{"id":42429,"date":"2022-11-17T12:22:20","date_gmt":"2022-11-17T15:22:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=42429"},"modified":"2022-11-17T12:22:20","modified_gmt":"2022-11-17T15:22:20","slug":"dia-nacional-da-amazonia-azul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/dia-nacional-da-amazonia-azul\/","title":{"rendered":"Dia Nacional da Amaz\u00f4nia Azul"},"content":{"rendered":"<p>A partir de hoje, 16 de novembro, Dia Nacional da Amaz\u00f4nia Azul, a Ag\u00eancia Marinha de Not\u00edcias publicar\u00e1 uma s\u00e9rie de reportagens sobre essa \u00e1rea mar\u00edtima, principal via de transporte do com\u00e9rcio exterior do Pa\u00eds, que al\u00e9m de abrigar grande diversidade de recursos naturais (como pescado e biodiversidade marinha) \u00e9 importante reserva de petr\u00f3leo, g\u00e1s e outros recursos minerais.\u00a0As reportagens abordar\u00e3o as atividades da Amaz\u00f4nia Azul sob o enfoque de suas quatro vertentes:\u00a0cient\u00edfica, econ\u00f4mica, ambiental e soberania. Essa \u00e9 primeira delas, que destaca as pesquisas cient\u00edficas realizadas neste ambiente.<\/p>\n<p>A Lei n\u00ba 13.187 de 2015 instituiu o Dia Nacional da Amaz\u00f4nia Azul, comemorado anualmente em todo o territ\u00f3rio nacional. A data visa conscientizar a popula\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da Amaz\u00f4nia Azul, \u00e1rea oce\u00e2nica ligada ao territ\u00f3rio brasileiro com cerca de 5,7 milh\u00f5es de km\u00b2, superior \u00e0 dimens\u00e3o da Amaz\u00f4nia Verde e equivalente em termos de biodiversidade e recursos.<\/p>\n<p class=\" aBigClassNameToAvoidCollisionInText aBigClassNameToAvoidCollisionInText\">Na vertente cient\u00edfica, a Marinha do Brasil (MB) contabiliza que, somente em 2022, 142 pesquisadores j\u00e1 embarcaram em seus navios de pesquisa, incluindo os que operam na Ant\u00e1rtica. Muitas dessas expedi\u00e7\u00f5es ocorrem nas ilhas oce\u00e2nicas, entre elas o Arquip\u00e9lago de S\u00e3o Pedro e S\u00e3o Paulo (ASPSP) e a Ilha da Trindade onde a Marinha tem estruturas apropriadas para apoiar pesquisas e hospedar adequadamente os pesquisadores. O acesso a esses lugares remotos tamb\u00e9m \u00e9 coordenado pela MB que fornece treinamento para os cientistas adentrarem ambientes diferenciados, como \u00e9 o caso de pesquisas no Continente Ant\u00e1rtico, cuja base de apoio \u00e9 a Esta\u00e7\u00e3o Ant\u00e1rtica Comandante Ferraz.<br \/>\nO Vice-Reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Professor Doutor Moacyr Cunha de Ara\u00fajo Filho, afirma que o embarque para a realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas cient\u00edficas \u00e9 fundamental para os graduandos em Oceanografia e \u00e1reas afins. \u201cPara trabalhar em ci\u00eancias do mar, os embarques s\u00e3o momentos de muito aprendizado. Eu diria que \u00e9 fundamental para o pesquisador, aquele que vai seguir carreira acad\u00eamica, ter experi\u00eancias de embarque, para sentir toda dificuldade, preocupa\u00e7\u00e3o e aprendizado de coletar dados no local\u201d, afirmou o pesquisador que participa de expedi\u00e7\u00f5es em navios de pesquisa da Marinha desde a d\u00e9cada de 1990.<\/p>\n<p>O Professor Doutor Moacyr compara o oceano a um grande laborat\u00f3rio ao ar livre. \u201c\u00c9 como um laborat\u00f3rio no qual n\u00f3s ainda n\u00e3o conhecemos todas as \u00e1reas, todas as se\u00e7\u00f5es. E uma delas seria o assoalho oce\u00e2nico, a parte mais profunda do oceano. Eu acho que n\u00f3s temos uma grande oportunidade de avan\u00e7ar nesse sentido, e utilizar o oceano como uma verdadeira plataforma de estudo, de ensino, de forma\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m como um grande celeiro de reservas naturais que est\u00e3o sendo muito pouco exploradas. E fazer isso com sustentabilidade \u00e9 fundamental\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>Fonte: Defesa em Foco<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir de hoje, 16 de novembro, Dia Nacional da Amaz\u00f4nia Azul, a Ag\u00eancia Marinha de Not\u00edcias publicar\u00e1 uma s\u00e9rie de reportagens sobre essa \u00e1rea&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":42430,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-42429","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42429","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42429"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42429\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42431,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42429\/revisions\/42431"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42430"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42429"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42429"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42429"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}