{"id":44247,"date":"2023-03-03T07:25:13","date_gmt":"2023-03-03T10:25:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=44247"},"modified":"2023-03-03T07:25:13","modified_gmt":"2023-03-03T10:25:13","slug":"petrobras-participara-ativamente-mas-conteudo-local-depende-de-esforco-coletivo-afirma-prates","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/petrobras-participara-ativamente-mas-conteudo-local-depende-de-esforco-coletivo-afirma-prates\/","title":{"rendered":"Petrobras participar\u00e1 ativamente, mas conte\u00fado local depende de esfor\u00e7o coletivo, afirma Prates"},"content":{"rendered":"<p>O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse, nesta quinta-feira (1\u00ba), que a companhia ter\u00e1 participa\u00e7\u00e3o ativa na busca pela amplia\u00e7\u00e3o do conte\u00fado local, mas que essa nova abordagem depende de um esfor\u00e7o coletivo na busca por pol\u00edticas p\u00fablicas para a redu\u00e7\u00e3o de custos que hoje impedem a contrata\u00e7\u00e3o de projetos na ind\u00fastria naval brasileira. No setor, ainda que se tenha os p\u00e9s no ch\u00e3o quanto \u00e0 volta de grandes obras em estaleiros locais, existe uma expectativa de que o governo possa fomentar novos programas como o Prorefam e o Promef, que permitiram a constru\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es de apoio mar\u00edtimo e de de navios para a Transpetro.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o basta a Petrobras querer fazer isso, precisa haver condi\u00e7\u00e3o para fazer. Precisa que a estrutura dos estaleiros, da ind\u00fastria naval e outras coisas que ela eventualmente compra fora se apresentem em condi\u00e7\u00f5es competitivas\u201d, afirmou Prates, durante coletiva de imprensa sobre os resultados da companhia no 4\u00ba trimestre do ano passado.<\/p>\n<p>Prates considera que, nos \u00faltimos anos, houve uma \u2018destrui\u00e7\u00e3o\u2019 do ciclo virtuoso da ind\u00fastria naval, que resultou no encarecimento do custo dos projetos em estaleiros nacionais e fez com que os avan\u00e7os alcan\u00e7ados pelo setor nos anos 2000 praticamente voltassem \u00e0 estaca zero. \u201cSe fizer um levantamento hoje, tem equipamento que sai n\u00e3o 30%, mas 3 ou 4 vezes mais caro\u201d, apontou.<\/p>\n<p>O presidente da Petrobras acrescentou que, quando h\u00e1 discrep\u00e2ncia nesse n\u00edvel, \u00e9 preciso haver uma pol\u00edtica p\u00fablica e outro tipo de abordagem para atacar esses problemas. &#8220;Vamos participar ativamente dessa nova abordagem. O presidente Lula deseja muito ver esse setor reerguido. Se n\u00e3o fazendo exatamente o que fazia antes, pelo menos participando muito mais do que participa hoje e at\u00e9 descobrindo novos horizontes&#8221;, salientou.<\/p>\n<p>Prates enxerga, num primeiro momento, potencial para constru\u00e7\u00e3o de barcos de apoio e m\u00f3dulos de plataformas. Entre as novas apostas, Prates mencionou uma potencial demanda por montagem de equipamentos para e\u00f3licas offshore. O presidente da Petrobras explicou que a montagem e finaliza\u00e7\u00e3o dessas estruturas, devido \u00e0s dimens\u00f5es at\u00e9 quatro vezes maiores que os similares em terra, precisam ser feitas localmente, antes de partirem do cais para o parque gerador no mar.<\/p>\n<p>&#8220;Infelizmente teremos que recome\u00e7ar todo esfor\u00e7o que foi feito naquela \u00e9poca de analisar as condi\u00e7\u00f5es desses setores, o que precisam, quem precisam capacitar, como v\u00e3o se financiar para poder concorrer com alternativas que nos restaram hoje. Petrobras hoje faz isso fora porque praticamente n\u00e3o foi desenvolvida essa op\u00e7\u00e3o. Vamos participar ativamente, mas sozinhos n\u00e3o d\u00e1 para fazer esse trabalho&#8221;, avaliou.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, disse, nesta quinta-feira (1\u00ba), que a companhia ter\u00e1 participa\u00e7\u00e3o ativa na busca pela amplia\u00e7\u00e3o do conte\u00fado local, mas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":44248,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-44247","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44247","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=44247"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44247\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":44249,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/44247\/revisions\/44249"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/44248"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=44247"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=44247"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=44247"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}