{"id":47971,"date":"2023-10-18T07:40:50","date_gmt":"2023-10-18T10:40:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=47971"},"modified":"2023-10-17T12:17:00","modified_gmt":"2023-10-17T15:17:00","slug":"banco-central-propoe-limitar-parcelamento-sem-juros-no-cartao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/banco-central-propoe-limitar-parcelamento-sem-juros-no-cartao\/","title":{"rendered":"Banco Central prop\u00f5e limitar parcelamento sem juros no cart\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter\" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"62\" data-block-id=\"2\">\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, apresentou, na manh\u00e3 desta segunda-feira, uma proposta para limitar a 12 parcelas as compras sem juros no cart\u00e3o de cr\u00e9dito. A medida ainda est\u00e1 em estudo, e o pr\u00f3prio BC far\u00e1 simula\u00e7\u00f5es para apresentar ao setor o impacto que essa medida poderia ter na redu\u00e7\u00e3o dos juros do rotativo do cart\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wall protected-content\">\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"38\" data-block-id=\"3\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Mas, afinal, por que o parcelamento sem juros influencia na taxa do rotativo? Como funciona o mercado de cart\u00e3o de cr\u00e9dito no Brasil? E por que o BC est\u00e1 propondo mudan\u00e7as? Entenda, abaixo, o que est\u00e1 em jogo.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"3\" data-block-id=\"5\">\n<div class=\"content-intertitle\">\n<h2>Projeto no Congresso<\/h2>\n<\/div>\n<p>O Congresso aprovou neste m\u00eas um projeto que limita o juro do rotativo do cart\u00e3o de cr\u00e9dito. O valor m\u00e1ximo que poder\u00e1 ser cobrado pelos bancos ser\u00e1 o dobro da d\u00edvida inicial \u2014 ou seja 100%.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"51\" data-block-id=\"7\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">O projeto avan\u00e7ou diante de uma forte alta do endividamento e, tamb\u00e9m, dos juros elevados cobrados no rotativo do cart\u00e3o. Mas o texto aprovado pelo Congresso prev\u00ea que esse limite s\u00f3 entrar\u00e1 em vigor caso o setor n\u00e3o apresente, at\u00e9 o fim do ano, uma outra proposta para regular o setor.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"10\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Um grupo de trabalho formado por bancos, bandeiras de cart\u00e3o, empresas de maquininhas de d\u00e9bito e cr\u00e9dito, representantes do varejo e Banco Central do Brasil est\u00e1 discutindo uma alternativa a esse teto para apresent\u00e1-la ao Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN).<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"48\" data-block-id=\"11\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Integrantes do grupo defendem tamb\u00e9m criar novas regras para o parcelamento sem juros no cart\u00e3o, j\u00e1 que parte dos participantes deste mercado avalia que h\u00e1 um subs\u00eddio cruzado &#8211; ou seja, os juros s\u00f3 seriam t\u00e3o altos no rotativo porque h\u00e1 financiamento sem cobran\u00e7as adicionais nas vendas parceladas.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>1) Como funciona o rotativo do cart\u00e3o de cr\u00e9dito?<\/strong><\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"9\" data-block-id=\"13\">\n<p>Quando o cliente n\u00e3o paga o total da fatura do cart\u00e3o na data do vencimento, ele entra automaticamente no rotativo, uma forma de cr\u00e9dito pr\u00e9-aprovada. Os especialistas em finan\u00e7as recomendam que o rotativo seja usado apenas em situa\u00e7\u00f5es emergenciais.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"32\" data-block-id=\"15\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Mas muita gente acaba usando esse cr\u00e9dito seguidamente. Assim, os valores devidos \u201crodam\u201d para o pr\u00f3ximo m\u00eas, com juros sobre juros, o que eleva muito a d\u00edvida, virando uma bola de neve.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"12\" data-block-id=\"16\">\n<p class=\"content-text__container\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>2) Qual \u00e9 o juro cobrado de quem entra no rotativo atualmente?<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o Banco Central, o juro m\u00e9dio do rotativo chegou a 445,7% ao ano em agosto passado \u2014 no mesmo m\u00eas de 2022, era bem menor, de 399,6% ao ano. Trata-se do cr\u00e9dito mais caro do mercado e, por isso, est\u00e3o sendo discutidas alternativas para baixar essa taxa.<\/p>\n<p><strong>3) Mas chega-se a pagar 445,6% num ano se ficar por 12 meses no rotativo?<\/strong><\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"15\" data-block-id=\"20\">\n<p>Os bancos dizem que n\u00e3o. Desde 2017, as institui\u00e7\u00f5es financeiras s\u00e3o obrigadas a migrar os clientes que ficam por mais de 30 dias no rotativo para uma linha de cr\u00e9dito parcelada com juros mais baixos. E, segundo os bancos, o brasileiro passa em m\u00e9dia apenas 18 dias pendurado no rotativo do cart\u00e3o. Al\u00e9m disso, as institui\u00e7\u00f5es financeiras alegam que no Brasil uma parcela enorme das compras \u00e9 feita sem juros: 75% do total, fatia muito maior que em outros pa\u00edses.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"7\" data-block-id=\"22\">\n<p class=\"content-text__container\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>4) Quanto os brasileiros devem no rotativo?<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o Banco Central, os brasileiros tinham R$ 75,4 bilh\u00f5es em d\u00edvidas no cart\u00e3o em agosto. O n\u00famero \u00e9 quase o dobro de dois anos antes, em agosto de 2021, quando eram R$ 40,42 bilh\u00f5es. O crescimento dessa d\u00edvida acendeu a luz amarela no governo.<\/p>\n<p><strong>5) Por que os juros no rotativo s\u00e3o t\u00e3o altos?<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"10\" data-block-id=\"26\">\n<p>N\u00e3o h\u00e1 resposta objetiva para isso. Uma das teses \u00e9 que os juros elevados do rotativo acabam subsidiando a pr\u00e1tica, comum no Brasil, de vendas parceladas sem juros. Assim, como os bancos n\u00e3o ganhariam nas vendas regulares em presta\u00e7\u00e3o sem taxas, estariam cobrando juros mais elevados para os clientes que se tornam inadimplentes e entram no rotativo. Mas n\u00e3o h\u00e1 consenso sobre o chamado subs\u00eddio cruzado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"102\" data-block-id=\"28\">\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li>Outro motivo apontado para que as taxas do cart\u00e3o sejam t\u00e3o altas \u00e9 que esta \u00e9 a linha com maior inadimpl\u00eancia, cerca de 50%, e sem garantias (n\u00e3o h\u00e1 como tomar o bem de quem deixa de pagar). E o c\u00e1lculo \u00e9 feito com juros compostos (ou seja, juros sobre juros) o que encarece ainda mais seu custo. Mas certamente, se forem impostos limites ao rotativo, haver\u00e1 um rearranjo do parcelamento sem juros como forma de minimizar o impacto sobre o resultado do conjunto de produtos ofertados.<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>6) S\u00f3 existe no Brasil o parcelamento sem juros?<\/strong><\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"9\" data-block-id=\"30\">\n<p>A pr\u00e1tica de compras parceladas sem juros \u00e9 mais comum no Brasil. Em outros pa\u00edses, o parcelamento costuma ocorrer em transa\u00e7\u00f5es de maior valor \u2014 autom\u00f3veis, eletrodom\u00e9sticos e eletroeletr\u00f4nicos muito caros \u2013 e mediante pagamento de juros, ainda que com taxas em patamares bem mais baixos do que no Brasil.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"31\" data-block-id=\"32\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Recentemente, cresceu a pr\u00e1tica em outros pa\u00edses, como EUA e Reino Unido, de um mecanismo conhecido como \u201cbuy now, pay later\u201d (compre agora, pague depois, numa tradu\u00e7\u00e3o livre), intermediado por fintechs.<\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>7) Por que no Brasil essa modalidade \u00e9 t\u00e3o popular?<\/strong><\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"10\" data-block-id=\"34\">\n<p>O varejo no Brasil usava, no passado, o carn\u00ea ou os cheques pr\u00e9-datados. Neste caso, o risco era do lojista. Com o avan\u00e7o da bancariza\u00e7\u00e3o no pa\u00eds, o cart\u00e3o de cr\u00e9dito passou a ser mais adotado. No parcelamento no cart\u00e3o, caso o cliente n\u00e3o pague as parcelas, o risco \u00e9 do banco ou da financeira.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"36\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">As empresas que operam as m\u00e1quinas de cart\u00e3o de cr\u00e9dito, chamadas no jarg\u00e3o do mercado de adquirentes, argumentam que eliminar ou limitar o parcelamento sem juros colocaria em risco as opera\u00e7\u00f5es e a viabilidade dos pequenos varejistas no Brasil.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Os bancos, por sua vez, alegam que as adquirentes ganham com essas opera\u00e7\u00f5es ao oferecerem, para os lojistas, a antecipa\u00e7\u00e3o dos recursos que teriam a receber no futuro das compras parceladas mediante o pagamento de taxas.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>8) O parcelamento sem juros encarece o valor de produtos?<\/strong><\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"10\" data-block-id=\"40\">\n<p>Algumas redes varejistas oferecem descontos para pagamento \u00e0 vista, em lojas f\u00edsicas e nas compras pela internet, pr\u00e1tica que se tornou mais comum com a facilidade do pagamento via Pix. Mas nem sempre isso ocorre.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"35\" data-block-id=\"41\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>9) Que alternativas est\u00e3o em discuss\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"6\" data-block-id=\"42\">\n<p>O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, chegou a propor o fim do rotativo no cart\u00e3o de cr\u00e9dito, mas foi alvo de cr\u00edticas porque isso fecharia uma linha de cr\u00e9dito pr\u00e9-aprovado.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"72\" data-block-id=\"44\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o, pelo Congresso, do projeto de lei que limita os juros no rotativo do cart\u00e3o de cr\u00e9dito, o grupo de trabalho formado por bancos, bandeiras de cart\u00e3o de cr\u00e9dito, adquirentes (as maquininhas de d\u00e9bito e cr\u00e9dito), representantes do varejo, al\u00e9m de institui\u00e7\u00f5es como Federa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Bancos (Febraban) e do BC, tem at\u00e9 o fim do ano para propor alternativas a esse teto na taxa do rotativo aprovado pelos congressistas.<\/p>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"58\" data-block-id=\"46\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">Entre as op\u00e7\u00f5es em discuss\u00e3o est\u00e3o criar regras para conter o parcelamento sem juros, como a cobran\u00e7a de uma tarifa extra do consumidor para desincentivar a compra descontrolada com cart\u00e3o de cr\u00e9dito em parcelas a perder de vista, um dos fatores que levam \u00e0 inadimpl\u00eancia (e, portanto, o ingresso no rotativo). Ou limitar o prazo m\u00e1ximo deste parcelamento.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"18\" data-block-id=\"47\">\n<p><strong>10) Fixar um teto para os juros \u00e9 uma boa alternativa?<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"11\" data-block-id=\"48\">\n<p>Especialistas apontam o risco de cen\u00e1rio parecido com o que ocorreu com o consignado dos aposentados. Ap\u00f3s o Conselho Nacional de Previd\u00eancia ter reduzido o teto dos juros, v\u00e1rios bancos do pa\u00eds cancelaram essas linhas, e o governo foi obrigado a recuar.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles \" data-block-type=\"unstyled\" data-block-weight=\"39\" data-block-id=\"50\">\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Bancos (ABBC) diz que estabelecer um limite de juros nessa modalidade pode tornar mais complexa a entrada de novas institui\u00e7\u00f5es no sistema, o que diminuiria o acesso ao cr\u00e9dito, reduzindo a inclus\u00e3o financeira no pa\u00eds.<\/p>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\n<\/div>\n<div class=\"mc-column content-text active-extra-styles\" data-block-type=\"raw\" data-block-weight=\"9\" data-block-id=\"51\">\n<p class=\"content-text__container\" data-mrf-recirculation=\"Article links\"><strong>11) O que defendem os bancos e o varejo?<\/strong><\/p>\n<p>Os bancos querem diminuir o prazo das compras parceladas sem juros. Segundo as institui\u00e7\u00f5es, essa modalidade embute taxas escondidas dos clientes. A Federa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Bancos (Febraban) segue defendendo que os riscos dessa cadeia sejam dilu\u00eddos.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__fd67ade7-2975-4699-a2b5-3050cb2ca2d1 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel\" data-id=\"banner_materia__fd67ade7-2975-4699-a2b5-3050cb2ca2d1\" data-google-query-id=\"CIWEhd2v_YEDFf0muQYdEzkIog\">Fonte: Jornal Extra<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\n<\/div>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"29\">\n<div id=\"banner_materia__687b74d2-c27f-4e20-8b99-dcc64fb49f49\" class=\"tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__687b74d2-c27f-4e20-8b99-dcc64fb49f49 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel\" data-id=\"banner_materia__687b74d2-c27f-4e20-8b99-dcc64fb49f49\" data-google-query-id=\"CL_B2Jqv_YEDFVI3uQYdBbMGJQ\"><\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"content-ads content-ads--reveal\" data-block-type=\"ads\" data-block-id=\"17\">\n<div id=\"banner_materia__14ba0271-1b3d-4aad-ad20-f4659d9e2b30\" class=\"tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__14ba0271-1b3d-4aad-ad20-f4659d9e2b30 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel\" data-id=\"banner_materia__14ba0271-1b3d-4aad-ad20-f4659d9e2b30\" data-google-query-id=\"CMHQiYWv_YEDFVUiuQYdjUgPQw\"><\/div>\n<\/div>\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\n<p data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\" data-mrf-recirculation=\"Article links\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, apresentou, na manh\u00e3 desta segunda-feira, uma proposta para limitar a 12 parcelas as compras sem juros&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":47972,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-47971","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47971","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47971"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47971\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":47973,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47971\/revisions\/47973"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47972"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47971"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47971"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47971"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}