{"id":43415,"date":"2023-01-17T07:10:37","date_gmt":"2023-01-17T10:10:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=43415"},"modified":"2023-01-17T07:10:37","modified_gmt":"2023-01-17T10:10:37","slug":"transicao-energetica-como-a-imo-2023-afeta-o-transporte-maritimo-internacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/transicao-energetica-como-a-imo-2023-afeta-o-transporte-maritimo-internacional\/","title":{"rendered":"TRANSI\u00c7\u00c3O ENERG\u00c9TICA: COMO A IMO 2023 AFETA O TRANSPORTE MAR\u00cdTIMO INTERNACIONAL"},"content":{"rendered":"<p>A estrat\u00e9gia adotada para tornar o transporte internacional cada vez menos poluente ser\u00e1 economicamente sustent\u00e1vel? Qual categoria de combust\u00edvel alternativo melhor se adaptar\u00e1 \u00e0s novas regras das organiza\u00e7\u00f5es? Ser\u00e1 necess\u00e1rio renovar 100% das frotas de navios de carga?<\/p>\n<p>As muitas perguntas do mercado de frete mar\u00edtimo n\u00e3o t\u00eam respostas definitivas. Desde o dia 1\u00ba de janeiro de 2023, \u00e9 obrigat\u00f3rio que todos os navios calculem seu \u00cdndice de Efici\u00eancia Energ\u00e9tica de Navio Existente (EEXI) alcan\u00e7ado para medir sua efici\u00eancia energ\u00e9tica e iniciar a coleta de dados para o relat\u00f3rio de seu indicador anual de intensidade de carbono operacional (CII).<\/p>\n<p>Desenvolvidas no \u00e2mbito da estrat\u00e9gia inicial da IMO (Organiza\u00e7\u00e3o Mar\u00edtima Internacional) sobre Redu\u00e7\u00e3o de Emiss\u00f5es de GEE de Navios acordada em 2018, essas altera\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e operacionais exigem que os navios melhorem a sua efici\u00eancia energ\u00e9tica a curto prazo e, assim, reduzam as suas emiss\u00f5es de gases com efeito estufa.<\/p>\n<p>O tema foi um dos principais focos do XXX Congresso Latino-Americano de Portos (AAPA Latino), realizado no final de 2022, em Santos (SP). O evento portu\u00e1rio recebeu mais de\u00a0800 representantes de autoridades portu\u00e1rias, executivos, gerentes, diretores, consultores e especialistas da ind\u00fastria\u00a0log\u00edstica, de navega\u00e7\u00e3o, transportes, tecnologia e terminais. Durante 3 dias, debateram temas como transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, cen\u00e1rios para o com\u00e9rcio internacional, investimentos em projetos portu\u00e1rios na Am\u00e9rica Latina, produtividade portu\u00e1ria e solu\u00e7\u00f5es inovadoras para o setor, entre outros assuntos.<\/p>\n<h4><strong>TRANSI\u00c7\u00c3O ENERG\u00c9TICA DOS NAVIOS<\/strong><\/h4>\n<p>Mas afinal, por que os navios precisam medir seus \u00edndices de efici\u00eancia energ\u00e9tica desde o in\u00edcio deste ano? No fim de 2019 o assunto em pauta era a entrada em vigor do IMO 2020, que consistia basicamente na obrigatoriedade de os navios abandonarem a queima direta do combust\u00edvel IFO 380 (Intermediate Fuel Oil), com emiss\u00e3o de 3,5% de enxofre, por um \u00f3leo mais leve chamado VLSFO (Very Low Sulphur Fuel Oil) que deveria emitir at\u00e9 0,5% de enxofre a partir de 1\u00ba de janeiro de 2020. Alternativamente poderia se instalar, no futuro, equipamentos para \u201climpar\u201d as emiss\u00f5es, os chamados \u201cscrubbers\u201d.<\/p>\n<p>\u00c0 \u00e9poca temia-se um brutal aumento de custos, j\u00e1 que o novo \u00f3leo tinha ent\u00e3o um valor de at\u00e9 80% superior ao antigo, por\u00e9m, logo em seguida, entrou em cena a pandemia \u2014 e todos os seus desdobramentos, tirando o tema combust\u00edvel da pauta. Robert Grantham, s\u00f3cio da Solve Shipping Intelligence, citou em um artigo que a retra\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio mundial no 2\u00ba bimestre de 2020 foi t\u00e3o grande que, al\u00e9m da brutal desvaloriza\u00e7\u00e3o do barril de petr\u00f3leo, a diferen\u00e7a de pre\u00e7o entre o IFO 380 e o VSFO chegou a apenas 20% no segundo semestre de 2020.<\/p>\n<p>Segundo ele, com o mundo aparentemente tendo aprendido a conviver com a Covid-19, as quest\u00f5es ambientais voltam \u00e0 pauta mais fortes do que nunca e a press\u00e3o para que os armadores tomem medidas concretas para reduzir a pegada de carbono no transporte mar\u00edtimo \u00e9 cada vez mais forte, tendo em vista que os navios s\u00e3o respons\u00e1veis por aproximadamente 3% das emiss\u00f5es globais de CO2 e GEE (Gases de Efeito Estufa), o que representa 1 bilh\u00e3o de toneladas anuais lan\u00e7adas na atmosfera.<\/p>\n<p>De acordo com a IMO, se nada for feito, at\u00e9 2050 as emiss\u00f5es poder\u00e3o aumentar entre 90% e 130% dependendo de diferentes cen\u00e1rios econ\u00f4micos e energ\u00e9ticos de longo prazo. \u00c9 nesse contexto que a pr\u00f3pria IMO coloca em pr\u00e1tica uma nova iniciativa, chamada de IMO 2023, um programa que visa encorajar a melhoria da efici\u00eancia dos navios e a ado\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis com baixa emiss\u00e3o de carbono para, consequentemente, reduzir a pegada de carbono no transporte mar\u00edtimo mundial. A diferen\u00e7a fundamental entre IMO2020 e IMO2023 \u00e9 que o primeiro tinha foco nas emiss\u00f5es de enxofre e o segundo tem foco nas emiss\u00f5es de carbono e gases de efeito estufa.<\/p>\n<p>\u00c0 semelhan\u00e7a daqueles selos de efici\u00eancia energ\u00e9tica que nos acostumamos a ver nas geladeiras, com o IMO 2023 os navios passam a ser classificados conforme seu n\u00edvel de efici\u00eancia energ\u00e9tica, por meio de tr\u00eas indicadores espec\u00edficos: o Energy Efficiency Existing Ship Index (EEXI), o 2) Carbon Intensity Indicator (CII) e o Ship Energy Efficiency Management Plan (SEEMP). O secret\u00e1rio-geral da IMO, Kitack Lim, afirma que \u201ca descarboniza\u00e7\u00e3o do transporte mar\u00edtimo internacional \u00e9 uma quest\u00e3o priorit\u00e1ria para a IMO e estamos todos comprometidos em agir juntos na revis\u00e3o de nossa estrat\u00e9gia e no aprimoramento de nossa ambi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<h4><strong>DEBATE NA AAPA<\/strong><\/h4>\n<p>Um dos temas de maior foco no AAPA Latino foi justamente a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica do com\u00e9rcio internacional e ganhou um painel espec\u00edfico sobre o assunto durante o evento. Segundo Francisco Javier Orozco Mendoza, diretor comercial de Hutchison Ports M\u00e9xico, a resposta \u00e0 alternativa para os combust\u00edveis fosseis n\u00e3o \u00e9 facil. Dependendo do desenvolvimento de cada pa\u00eds, observa-se diferentes tipos de infraestrutura. \u201cFalamos muito de automatiza\u00e7\u00e3o mas falamos pouco sobre combust\u00edveis. \u00c9 preciso ampliar este debate\u201d, cita. No Hutchison Ports M\u00e9xico, por exemplo, ao menos 20% dos tratores usados no terminal ser\u00e1 el\u00e9trico.<\/p>\n<p>Carlos Rocha, Gerente de Frota da Alian\u00e7a Navega\u00e7\u00e3o e Log\u00edstica, do grupo Maersk que participou do painel sobre transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica na AAPA Latino, o setor vive um momento de transi\u00e7\u00e3o. \u201cNo transporte mar\u00edtimo, temos 5 op\u00e7\u00f5es vi\u00e1veis. A Maersk optou pelo metanol, mas h\u00e1 quem tenha escolhido am\u00f4nia, hidrog\u00eanio e algumas est\u00e3o em uma etapa intermedi\u00e1ria. Temos tamb\u00e9m o biodiesel e hoje, inclusive, temos tamb\u00e9m alguns navios rodando com biodiesel\u201d, exemplifica.<\/p>\n<p>Enquanto o IMO determinou a redu\u00e7\u00e3o de 50% da emiss\u00e3o de CO2 at\u00e9 2050 pela ind\u00fastria mar\u00edtima mundial, a Maersk tomou uma meta\u00a0 individual bastante desafiadora: zerar emiss\u00f5es at\u00e9 2040. \u201cMas n\u00e3o adianta apenas mudar o combust\u00edvel do navio ou eletrificar o caminh\u00e3o do terminal. N\u00e3o adianta fazer este trabalho s\u00f3 nas pontas, toda a cadeia precisa ser respeitada\u201d, cita. Rocha exemplifica, por exemplo, que n\u00e3o adianta cair na cilada de comprar um carro el\u00e9trico achando que est\u00e1 fazendo bem ao planeta, quando a bateria dele \u00e9 alimentada por uma termoel\u00e9trica que queima carv\u00e3o.<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o do debate sobre o assunto, segundo Rocha, deve ser permanente, especialmente quando se trata da rela\u00e7\u00e3o sustentabilidade X viabilidade. Ele alerta que as metas propostas pela IMO ter\u00e3o efeitos colaterais. \u201cSe vamos desacelerar as frotas mundiais para atingir o \u00edndice requerido, vamos precisar de mais navio. O debate precisa ser em n\u00edvel t\u00e9cnico, sempre atento a algumas quest\u00f5es muito peculiares da navega\u00e7\u00e3o mundial. Navios mais velhos e menores ser\u00e3o muito penalizados, o que pode levar a uma corrida para a desmontagem de navios, gerando mais CO2 do que a regra est\u00e1 propondo\u201d, exemplifica.<\/p>\n<h4><strong>MAS E AGORA?<\/strong><\/h4>\n<p>Ainda h\u00e1 muitas d\u00favidas quanto ao real impacto que a IMO 2023 poder\u00e1 ter sobre os embarcadores: navios que n\u00e3o atingem um n\u00edvel de efici\u00eancia minimamente aceit\u00e1vel ser\u00e3o retirados do mercado, reduzindo a oferta? Haver\u00e1 mais press\u00e3o sobre fretes?<\/p>\n<p>Estima-se que hoje apenas um ter\u00e7o da frota mundial n\u00e3o atingiria esse patamar m\u00ednimo, concentrado principalmente na frota de navios feeder. Por outro lado, a partir de 2023 muitos novos navios entrar\u00e3o no mercado (28% da capacidade encomendada \u00e9 de navios com at\u00e9 8.000 TEUs), em boa parte para substituir os navios mais antigos que tiveram sua expectativa de vida alongada por conta da explos\u00e3o da demanda e dos congestionamentos provocados pela pandemia.<\/p>\n<p>Muitos combust\u00edveis alternativos aos de origem f\u00f3ssil est\u00e3o sendo pesquisados para essas metas de efici\u00eancia sejam atingidas. Segundo Robert Grantham, a maioria das novas encomendas de navios j\u00e1 est\u00e1 sendo feita com vistas a essas alternativas, sendo que o mais popular no momento \u00e9 o LNG (liquid natural gas), que embora de origem f\u00f3ssil, \u00e9 cerca de 30% menos poluente que o IFO 380 e est\u00e1 sendo visto como um combust\u00edvel de transi\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que outras alternativas ainda est\u00e3o em fase de estudos.<\/p>\n<p><strong>Os 3 indicadores que classificam a efici\u00eancia energ\u00e9tica dos navios:<\/strong><\/p>\n<p><strong>1) Energy Efficiency Existing Ship Index (EEXI)<\/strong><\/p>\n<p>Aplic\u00e1vel a todos os navios com mais de 400 toneladas, por\u00e9m de maneira proporcional a um \u201cpatamar m\u00ednimo\u201d que vai variar de acordo com os diferentes tipos, tamanhos e categorias de navios (o c\u00e1lculo do EEXI tende a impactar mais os navios mais antigos).<\/p>\n<p><strong>2) Carbon Intensity Indicator (CII)<\/strong><\/p>\n<p>Os navios ser\u00e3o classificados em: A, B, C, D ou E (sendo \u201cA\u201d o melhor) de acordo com a emiss\u00e3o de GEE proporcional \u00e0 quantidade de carga e a dist\u00e2ncia percorrida. Esse \u00edndice determinar\u00e1 o fator de redu\u00e7\u00e3o anual necess\u00e1rio para assegurar a cont\u00ednua melhoria da intensidade de emiss\u00e3o de carbono dos navio. Embarca\u00e7\u00f5es menores ou mais antigas tender\u00e3o a se focar em rotas curtas\/regionais. O navio que por tr\u00eas anos consecutivos for classificado como \u201cD\u201d e \u201cE\u201d dever\u00e1 tomar medidas corretivas, a exemplo de mudar o combust\u00edvel, trocar de rota ou diminuir a velocidade, para reclassificar-se no n\u00edvel \u201cC\u201d.<\/p>\n<p><strong>3) Ship Energy Efficiency Management Plan (SEEMP)<\/strong><\/p>\n<p>Passar\u00e1 a ser um documento obrigat\u00f3rio do navio, estabelecendo o plano para melhorar sua efici\u00eancia energ\u00e9tica de maneira economicamente vi\u00e1vel.<\/p>\n<h4><strong>AAPA LATINO 2023 SER\u00c1 EM\u00a0 BARRANQUILLA, NA COL\u00d4MBIA<\/strong><\/h4>\n<p>Desafios como o alinhamento \u00e0s metas ambientais, a readequa\u00e7\u00e3o da infraestrutura portu\u00e1ria regional e a necessidade de parcerias entre pa\u00edses de uma mesma regi\u00e3o estiveram no foco do debate do XXX Congresso Latino Americano de Portos (AAPA Latino). A programa\u00e7\u00e3o de tr\u00eas dias incluiu visita t\u00e9cnica ao Porto de Santos, al\u00e9m de reuni\u00f5es da delega\u00e7\u00e3o da AAPA na Am\u00e9rica Latina, recep\u00e7\u00f5es e atividades sociais em locais emblem\u00e1ticos e patrimoniais da cidade.<\/p>\n<p>Durante o evento, o Porto de Barranquilla, na Col\u00f4mbia, apresentou seu convite oficial para sediar o AAPA Latino 2023, que acontecer\u00e1 no final de novembro. O programa da confer\u00eancia e a feira de expositores, que pela primeira vez reuniu mais de 100 empresas fornecedoras do sector log\u00edstico e mar\u00edtimo, incluiu um \u201cTech Show\u201d com inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e servi\u00e7os. O presidente do Porto de Santos, Fernando Biral, destacou que \u201ca integra\u00e7\u00e3o regional \u00e9 o que nos une, especialmente os pa\u00edses que vivem do com\u00e9rcio externo atrav\u00e9s dos nossos portos\u201d. \u201cTivemos um n\u00famero recorde de participantes, mas tamb\u00e9m uma qualidade \u00fanica de palestrantes e dos grandes t\u00f3picos aqui analisados. Como Autoridade Portu\u00e1ria, foi uma honra e estamos muito felizes por termos recebido o congresso AAPA no nosso porto\u201d, disse o executivo do porto anfitri\u00e3o.<\/p>\n<p>Zulma Dinelli, diretora do Congresso e CEO da PR PORTS, que organiza o evento, disse que \u201co sucesso do evento foi consequ\u00eancia de um ano de intenso trabalho da equipe organizadora; de um programa de confer\u00eancias que conseguiu abordar as principais quest\u00f5es na agenda do setor mar\u00edtimo-portu\u00e1rio ao mais alto n\u00edvel; e do apoio de incont\u00e1veis empresas do setor que encontram no evento um espa\u00e7o para o networking e a gera\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios\u201d.<\/p>\n<p>Em um comparativo hist\u00f3rico e conjuntural do AAPA Latino, ela explica que anualmente h\u00e1 sempre novos temas em debate, enquanto outros permanecem atuais e\u00a0 em\u00a0 constante desenvolvimento desde a primeira edi\u00e7\u00e3o, a exemplo de processos internos e integra\u00e7\u00e3o entre portos e terminais da Am\u00e9rica Latina. Entre os desafios pontuados na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, est\u00e3o a necessidade de defini\u00e7\u00e3o de regras aduaneiras para os portos internacionais em moldes similares aos existentes para os aeroportos e a integra\u00e7\u00e3o de hidrovias a partir de acordos em comum entre diferentes regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Durante a agenda de conversas e pain\u00e9is, os destaques inclu\u00edram\u00a0\u201cCen\u00e1rios e previs\u00f5es para o com\u00e9rcio, transporte mar\u00edtimo e portos\u201d, com Jan Hoffman (UNCTAD); Ricardo S\u00e1nchez (Caribbean Research Institute); e Marisa Lago, Subsecret\u00e1ria de Com\u00e9rcio para os Neg\u00f3cios Internacionais dos EUA, onde a crise econ\u00f3mica, os umbrais de reativa\u00e7\u00e3o p\u00f3s-pandemia e os aumentos preocupantes nas taxas de frete mar\u00edtimo fizeram parte da reflex\u00e3o. A conclus\u00e3o? Ser realista, mas n\u00e3o pessimista, e aproveitar as oportunidades que se apresentam na colabora\u00e7\u00e3o regional.<\/p>\n<p>O painel\u00a0\u201cInvestimentos e projetos portu\u00e1rios na Am\u00e9rica Latina\u201d\u00a0tamb\u00e9m se destacou, onde foi poss\u00edvel conhecer as diferentes iniciativas em mat\u00e9ria de infraestrutura e moderniza\u00e7\u00e3o que pa\u00edses como o Peru, Chile, Panam\u00e1, M\u00e9xico e Honduras esperam implementar nos pr\u00f3ximos anos. Outras sess\u00f5es de alto n\u00edvel foram\u00a0\u201cTransporte Mar\u00edtimo 2030: Contagem Decrescente para Fechar a Divis\u00e3o Digital\u201d, onde foram revistos novos recursos de colabora\u00e7\u00e3o para a aplica\u00e7\u00e3o de tecnologias na ind\u00fastria; e o espa\u00e7o Charlas de Puerto \u2013 Debates Estrat\u00e9gicos, sob o lema\u00a0\u201cDi\u00e1logo entre Terminais, Companhias de Navega\u00e7\u00e3o e Autoridades Portu\u00e1rias\u201d.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00eamio de Excel\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>No final, foram entregues o\u00a0Pr\u00e9mio de Excel\u00eancia da Ind\u00fastria Portu\u00e1ria 202,\u00a0concedido conjuntamente pela AAPA e CIP-OAS e o\u00a0Maritime Award of the Americas\u00a02022, do Comit\u00ea Interamericano de Portos. Os portos e intervenientes reconhecidos em diferentes \u00e1reas de atividade foram: APM Terminals Callao (Peru); Porto do Itaqui (Brasil); Santos Port Authority (Brasil); Administraci\u00f3n del Sistema Portuario Nacional Manzanillo (M\u00e9xico); Terminal Internacional del Sur (Peru); Porto do A\u00e7u (Brasil) y Elvia Bustavino, Vice-ministra para assuntos mar\u00edtimos e Subdministradora da Autoridad Mar\u00edtima de Panam\u00e1, que foi distinguida como Mulher Destacada no Sector Portu\u00e1rio e Mar\u00edtimo 2022.<\/p>\n<p>Fonte: Informativo dos Portos<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A estrat\u00e9gia adotada para tornar o transporte internacional cada vez menos poluente ser\u00e1 economicamente sustent\u00e1vel? 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