{"id":44740,"date":"2023-03-31T09:51:30","date_gmt":"2023-03-31T12:51:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=44740"},"modified":"2023-03-31T09:51:30","modified_gmt":"2023-03-31T12:51:30","slug":"frota-de-apoio-offshore-inicia-o-ano-com-mais-de-410-embarcacoes-sendo-377-delas-de-bandeira-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/frota-de-apoio-offshore-inicia-o-ano-com-mais-de-410-embarcacoes-sendo-377-delas-de-bandeira-brasileira\/","title":{"rendered":"Frota de apoio offshore inicia o ano com mais de 410 embarca\u00e7\u00f5es, sendo 377 delas de bandeira brasileira"},"content":{"rendered":"<p>O m\u00eas de janeiro teve sua frota de apoio offshore em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras fechada com um total de 418 embarca\u00e7\u00f5es (mesmo n\u00famero de dezembro passado), representando aumento de 5,5% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2022. Conforme divulgado pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Apoio Mar\u00edtimo (Abeam), 377 do total correspondiam a navios de bandeira brasileira e 41 de bandeira estrangeira.<\/p>\n<p>Se for feita uma compara\u00e7\u00e3o com 2015, quando a demanda come\u00e7ou a ser impactada pela retra\u00e7\u00e3o no setor de petr\u00f3leo e g\u00e1s, foram desmobilizadas 105 embarca\u00e7\u00f5es de origem estrangeira e acrescentadas 105 de bandeira brasileira. J\u00e1 em janeiro deste ano, cerca de 69 embarca\u00e7\u00f5es que eram de origem estrangeira tiveram suas bandeiras trocadas para o pavilh\u00e3o nacional.<\/p>\n<p><strong>Frota de origem nacional e seu aumento<\/strong><\/p>\n<p>A frota de apoio offshore de origem nacional teve um aumento de 90% para 91% em rela\u00e7\u00e3o a novembro do ano passado, enquanto 11% correspondem a embarca\u00e7\u00f5es de apoio com origens estrangeiras. Em janeiro deste ano, o relat\u00f3rio da Abeam identificou uma frota de 418 embarca\u00e7\u00f5es, sendo 377 de origem brasileira e 41 de bandeiras estrangeiras. Em novembro, eram 420 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 377 de origem brasileira e 43 de bandeiras estrangeiras.<\/p>\n<p>Nem todas as embarca\u00e7\u00f5es listadas na publica\u00e7\u00e3o est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que o levantamento inclui navios que podem ou n\u00e3o estar apoiados em contratos, estar no mercado spot, em manuten\u00e7\u00e3o ou fora de opera\u00e7\u00e3o. Para uma maior especificidade, o relat\u00f3rio n\u00e3o considera embarca\u00e7\u00f5es dos tipos lanchas, pesquisa, nem embarca\u00e7\u00f5es com porte inferior a 100 TPB ou BHP inferior a 1.000.<\/p>\n<p>De acordo com o site Sinaval, esses dados foram obtidos junto \u00e0 Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq) e \u00e0 Diretoria de Portos e Costas da Marinha (DPC), por meio de publica\u00e7\u00f5es especializadas e informa\u00e7\u00f5es das empresas de offshore.<\/p>\n<p id=\"h-as-diferentes-embarcacoes-que-compuseram-a-frota-de-apoio-offshore-de-janeiro\" class=\"wp-block-heading\"><strong>As diferentes embarca\u00e7\u00f5es que compuseram a frota de apoio offshore de janeiro<\/strong><\/p>\n<p>Ainda de acordo com o levantamento da Abeam, a frota de apoio offshore de janeiro era composta por 45% de PSVs (transporte de suprimentos) e OSRVs (combate a derramamento de \u00f3leo), o que totaliza 187 embarca\u00e7\u00f5es. Outros 19% eram LHs (manuseio de linhas e amarra\u00e7\u00f5es) e SVs (mini supridores), porcentagem que representa 79 navios.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os AHTS (manuseio de \u00e2ncoras) somaram 56 barcos no per\u00edodo (13%), enquanto 25 unidades de apoio eram FSVs (supridores de cargas r\u00e1pidas) e crew boats (transporte de tripulantes), 18 RSVs (embarca\u00e7\u00f5es equipadas com rob\u00f4s), 17 PLSVs (lan\u00e7amento de linhas) e 14 MPSVs (multiprop\u00f3sito).<\/p>\n<p>Fonte: Click Petr\u00f3leo e G\u00e1s<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O m\u00eas de janeiro teve sua frota de apoio offshore em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras fechada com um total de 418 embarca\u00e7\u00f5es (mesmo n\u00famero de dezembro&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":44741,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-44740","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44740","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44740"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44740\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44742,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44740\/revisions\/44742"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44741"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44740"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44740"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44740"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}