no mundo. \u201cO Brasil reconhece a necessidade de acelerar a transi\u00e7\u00e3o para uma matriz energ\u00e9tica mais limpa. Neste contexto, a energia e\u00f3lica offshore faz parte do portf\u00f3lio de solu\u00e7\u00f5es vi\u00e1veis e a Gowa \u00e9 uma iniciativa necess\u00e1ria. Em colabora\u00e7\u00e3o, estamos removendo as barreiras ao desenvolvimento desta nova e promissora fronteira de energia renov\u00e1vel,\u201d afirmou Thiago Barral.<\/p>\n<div id=\"beacon_0aedfb78c2\"><\/div>\n<p>\u201cA expans\u00e3o da energia e\u00f3lica offshore \u00e9 absolutamente fundamental para que o mundo atinja a meta de triplicar as renov\u00e1veis. O Conselho Global de Energia E\u00f3lica est\u00e1 encantado com a ambi\u00e7\u00e3o estabelecida pelo compromisso da COP28 e a Gowa fornece o conjunto de ferramentas perfeito para implementar a\u00e7\u00f5es transformadoras no ritmo que o mundo precisa para permanecer no caminho rumo ao Net Zero. O GWEC v\u00ea um enorme crescimento para a energia e\u00f3lica offshore, com 323 GW constru\u00eddos at\u00e9 2030, e a Gowa cria uma comunidade global de partes interessadas para impulsionar a acelera\u00e7\u00e3o da energia e\u00f3lica offshore. A expans\u00e3o cont\u00ednua do nosso grupo diversificado e din\u00e2mico de membros dos setores p\u00fablico e privado garante que a Global Offshore Wind Alliance seja um ativo fundamental para tornar a energia e\u00f3lica offshore uma fonte de energia convencional\u201d, destacou Ben Backwell, CEO do Conselho Global de Energia E\u00f3lica.<\/p>\n<p>Para Elbia Gannoum, a ades\u00e3o do Brasil \u00e9 um marco para o avan\u00e7o da regulamenta\u00e7\u00e3o das e\u00f3licas offshore no pa\u00eds. \u201cNo Brasil, j\u00e1 estamos com mais de 78 projetos em an\u00e1lise pelo Ibama, o que representa mais de 182 GW de capacidade. O potencial brasileiro para e\u00f3lica offshore \u00e9 de 700 GW, isso significa n\u00e3o s\u00f3 um avan\u00e7o rumo ao NetZero em 2030 como tamb\u00e9m o impulsionamento de novas tecnol\u00f3gicas que demandam energia renov\u00e1vel, como o hidrog\u00eanio verde. Essa ades\u00e3o, pleiteada pela ABEE\u00f3lica junto ao MME, garantir\u00e1 ainda a eficaz implementa\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica industrial verde no pa\u00eds\u201d, afirma Elbia Gannoum, presidente executiva da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica e Novas Tecnologias.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Secret\u00e1rio Nacional de Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica e Planejamento, Thiago Barral, assinou, em nome do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a ades\u00e3o do Brasil&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":48844,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-48843","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48843","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48843"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48843\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48845,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48843\/revisions\/48845"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48844"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48843"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48843"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48843"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}