{"id":4597,"date":"2014-03-31T08:34:54","date_gmt":"2014-03-31T11:34:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=4597"},"modified":"2014-03-31T08:34:54","modified_gmt":"2014-03-31T11:34:54","slug":"alianca-navegacao-afreta-navio-para-cabotagem-de-cargas-de-grande-porte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/alianca-navegacao-afreta-navio-para-cabotagem-de-cargas-de-grande-porte\/","title":{"rendered":"Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o afreta navio para cabotagem de cargas de grande porte"},"content":{"rendered":"<p>O armador Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica, l\u00edder na cabotagem de cont\u00eaineres, ir\u00e1 inaugurar um servi\u00e7o in\u00e9dito de transporte de cargas de projetos &#8211; assim chamadas por terem grandes dimens\u00f5es e n\u00e3o caberem em um cont\u00eainer, como turbinas e p\u00e1s e\u00f3licas. A companhia acabou de afretar um navio dedicado ao nicho e que ir\u00e1 entrar em opera\u00e7\u00e3o no m\u00eas de maio.<\/p>\n<p>O objetivo \u00e9 atender as empresas que precisam movimentar na costa grandes volumes devido aos investimentos em infraestrutura, especialmente no Norte e Nordeste. Hoje, elas dependem de navios de bandeira estrangeira &#8211; que realizam o transporte dom\u00e9stico devido \u00e0 falta de frota nacional especializada &#8211; e de rodovias, que por serem mal conservadas podem avariar a carga e aumentar o pre\u00e7o do seguro.<\/p>\n<p>Mark Juzwiak, gerente-geral de assuntos institucionais da Alian\u00e7a, explica que a decis\u00e3o de entrar no setor deveu-se \u00e0 procura dos clientes. Principalmente da \u00e1rea de energia. &#8220;O mercado estava carente de um navio especializado. Hoje no Brasil n\u00e3o existem navios de bandeira brasileira com essa capacidade&#8221;, diz o executivo.<\/p>\n<p>A embarca\u00e7\u00e3o multiprop\u00f3sito, denominada &#8220;Alian\u00e7a Energia&#8221;, tem capacidade para transportar pouco mais de 19 mil toneladas. \u00c9 equipada com tr\u00eas guindastes cuja oferta combinada permite que sejam i\u00e7adas at\u00e9 800 toneladas. A embarca\u00e7\u00e3o foi constru\u00edda em 2011. Tem 166,25 metros de extens\u00e3o, 22,90 metros de largura e 9,80 metros de calado, sendo considerada grande para o setor. Tem dois por\u00f5es, um com abertura de 25 metros e outro com abertura de 86 metros.<\/p>\n<p>Este ser\u00e1 o 11\u00ba navio da Alian\u00e7a na cabotagem &#8211; a empresa faz tamb\u00e9m navega\u00e7\u00e3o de longo curso. Neste ano, o faturamento previsto com o novo ativo \u00e9 de US$ 15 milh\u00f5es. &#8220;Em 2015, acredito que ser\u00e1 entre US$ 25 milh\u00f5es e US$ 30 milh\u00f5es, o equivalente entre 5% e 6% da receita da Alian\u00e7a na cabotagem&#8221;, diz Juzwiak.<\/p>\n<p>O navio foi afretado a casco nu de um armador alem\u00e3o pelo prazo de tr\u00eas anos, com op\u00e7\u00e3o de mais um. De bandeira liberiana, est\u00e1 vindo do Caribe. Quando chegar ao Brasil, receber\u00e1 a bandeira brasileira e a tripula\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p>A Alian\u00e7a est\u00e1 em contato com diversos clientes, entre os quais os que t\u00eam cargas destinadas a parques e\u00f3licos no Nordeste e no Sul e da ind\u00fastria de m\u00e1quinas. A ideia \u00e9 atender todo o territ\u00f3rio nacional e, posteriormente, fazer a chamada longa cabotagem, escalando pa\u00edses como Argentina, Uruguai e Chile, com os quais o Brasil mant\u00e9m acordos bilaterais.<\/p>\n<p>Entre as vantagens da cabotagem no nicho de cargas de projeto est\u00e1 o tempo de viagem que, comparado ao trajeto rodovi\u00e1rio, pode ser significativamente reduzido: de 50 dias para no m\u00e1ximo seis em uma viagem de Santos para Fortaleza, estima a empresa.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico\/Fernanda Pires<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O armador Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica, l\u00edder na cabotagem de cont\u00eaineres, ir\u00e1 inaugurar um servi\u00e7o in\u00e9dito de transporte de cargas de projetos &#8211; assim chamadas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":4598,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[861,82,585,863,862],"class_list":["post-4597","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-alianca-navegacao-e-logistica","tag-cabotagem","tag-conteineres","tag-invocao","tag-servicos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4597","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4597"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4597\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4599,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4597\/revisions\/4599"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4598"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4597"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4597"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4597"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}