{"id":4761,"date":"2014-04-08T08:57:04","date_gmt":"2014-04-08T11:57:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=4761"},"modified":"2014-04-08T08:57:04","modified_gmt":"2014-04-08T11:57:04","slug":"cabotagem-alianca-investe-no-transporte-de-cargas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/cabotagem-alianca-investe-no-transporte-de-cargas\/","title":{"rendered":"Cabotagem: Alian\u00e7a investe no transporte de cargas"},"content":{"rendered":"<p>As cargas de projetos, aquelas que possuem dimens\u00f5es ou peso acima do permitido para embarque em cont\u00eaineres, e que exigem equipamentos especiais para todas as etapas da log\u00edstica, passam a contar com um transporte considerado in\u00e9dito na cabotagem brasileira realizado pela Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica.<\/p>\n<p>A empresa colocar\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o, a partir de maio de 2014, o servi\u00e7o de cabotagem especialmente desenvolvido para o setor de cargas de projeto. Para isso, a Alian\u00e7a afretou um navio do tipo multiprop\u00f3sito para carregar equipamentos com grandes dimens\u00f5es e volumes, entre eles, transformadores, reatores, turbinas, torres de transmiss\u00e3o, guindastes, geradores e p\u00e1s e\u00f3licas. A embarca\u00e7\u00e3o ter\u00e1 bandeira brasileira e tripula\u00e7\u00e3o 100% nacional.<\/p>\n<p>Nomeado de \u201cAlian\u00e7a Energia\u201d, o navio tem capacidade para transportar, aproximadamente, 19 mil toneladas de carga, e \u00e9 equipado com tr\u00eas guindastes, que juntos podem i\u00e7ar pe\u00e7as de at\u00e9 800 toneladas.<\/p>\n<p>De acordo com Mark Juzwiak, gerente-geral de assuntos institucionais da Alian\u00e7a, o prop\u00f3sito principal da empresa \u00e9 desenvolver um servi\u00e7o de transporte mar\u00edtimo porto a porto confi\u00e1vel, regular e competitivo na cabotagem para as cargas de projeto. \u201cInicialmente, atenderemos todo o territ\u00f3rio nacional, com destaque para as regi\u00f5es Norte e Nordeste, e, quando vi\u00e1vel, estenderemos o servi\u00e7o at\u00e9 a Argentina, Uruguai e Chile, pa\u00edses que mant\u00eam acordos bilaterais com o Brasil\u201d, explica.<\/p>\n<p>O executivo explica que a cabotagem com navios especializados tem vantagens competitivas comparando aos outros modais devido \u00e0 grande dist\u00e2ncia entre as ind\u00fastrias e o destino final, a infraestrutura rodovi\u00e1ria limitada e deficiente, a falta de transporte apropriado, longo tempo de percurso, custos, espa\u00e7o para armazenagem e menor \u00edndice de avarias.<\/p>\n<p>\u201cCom a cabotagem da Alian\u00e7a, temos condi\u00e7\u00f5es de oferecer ao mercado navios apropriados, escalas regulares, possibilidade de programar os embarques, seguran\u00e7a da carga, custos competitivos e menor \u00edndice de emiss\u00e3o de CO2, contribuindo para a preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>Segundo ele, com o uso da cabotagem, o tempo de viagem comparado ao rodovi\u00e1rio pode reduzir significativamente, dependendo do transporte, de 50 dias para no m\u00e1ximo 6 dias, em uma viagem de Santos para Fortaleza. \u201cO modal mar\u00edtimo \u00e9 \u00e1gil e r\u00e1pido. O investimento nesse setor \u00e9 um pedido dos clientes, que necessitam de um servi\u00e7o de credibilidade, e tamb\u00e9m do mercado, reflexo das obras que est\u00e3o sendo realizadas no Brasil nas \u00e1reas de energia, \u00f3leo e g\u00e1s, infraestrutura e tamb\u00e9m visando as Ol\u00edmpiadas de 2016\u201d, completa Juzwiak.<\/p>\n<p>\u201cA expectativa \u00e9 de que o setor de carga de projeto equivaler\u00e1 a 6% dos neg\u00f3cios de cabotagem da Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica\u201d, finaliza o executivo.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cargas de projetos, aquelas que possuem dimens\u00f5es ou peso acima do permitido para embarque em cont\u00eaineres, e que exigem equipamentos especiais para todas as&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":4598,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-4761","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4761","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4761"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4761\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4762,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4761\/revisions\/4762"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4598"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4761"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4761"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4761"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}