{"id":48451,"date":"2023-11-21T08:14:02","date_gmt":"2023-11-21T11:14:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=48451"},"modified":"2023-11-21T08:19:42","modified_gmt":"2023-11-21T11:19:42","slug":"o-equipamento-esta-atuando-24-horas-ininterruptas-com-os-servicos-de-dragagem-desde-a-sua-chegada-o-proposito-principal-e-garantir-a-seguranca-das-entradas-e-saidas-de-navios-maiores-no-complexo-por","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/o-equipamento-esta-atuando-24-horas-ininterruptas-com-os-servicos-de-dragagem-desde-a-sua-chegada-o-proposito-principal-e-garantir-a-seguranca-das-entradas-e-saidas-de-navios-maiores-no-complexo-por\/","title":{"rendered":"Abarrancagem: Uma Pr\u00e1tica Essencial na Navega\u00e7\u00e3o Fluvial da Amaz\u00f4nia e Pantanal"},"content":{"rendered":"<p>A \u201cabarrancagem\u201d, uma t\u00e9cnica de atraca\u00e7\u00e3o de navios que utiliza \u00e1rvores como pontos de amarra\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma pr\u00e1tica comum e necess\u00e1ria nas regi\u00f5es da Amaz\u00f4nia e do Pantanal, especialmente onde n\u00e3o h\u00e1 portos ou cais adequados. Esta metodologia n\u00e3o \u00e9 amplamente conhecida em outras partes do Brasil, mas \u00e9 vital para a navega\u00e7\u00e3o nos rios dessas \u00e1reas, tanto para opera\u00e7\u00f5es militares quanto civis.<\/p>\n<p><strong>T\u00e9cnica de Abarrancagem e Fundeio<\/strong><\/p>\n<p>Conforme explicado pelo Capit\u00e3o de Corveta Vin\u00edcius Fagundes, a abarrancagem requer cuidados espec\u00edficos, como a escolha de \u00e1rvores grandes e resistentes para amarra\u00e7\u00e3o das espias (cabos de atraca\u00e7\u00e3o). Este processo \u00e9 diferente do fundeio, que envolve a ancoragem do navio em um ponto fixo no leito do rio ou mar. Ambas as t\u00e9cnicas s\u00e3o essenciais para a estabilidade e seguran\u00e7a dos navios durante as miss\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Desafios e Adapta\u00e7\u00f5es na Navega\u00e7\u00e3o Fluvial<\/strong><\/p>\n<p>A navega\u00e7\u00e3o nos rios da Amaz\u00f4nia e do Pantanal apresenta desafios \u00fanicos, diferenciando-se significativamente da navega\u00e7\u00e3o mar\u00edtima. No Pantanal, com rios mais estreitos, a transfer\u00eancia de carga leve se torna mais complicada, enquanto na Amaz\u00f4nia, embora os rios sejam mais largos, ainda existem restri\u00e7\u00f5es e cuidados, especialmente durante a navega\u00e7\u00e3o noturna, onde o risco de encontro com embarca\u00e7\u00f5es menores aumenta.<\/p>\n<p><strong>Experi\u00eancia dos Marinheiros na Abarrancagem<\/strong><\/p>\n<p>O Suboficial Alexandre Siqueira dos Santos, mestre do navio, destaca que a abarrancagem \u00e9 uma tarefa que requer habilidade especial, envolvendo a escolha cuidadosa da \u00e1rvore apropriada e a execu\u00e7\u00e3o correta das manobras. A seguran\u00e7a \u00e9 uma prioridade em todas as opera\u00e7\u00f5es, com a verifica\u00e7\u00e3o constante dos equipamentos e o uso adequado de equipamentos de seguran\u00e7a individual.<\/p>\n<p><strong>Exemplos de Abarrancagem na Marinha Brasileira<\/strong><\/p>\n<p>A t\u00e9cnica \u00e9 exemplificada pelo Navio-Transporte Fluvial \u201cAlmirante Leverger\u201d, abarrancado no Pantanal, e pelo Navio-Patrulha Fluvial \u201cPedro Teixeira\u201d, abarrancado no Rio Negro, no Amazonas. Estes exemplos demonstram a adaptabilidade e compet\u00eancia da Marinha do Brasil em opera\u00e7\u00f5es fluviais, garantindo o cumprimento de miss\u00f5es em ambientes desafiadores.<\/p>\n<p><strong>Adaptabilidade e Per\u00edcia na Navega\u00e7\u00e3o Fluvial<\/strong><\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de abarrancagem reflete a adaptabilidade e a per\u00edcia necess\u00e1rias para a navega\u00e7\u00e3o fluvial nas regi\u00f5es \u00fanicas da Amaz\u00f4nia e do Pantanal. Esta t\u00e9cnica, embora menos conhecida fora dessas \u00e1reas, \u00e9 um aspecto fundamental das opera\u00e7\u00f5es navais e civis nesses rios, destacando a habilidade e o conhecimento dos marinheiros brasileiros.<\/p>\n<p>Fonte: Defesa em Foco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A \u201cabarrancagem\u201d, uma t\u00e9cnica de atraca\u00e7\u00e3o de navios que utiliza \u00e1rvores como pontos de amarra\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma pr\u00e1tica comum e necess\u00e1ria nas regi\u00f5es da Amaz\u00f4nia&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":48452,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-48451","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48451","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48451"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48451\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48463,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48451\/revisions\/48463"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/48452"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48451"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48451"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48451"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}