{"id":42746,"date":"2022-12-07T11:34:52","date_gmt":"2022-12-07T14:34:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=42746"},"modified":"2022-12-07T11:34:52","modified_gmt":"2022-12-07T14:34:52","slug":"comunidade-do-amapa-recebe-laboratorio-escola-flutuante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/comunidade-do-amapa-recebe-laboratorio-escola-flutuante\/","title":{"rendered":"Comunidade do Amap\u00e1 recebe laborat\u00f3rio-escola flutuante"},"content":{"rendered":"<p>A comunidade do Arraiol, no Arquip\u00e9lago do Bailique (AP), a 180 quil\u00f4metros de Macap\u00e1, recebeu hoje (5) o Laborat\u00f3rio-Escola Flutuante da Agrobiodiversidade do Bailique. A unidade integra o Centro Vocacional Tecnol\u00f3gico (CVT) da Agrobiodiversidade Bailique-Rio Grande, financiado pelo Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00f5es.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1497137&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1497137&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Com quase 200 metros quadrados, o laborat\u00f3rio-escola disp\u00f5e de estrutura de sala de aula, laborat\u00f3rio equipado e cozinha para atividades pr\u00e1ticas do curso de t\u00e9cnico em alimentos da agrobiodiversidade, almoxarifado e dormit\u00f3rio. O flutuante tamb\u00e9m est\u00e1 equipado com uma planta para liofiliza\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed, ou seja, transforma\u00e7\u00e3o da polpa em p\u00f3 por meio de alta tecnologia.<\/p>\n<p>Segundo o minist\u00e9rio, a op\u00e7\u00e3o pelo flutuante considera a estrutura das ilhas do arquip\u00e9lago, formada por sedimentos e que ao longo do tempo pode sofrer deteriora\u00e7\u00e3o. O flutuante pode ser removido de local e \u00e9 abastecido por pain\u00e9is de energia fotovoltaica. O laborat\u00f3rio-escola tem uma estrutura adequada para a realiza\u00e7\u00e3o do curso. At\u00e9 agora, as aulas eram ministradas de modo adaptado no centro de eventos da comunidade.<\/p>\n<p>Com valor global de R$ 6,2 milh\u00f5es, o projeto do CVT Bailique \u00e9 totalmente financiado com recursos da pasta ministerial. O laborat\u00f3rio flutuante foi planejado com base no Protocolo Comunit\u00e1rio de 2013, elaborado pela comunidade local.<\/p>\n<p>Coordenado pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), o projeto \u00e9 realizado em parceria com a Oficina Escola de Lutheria da Amaz\u00f4nia (OELA), a Associa\u00e7\u00e3o das Comunidades Tradicionais do Bailique (ACTB) e o Instituto de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1 (IDEM), entre outras entidades p\u00fablicas e privadas.<\/p>\n<p>O minist\u00e9rio assinou um termo de execu\u00e7\u00e3o descentralizada com a FURG em 2015 e a primeira turma do curso t\u00e9cnico em alimentos da agrobiodiversidade foi formada em 2017. O curso oferece 1,2 mil horas de aula que inclui disciplinas como direito ambiental, microbiologia, bioqu\u00edmica de alimentos, biotecnologia, cooperativismo, seguran\u00e7a alimentar e nutricional.<\/p>\n<p>O curso formou 53 jovens de 16 comunidades em tr\u00eas turmas. No momento, a quarta turma est\u00e1 em andamento. As aulas s\u00e3o ministradas pelo sistema de altern\u00e2ncia, em que os jovens passam 15 dias na escola e 15 dias nas comunidades.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A comunidade do Arraiol, no Arquip\u00e9lago do Bailique (AP), a 180 quil\u00f4metros de Macap\u00e1, recebeu hoje (5) o Laborat\u00f3rio-Escola Flutuante da Agrobiodiversidade do Bailique. 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