{"id":48485,"date":"2023-11-23T01:14:09","date_gmt":"2023-11-23T04:14:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=48485"},"modified":"2023-11-23T01:14:09","modified_gmt":"2023-11-23T04:14:09","slug":"subsea7-cresce-12-no-terceiro-trimestre-com-receita-de-us-16-bilhao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/subsea7-cresce-12-no-terceiro-trimestre-com-receita-de-us-16-bilhao\/","title":{"rendered":"Subsea7 cresce 12% no terceiro trimestre, com receita de US$ 1,6 bilh\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A Subsea7, empresa especializada em projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, concluiu o terceiro trimestre do ano com receita de US$ 1,6 bilh\u00e3o, o que representa um aumento de 12% no comparativo com igual per\u00edodo de 2022. O EBITDA ajustado global alcan\u00e7ou o valor de US$ 201 milh\u00f5es, resultando em uma margem de Ebitda ajustada de 13%.<\/p>\n<p>A carteira de pedidos (backlog) global seguiu em expans\u00e3o, com US$ 10,8 bilh\u00f5es, dos quais prev\u00ea-se a execu\u00e7\u00e3o de aproximadamente US$ 1,7 bilh\u00e3o ainda no quarto trimestre de 2023, seguido por US$ 4,8 bilh\u00f5es em 2024 e US$ 4,3 bilh\u00f5es em 2025. A entrada de novos pedidos continuou favor\u00e1vel, com uma marca de US$ 2,1 bilh\u00f5es, sendo US$ 1,4 bilh\u00e3o em novos contratos e US$ 700 milh\u00f5es em reajustamento de pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Segundo John Evans, CEO Global da Subsea7, os resultados apontam que a empresa est\u00e1 no caminho certo para alcan\u00e7ar todas as metas tra\u00e7adas para este ano. \u201cDurante o terceiro trimestre, registramos um s\u00f3lido progresso operacional em projetos-chave na unidade de neg\u00f3cios Subsea e Convencional e em Renov\u00e1veis, incluindo atividades iniciais na carteira de contratos de margens mais altas. \u00c0 medida que esses contratos avan\u00e7am, estamos confiantes de que as margens de EBITDA ajustado voltar\u00e3o a uma faixa de 15 a 20% nos pr\u00f3ximos anos, atingindo o patamar mais alto dessa faixa at\u00e9 o fim de 2025\u201d, disse Evans.<\/p>\n<p>De acordo com o executivo, a atividade de licita\u00e7\u00e3o permanece em n\u00edveis elevados nas \u00e1reas de energia e\u00f3lica submarina e offshore, o que amplia a visibilidade para al\u00e9m de 2025 e respalda a expectativa de um ciclo sustentado at\u00e9 a \u00faltima parte da d\u00e9cada. \u201cPelo segundo trimestre consecutivo, a unidade de neg\u00f3cios de Energias Renov\u00e1veis manteve margem de EBITDA ajustada de dois d\u00edgitos, fruto da estabiliza\u00e7\u00e3o operacional e da \u00eanfase na obten\u00e7\u00e3o de novos pedidos para reequilibrar riscos e retornos. Embora a ind\u00fastria de energia e\u00f3lica offshore continue em uma trajet\u00f3ria de crescimento n\u00e3o linear, acreditamos que a nossa abordagem estrat\u00e9gica sustentar\u00e1 esse elevado grau de desempenho\u201d, prossegue Evans.<\/p>\n<p>Em 2 de outubro, a joint venture OneSubsea, composta por Subsea7 (10%), SLB (70%) e Aker Solutions (20%), foi conclu\u00edda. Simultaneamente, a Subsea Integration Alliance, a alian\u00e7a estrat\u00e9gica global entre Subsea7 e OneSubsea, foi estendida at\u00e9 2033. Ambas as iniciativas aproveitam os ativos, servi\u00e7os e tecnologias l\u00edderes de mercado da Subsea7 para aumentar a efici\u00eancia dos projetos, viabilizando a explora\u00e7\u00e3o de reservas submarinas com emiss\u00f5es reduzidas de carbono.<\/p>\n<p>Brasil<\/p>\n<p>As opera\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o do sistema de coleta submarina do projeto B\u00fazios 8, da Petrobras atingiu 12% em seu cronograma. J\u00e1 as opera\u00e7\u00f5es para a implanta\u00e7\u00e3o de infraestrutura submarina em Mero 3&amp;4, tamb\u00e9m operado pela Petrobras, apresentam 20% de evolu\u00e7\u00e3o. Os trabalhos em Bacalhau, operado pela Equinor (40%), ExxonMobil (40%), Petrogal Brasil (20%) e Pr\u00e9-Sal Petr\u00f3leo S.A, est\u00e3o 71% conclu\u00eddos.<\/p>\n<p>No fim de setembro, a Subsea7 anunciou a obten\u00e7\u00e3o de um aditamento contratual significativo com a Petrobras para o avan\u00e7o do projeto Mero 4, campo integrado ao empreendimento Mero 3, localizado a cerca de 200 quil\u00f4metros da costa do Rio de Janeiro, em uma profundidade de 2.200 metros na \u00e1rea do pr\u00e9-sal na Bacia de Santos. O contrato, no valor superior a US$ 750 milh\u00f5es, abrange engenharia, licita\u00e7\u00e3o, fabrica\u00e7\u00e3o, instala\u00e7\u00e3o e pr\u00e9-comissionamento de 76 quil\u00f4metros de dutos.<\/p>\n<p>Envolve tamb\u00e9m o gerenciamento de projeto e de engenharia, que j\u00e1 foram iniciados nos escrit\u00f3rios da empresa em Paris e no Rio de Janeiro. A confirma\u00e7\u00e3o deste aditivo contratual, que foi registrado no backlog do terceiro trimestre de 2023, representa um marco importante para a empresa, sendo o quinto grande contrato EPCI da Subsea7 no Brasil. A fabrica\u00e7\u00e3o dos dutos ser\u00e1 realizada na spoolbase da empresa em Ubu, no Esp\u00edrito Santo, e as opera\u00e7\u00f5es offshore est\u00e3o previstas para 2025 e 2026.<\/p>\n<p>O projeto Mero 4, integrado ao empreendimento Mero 3 como uma \u00fanica iniciativa, engloba um total de 12 po\u00e7os de produ\u00e7\u00e3o e 12 po\u00e7os de inje\u00e7\u00e3o de G\u00e1s \u00c1gua (WAG). Estabelecendo uma cadeia de suprimentos global, o projeto envolve colabora\u00e7\u00f5es entre Brasil, China, Reino Unido, Europa e Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Subsea7, empresa especializada em projetos e tecnologia offshore para o setor de energia, concluiu o terceiro trimestre do ano com receita de US$ 1,6&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":48486,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-48485","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48485","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48485"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48485\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48487,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48485\/revisions\/48487"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48486"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48485"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48485"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48485"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}