{"id":46715,"date":"2023-08-02T09:10:46","date_gmt":"2023-08-02T12:10:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=46715"},"modified":"2023-08-02T09:10:46","modified_gmt":"2023-08-02T12:10:46","slug":"brasil-registra-recorde-na-producao-de-petroleo-e-gas-natural-em-junho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-registra-recorde-na-producao-de-petroleo-e-gas-natural-em-junho\/","title":{"rendered":"Brasil registra recorde na produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural em junho"},"content":{"rendered":"<p>O Brasil produziu em junho um total de 4,324 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente por dia (MMboe\/d), sendo 3,367 milh\u00f5es de barris por dia (MMbbl\/d) de petr\u00f3leo e 152,258 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (MMm\u00b3\/d) de g\u00e1s natural. Foi a maior produ\u00e7\u00e3o total j\u00e1 registrada, superando a de fevereiro de 2023, quando foram produzidos 4,183 MMboe\/d. Os dados s\u00e3o da ANP.<\/p>\n<p>No petr\u00f3leo, houve aumento de 5,2% na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior e de 19% em rela\u00e7\u00e3o a junho de 2022. \u00c9 o maior volume de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo j\u00e1 registrado, superando o de janeiro de 2023, quando foram produzidos 3,274 MMbbl\/d. No g\u00e1s natural, a produ\u00e7\u00e3o aumentou 5,4% em rela\u00e7\u00e3o a maio de 2023 e 14,6% na compara\u00e7\u00e3o com junho de 2022. Tamb\u00e9m foi o maior volume j\u00e1 registrado, superando o de outubro de 2022, quando foram produzidos 149 MMm3\/d.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00e9-sal<\/strong><\/p>\n<div id=\"beacon_24d186b0df\"><\/div>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o no pr\u00e9-sal em junho foi de 3,243 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente por dia (boe\/d) e correspondeu a 75% da produ\u00e7\u00e3o brasileira. Foram produzidos 2,553 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios (bbl\/d) de petr\u00f3leo e 109,8 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos por dia (m\u00b3\/d) de g\u00e1s natural por meio de 142 po\u00e7os. Houve aumento de 1,5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 17,5% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano anterior.<\/p>\n<p><strong>Aproveitamento do g\u00e1s natural<\/strong><\/p>\n<p>Em junho, o aproveitamento do g\u00e1s natural foi de 97%. Foram disponibilizados ao mercado 55,40 milh\u00f5es de m\u00b3\/d e a queima foi de 4,58 milh\u00f5es de m\u00b3\/d. Houve aumento na queima de 10,7% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 5,4% na compara\u00e7\u00e3o com junho de 2022.<\/p>\n<p><strong>Origem da produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em junho, os campos mar\u00edtimos produziram 97,6% do petr\u00f3leo e 83,2% do g\u00e1s natural. Os campos operados pela Petrobras, sozinha ou em cons\u00f3rcio com outras empresas, foram respons\u00e1veis por 88,3% do total produzido. A produ\u00e7\u00e3o teve origem em 6.305 po\u00e7os, sendo 514 mar\u00edtimos e 5.791 terrestres.<\/p>\n<p><strong>Campos e instala\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>No m\u00eas de junho, o campo de Tupi, no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petr\u00f3leo e g\u00e1s, registrando 790 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 37,78 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s natural. A instala\u00e7\u00e3o com maior produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s natural foi a FPSO Guanabara na jazida compartilhada de Mero, com 177,029 mil bbl\/d de petr\u00f3leo e 11,35 milh\u00f5es de m\u00b3\/d de g\u00e1s.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil produziu em junho um total de 4,324 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente por dia (MMboe\/d), sendo 3,367 milh\u00f5es de barris por dia&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":46716,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-46715","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46715","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=46715"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46715\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":46717,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/46715\/revisions\/46717"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/46716"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=46715"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=46715"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=46715"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}