{"id":43517,"date":"2023-01-24T08:42:00","date_gmt":"2023-01-24T11:42:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=43517"},"modified":"2023-01-24T08:42:00","modified_gmt":"2023-01-24T11:42:00","slug":"com-escassez-de-mao-de-obra-empresa-coreana-aposta-em-cobots-na-industria-naval","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/com-escassez-de-mao-de-obra-empresa-coreana-aposta-em-cobots-na-industria-naval\/","title":{"rendered":"Com escassez de m\u00e3o de obra, empresa coreana aposta em \u2018cobots\u2019 na ind\u00fastria naval"},"content":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos anos, a ind\u00fastria de constru\u00e7\u00e3o naval sul-coreana tem sofrido com uma cont\u00ednua escassez de trabalhadores e profissionais qualificados. Para minimizar os efeitos, a Daewoo Shipbuilding &amp; Marine Engineering (DSME) iniciou a implanta\u00e7\u00e3o de um tipo de sistema de soldagem automatizado baseado na tecnologia \u2018cobot\u2019 (rob\u00f4 colaborativo).<\/p>\n<p>Os cobots s\u00e3o projetados para trabalhar ao lado dos humanos. O conceito tem sido desenvolvido nos \u00faltimos 20 anos e eles compartilham os mesmos espa\u00e7os que seus colegas humanos e podem trabalhar em colabora\u00e7\u00e3o em uma tarefa. Diferente, por exemplo, dos rob\u00f4s usados \u200b\u200bna fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis que trabalham de forma independente.<\/p>\n<p>Usando esta nova tecnologia, a DMSE diz que pretende melhorar a produtividade e tamb\u00e9m resolver a escassez de m\u00e3o de obra. A companhia tamb\u00e9m tem como objetivo diminuir o cansa\u00e7o do trabalhador, exigindo menos levantamento e reposicionamento do equipamento na \u00e1rea de trabalho.<\/p>\n<p>A companhia come\u00e7ou a usar cobots para trabalhos de soldagem durante as opera\u00e7\u00f5es de constru\u00e7\u00e3o naval, principalmente no controle de tubula\u00e7\u00f5es de navios. Segundo a empresa, antes de implant\u00e1-los, os trabalhadores eram obrigados a posicionar os pr\u00f3prios equipamentos de soldagem e montagem, que muitas vezes pesavam mais de 27 quilos.<\/p>\n<p>Outro ponto positivo, de acordo com a empresa, est\u00e1 na seguran\u00e7a. Para utilizar os rob\u00f4s industriais \u00e9 necess\u00e1rio a instala\u00e7\u00e3o de cercas de seguran\u00e7a que separam os humanos dos rob\u00f4s, evitando poss\u00edveis acidentes. Mas, com um cobot n\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio. Eles s\u00e3o projetados para trabalhar com humanos sem medo de colis\u00e3o. De acordo com o estaleiro, eles receberam uma certifica\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a para o local de trabalho instalado com rob\u00f4s colaborativos da\u00a0<em>Korea Robot User Association<\/em>.<\/p>\n<p>Em 2022, o governo sul-coreano prometeu apoio adicional, incluindo o patroc\u00ednio de treinamento vocacional e programas de aprendizagem, al\u00e9m de incentivar estaleiros a empregarem novas tecnologias. O governo prometeu tamb\u00e9m expandir os programas de interc\u00e2mbio de trabalhadores, liberando mais vistos para m\u00e3o de obra qualificada, como os soldadores.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de fornecer mais vistos, o governo tem buscando dobrar o tempo de perman\u00eancia no pa\u00eds para trabalhadores qualificados fluentes em coreano. Atualmente, \u00e9 limitado a menos de cinco anos, com os trabalhadores obrigados a deixar a Coreia do Sul e solicitar novamente o visto.<\/p>\n<p>No \u00faltimo m\u00eas, a Samsung Heavy Industries, importante construtora naval do pa\u00eds, levou um total de 41 soldadores indon\u00e9sios, o maior lote \u00fanico de trabalhadores estrangeiros que foram para a Coreia do Sul desde que os programas de vistos foram expandidos. Segundo a Samsung, atualmente ela possui mais 780 trabalhadores estrangeiros e sua meta \u00e9 chegar a 1.200 pessoas em 2023.<\/p>\n<p>Fonte: Reuters<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos anos, a ind\u00fastria de constru\u00e7\u00e3o naval sul-coreana tem sofrido com uma cont\u00ednua escassez de trabalhadores e profissionais qualificados. Para minimizar os efeitos, a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":43518,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-43517","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43517","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43517"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43517\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43519,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43517\/revisions\/43519"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43518"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43517"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43517"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43517"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}