{"id":43121,"date":"2022-12-29T09:54:02","date_gmt":"2022-12-29T12:54:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=43121"},"modified":"2022-12-29T09:54:02","modified_gmt":"2022-12-29T12:54:02","slug":"museu-da-vida-marinha-e-opcao-de-atracao-turistica-durante-temporada-de-verao-no-litoral-norte-de-sao-paulo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/museu-da-vida-marinha-e-opcao-de-atracao-turistica-durante-temporada-de-verao-no-litoral-norte-de-sao-paulo\/","title":{"rendered":"Museu da Vida Marinha \u00e9 op\u00e7\u00e3o de atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica durante temporada de ver\u00e3o no Litoral Norte de S\u00e3o Paulo"},"content":{"rendered":"<p>Localizado na praia Perequ\u00ea-A\u00e7u em Ubatuba, litoral norte de S\u00e3o Paulo, o Museu da Vida Marinha \u00e9 uma das op\u00e7\u00f5es para os turistas durante a temporada de ver\u00e3o. Al\u00e9m de contar com a remontagem da exposi\u00e7\u00e3o Gigantes Marinhos, que disp\u00f5e de diversas r\u00e9plicas de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos que habitaram os oceanos, o Museu ainda proporciona outras atra\u00e7\u00f5es para os visitantes: um acervo com esqueletos reais de animais da atualidade, taxidermia em tempo real que pode ser acompanhada pelos visitantes, um espa\u00e7o tem\u00e1tico de impactos, que conta com uma exposi\u00e7\u00e3o sobre os impactos da atividade humana no ambiente marinho e uma parede de ossos de animais mortos, um espa\u00e7o tem\u00e1tico com informa\u00e7\u00f5es dos trabalhos que s\u00e3o realizados pelo Instituto Argonauta em prol dos ambientes costeiros e marinhos, e uma casa sustent\u00e1vel com exemplos de energias renov\u00e1veis que podem ser replicadas por qualquer um para otimizar os recursos naturais. Segundo o Ocean\u00f3grafo Hugo Gallo, Diretor do Aqu\u00e1rio de Ubatuba e Presidente do Instituo Argonauta, o objetivo do museu \u00e9 conectar o p\u00fablico ao mundo marinho. \u201cOs visitantes poder\u00e3o conhecer e aprender sobre a evolu\u00e7\u00e3o de algumas esp\u00e9cies e a import\u00e2ncia da conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade\u00a0marinha\u201d.<\/p>\n<p>Na exposi\u00e7\u00e3o de Gigantes Marinhos, o visitante far\u00e1 uma viagem no tempo ao se deparar com r\u00e9plicas em tamanho real de animais marinhos que habitaram os mares da Am\u00e9rica do Sul, sendo que alguns deles conviveram no mesmo per\u00edodo dos dinossauros, ou at\u00e9 mesmo antes do per\u00edodo Jur\u00e1ssico. S\u00e3o nove animais que comp\u00f5em este acervo: uma lula gigante, um exemplar do molusco Amonita, um exemplar do gigante peixe Celacanto, um Trolobita (artr\u00f3pode), dois exemplares do r\u00e9ptil marinho Plessiossauros, um de Pliossauro, um de Dakossauro e um do r\u00e9ptil marinho Ictiossauro, e um exemplar da gigante arcada dent\u00e1ria da esp\u00e9cie extinta de tubar\u00e3o Megalodonte.<\/p>\n<p>O acervo com esqueletos reais de animais da atualidade do Museu da Vida Marinha, cont\u00e9m o esqueleto de uma baleia jubarte, que impressiona o visitante pelo seu tamanho: aproximadamente 13 metros de comprimento do esqueleto da baleia, que ocupa a parte principal da estrutura que comporta esse acervo. Al\u00e9m da jubarte \u2013 uma esp\u00e9cie de baleia avistada com frequ\u00eancia na regi\u00e3o do litoral norte de S\u00e3o Paulo \u2013 h\u00e1 ainda outros exemplares de animais da atualidade, como o cr\u00e2nio de uma baleia Cachalote, e os esqueletos de mam\u00edferos marinhos como toninha, golfinho e foca-caranguejeira. H\u00e1 tamb\u00e9m exemplares de aves da fauna marinha, como pinguim, fragata, gaivota, bigu\u00e1, pardela, albatroz, entre outros. Entre os exemplares de r\u00e9pteis da atualidade, h\u00e1 nesse acervo esqueletos de tartarugas-cabe\u00e7uda e verde, carapa\u00e7as de tartaruga-verde, oliva, pente e cabe\u00e7uda.<\/p>\n<p>J\u00e1 a sala da taxidermia \u2013 t\u00e9cnica que consiste em \u201cempalhar\u201d um animal morto \u2013 \u00e9 um espa\u00e7o que pode ser visto pelos visitantes, atrav\u00e9s de uma divis\u00f3ria de vidro. O procedimento \u00e9 realizado por t\u00e9cnicos do Instituto Argonauta altamente qualificados para execut\u00e1-lo, e \u00e9 um processo cient\u00edfico que tem por finalidade promover a Educa\u00e7\u00e3o Ambiental e fomentar a pesquisa atrav\u00e9s de trabalhos cient\u00edficos.<\/p>\n<p>O espa\u00e7o tem\u00e1tico de impactos chama a aten\u00e7\u00e3o do visitante principalmente pela parede de ossos, que \u00e9 composta por ossos de animais mortos resultantes dos impactos causados pela atividade humana. Nele h\u00e1 ainda uma exposi\u00e7\u00e3o que tem como objetivo promover a reflex\u00e3o no visitante sobre o papel individual e coletivo do ser humano na preserva\u00e7\u00e3o da natureza, e as consequ\u00eancias das a\u00e7\u00f5es antr\u00f3picas na fauna marinha, uma vez que somente ap\u00f3s o surgimento dos homens que a natureza come\u00e7ou a sofrer os impactos, tais como aquecimento global, pesca predat\u00f3ria, e lixo no mar de diversas formas (pl\u00e1stico, esgoto, lixo industrial, etc.).<\/p>\n<p>O chamado espa\u00e7o tem\u00e1tico das solu\u00e7\u00f5es, possibilita que o visitante conhe\u00e7a as a\u00e7\u00f5es e hist\u00f3ria do Instituto Argonauta, institui\u00e7\u00e3o que realiza a conserva\u00e7\u00e3o do Meio Ambiente, em especial dos ecossistemas costeiros e marinhos. A principal atra\u00e7\u00e3o desse espa\u00e7o s\u00e3o as c\u00e2meras instaladas no Centro de Reabilita\u00e7\u00e3o e Triagem de Animais Aqu\u00e1ticos (CRETA), nas quais permitem que os visitantes acompanhem em tempo real os pacientes em reabilita\u00e7\u00e3o no Centro do Instituto Argonauta, montado em parceria com o Aqu\u00e1rio de Ubatuba.<\/p>\n<p>Por fim, o ponto final da visita \u00e9 na Casa da Sustentabilidade, com aplica\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis na pr\u00e1tica em sua estrutura, mostrando ao p\u00fablico visitante como cada um de n\u00f3s pode reduzir sua \u201cpegada ecol\u00f3gica\u201d. Entre as aplica\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis, est\u00e3o a instala\u00e7\u00e3o de placa solar, m\u00f3veis que foram constru\u00eddos a partir do reaproveitamento de materiais, m\u00f3veis feitos a partir de madeira de reflorestamento, produtos reaproveitados, tinta ecol\u00f3gica, claraboia, e reaproveitamento de \u00e1gua da chuva nos banheiros.<\/p>\n<p>Quem j\u00e1 visitou o Museu garante que \u00e9 mais do que uma experi\u00eancia: uma transforma\u00e7\u00e3o. \u00c9 o caso da professora aposentada Carmen Lucia dos Santos, que \u00e9 de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, e na primeira oportunidade que teve, visitou o Museu da Vida Marinha em Ubatuba. Ela detalha como ficou encantada com as atra\u00e7\u00f5es. \u201cNa visita\u00e7\u00e3o tive a dimens\u00e3o de como a vida marinha \u00e9 importante para o planeta, e deve ser preservada. O que mais me chamou a aten\u00e7\u00e3o, foram as r\u00e9plicas dos animais e as atividades educativas oferecidas para as escolas. \u00c9 um espa\u00e7o amplo, agrad\u00e1vel, organizado, interessante e que proporciona uma s\u00e9rie de conhecimentos para quem visita. Meus netos ficaram impressionados com o acervo da exposi\u00e7\u00e3o, e com a quantidade de lixo que \u00e9 retirada do mar\u201d, comentou a professora, acrescentando ainda que os netos tiveram uma experi\u00eancia transformadora. \u201cAs crian\u00e7as tamb\u00e9m ficaram admiradas com o uso criativo do lixo recicl\u00e1vel para outros fins. Sem d\u00favida \u00e9 um espa\u00e7o muito educativo\u201d, pontuou.<\/p>\n<p>Ao final, o p\u00fablico ainda pode adquirir um ecoproduto da loja do Museu da Vida Marinha. \u201cAo comprar o ingresso ou algum produto da loja, todo dinheiro \u00e9 revertido para manuten\u00e7\u00e3o das atividades do Instituto Argonauta\u201d, explica a bi\u00f3loga Catherina Monteiro, que integra a equipe do Museu.<\/p>\n<p><strong>Estrutura<\/strong><\/p>\n<p>O Museu da Vida Marinha disp\u00f5e de um audit\u00f3rio multiuso e outras duas alas com os acervos que contam a hist\u00f3ria da vida no mar e no planeta Terra desde o in\u00edcio. Tamb\u00e9m h\u00e1 sanit\u00e1rios e espa\u00e7os que contemplam inteira acessibilidade, al\u00e9m de salas administrativas, departamento financeiro e salas de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental. A sede do Museu foi projetada pela equipe de arquitetos da Terramare sob o conceito de constru\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel, utilizando estruturas reaproveitadas de cont\u00eaineres doados pela empresa Log-In Log\u00edstica Intermodal e uso de madeira reflorestada e telhados verdes.<\/p>\n<p>O material que comp\u00f5e o acervo \u00e9 proveniente dos 25 anos de funcionamento e pesquisa do Aqu\u00e1rio de Ubatuba, e do Instituto Argonauta. O Museu da Vida Marinha \u00e9 um projeto criado pelo Aqu\u00e1rio de Ubatuba para dar suporte financeiro ao Instituto Argonauta, garantindo assim a continuidade dos trabalhos praticados h\u00e1 anos pela organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O Museu estava instalado dentro do Aqu\u00e1rio, mas foi ampliado e transferido para a base do Instituto Argonauta, em terreno cedido pela Prefeitura Municipal de Ubatuba, no bairro Perequ\u00ea-A\u00e7u em Ubatuba\/SP<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p>O Museu tem\u00a0<strong>entrada gratuita para os moradores de Ubatuba<\/strong>, mediante cadastro que deve ser realizado presencialmente na bilheteria, com a apresenta\u00e7\u00e3o dos seguintes documentos:<\/p>\n<ol>\n<li><em>Documento pessoal com foto;<\/em><\/li>\n<li><em>Endere\u00e7o de resid\u00eancia;<\/em><\/li>\n<li><em>Comprovante de moradia fixa \u2013 no qual ser\u00e1 aceito um dos seguintes documentos:<\/em>\u00a0<em>RG de Ubatuba; T\u00edtulo eleitoral de Ubatuba; CNH de Ubatuba; Carteira de trabalho, ou holerite de Ubatuba; Carteira Profissional de Classe de Ubatuba; documento escolar dos filhos, como: carteirinha da escola; boletim ou comprovante de matr\u00edcula.<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p>Maiores de 60 anos e crian\u00e7as at\u00e9 6 anos acompanhadas de um adulto pagante tamb\u00e9m ter\u00e3o acesso livre, mediante apresenta\u00e7\u00e3o de documento de identidade.<\/p>\n<p>Atualmente, funciona\u00a0<strong>diariamente<\/strong>\u00a0(de segunda a domingo), das\u00a0<strong>10h \u00e0s 18h<\/strong>. O valor do ingresso \u00e9\u00a0<strong>R$ 21,00<\/strong>, com meia entrada (<strong>R$ 10,50<\/strong>) para estudantes at\u00e9 17 anos com carteirinha, estudantes universit\u00e1rios com documento, professores com carteirinha e menores de 12 anos.<\/p>\n<p>Para agendamento de escolas e grupos especiais entrar em contato pelo telefone:\u00a0<strong>(12) 38335789.<\/strong><\/p>\n<p>O Museu da Vida Marinha\u00a0<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/museudavidamarinha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">@museudavidamarinha<\/a>\u00a0est\u00e1 localizado na Avenida Governador Abreu Sodr\u00e9, 1067 \u2013 Perequ\u00ea-A\u00e7u, Ubatuba\/SP.<\/p>\n<p>Para saber mais consulte o site:\u00a0<a title=\"https:\/\/institutoargonauta.org\/projetos\/museu-da-vida-marinha\/\" href=\"https:\/\/institutoargonauta.org\/projetos\/museu-da-vida-marinha\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-toggle=\"tooltip\">https:\/\/institutoargonauta.or<wbr \/>g\/projetos\/museu-da-vida-marin<wbr \/>ha\/<\/a><\/p>\n<p>Fonte: Defesa em Foco<\/p>\n<div class=\"td-module-meta-info\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Localizado na praia Perequ\u00ea-A\u00e7u em Ubatuba, litoral norte de S\u00e3o Paulo, o Museu da Vida Marinha \u00e9 uma das op\u00e7\u00f5es para os turistas durante a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":43122,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-43121","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43121","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=43121"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43121\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":43123,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/43121\/revisions\/43123"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/43122"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=43121"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=43121"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=43121"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}