{"id":44121,"date":"2023-02-24T07:35:20","date_gmt":"2023-02-24T10:35:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=44121"},"modified":"2023-02-24T07:35:20","modified_gmt":"2023-02-24T10:35:20","slug":"producao-de-petroleo-em-regime-de-partilha-de-producao-foi-quase-quatro-vezes-maior-em-2022-do-que-no-ano-anterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/producao-de-petroleo-em-regime-de-partilha-de-producao-foi-quase-quatro-vezes-maior-em-2022-do-que-no-ano-anterior\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em regime de partilha de produ\u00e7\u00e3o foi quase quatro vezes maior em 2022 do que no ano anterior"},"content":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em contratos de partilha de produ\u00e7\u00e3o em 2022 foi quase quatro vezes maior do que a registrada no ano anterior. De acordo com informa\u00e7\u00f5es da Pr\u00e9-Sal Petr\u00f3leo (PPSA), foram produzidos 233 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo por sete contratos, contra 62 milh\u00f5es de barris em 2021. Deste total, 9,8 milh\u00f5es de barris foram destinados \u00e0 Uni\u00e3o. A produ\u00e7\u00e3o neste regime foi iniciada no final de 2017 na ent\u00e3o \u00c1rea de Desenvolvimento de Mero e desde ent\u00e3o vem mantendo um ritmo de crescimento acelerado. O pico de produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 previsto para ocorrer em 2030, de acordo com estudo da PPSA.<\/p>\n<p>Os campos de B\u00fazios e Mero foram os principais produtores em 2022, com 152 milh\u00f5es e 34 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo, respectivamente. Juntos, responderam por 80% da produ\u00e7\u00e3o total. Quando analisada a parcela da Uni\u00e3o, os dois campos tamb\u00e9m foram os que mais contribu\u00edram, respondendo por 74% da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de g\u00e1s natural teve igualmente um resultado expressivo em 2022. Foram disponibilizados para comercializa\u00e7\u00e3o 602 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos (m\u00b3), mais do que o triplo dos 187 milh\u00f5es m\u00b3 de 2021. O Campo de B\u00fazios foi o principal produtor, sendo respons\u00e1vel por mais da metade da produ\u00e7\u00e3o (528 milh\u00f5es m\u00b3). A Uni\u00e3o contou com 48 milh\u00f5es m\u00b3. Mais de 80% do g\u00e1s natural da Uni\u00e3o vem do contrato de Entorno do Sapinho\u00e1.<\/p>\n<p>No m\u00eas de dezembro, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia di\u00e1ria dos sete contratos foi de 761 mil barris, resultado 4% menor do que no per\u00edodo anterior. Os tr\u00eas maiores produtores foram os campos de B\u00fazios (49% do total, com 376 mil bpd), Mero (187 mil bpd) e S\u00e9pia (104 mil bpd). O destaque do m\u00eas foi o in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o, no dia 21, do campo de Itapu, no pr\u00e9-sal da Bacia de Santos, a 200 km da costa do Rio de Janeiro, com o navio-plataforma P-71. A produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia foi de 8 mil barris por dia.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia di\u00e1ria de petr\u00f3leo da Uni\u00e3o atingiu o valor recorde de 41,79 mil barris. Os destaques ficaram com os campos de Mero (28,41 mil bpd), B\u00fazios ( 5,31 mil bdp) e Entorno de Sapinho\u00e1 (4,34 mil bpd).<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o do g\u00e1s natural com aproveitamento comercial apresentou m\u00e9dia de 1,9 milh\u00e3o de m\u00b3\/dia, sendo 1.7 milh\u00e3o de m\u00b3 em B\u00fazios, 154 mil m\u00b3\/dia em Entorno de Sapinho\u00e1 e 25 mil m\u00b3\/dia do Sudoeste de Tartaruga Verde. O resultado \u00e9 12% superior ao registrado em novembro de 2021, devido \u00e0 melhoria de performance operacional nos campos de B\u00fazios.<\/p>\n<p>A Uni\u00e3o teve direito a uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 127 mil m\u00b3\/dia, sendo a maior parte proveniente do Entorno de Sapinho\u00e1 (101 mil m\u00b3\/dia), seguido de B\u00fazios (25 mil m\u00b3\/dia) e Sudoeste de Tartaruga Verde (300 m\u00b3\/dia). A m\u00e9dia apresenta um incremento de 34% em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior.<\/p>\n<div>Fonte: Portos e Navios<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo em contratos de partilha de produ\u00e7\u00e3o em 2022 foi quase quatro vezes maior do que a registrada no ano anterior. 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