{"id":42255,"date":"2022-11-07T08:25:45","date_gmt":"2022-11-07T11:25:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=42255"},"modified":"2022-11-07T08:25:45","modified_gmt":"2022-11-07T11:25:45","slug":"mobilidade-urbana-por-que-nao-fazer-dos-rios-da-baixada-santista-uma-nova-opcao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/mobilidade-urbana-por-que-nao-fazer-dos-rios-da-baixada-santista-uma-nova-opcao\/","title":{"rendered":"Mobilidade urbana: Por que n\u00e3o fazer dos rios da Baixada Santista uma nova op\u00e7\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<p>A placidez das \u00e1guas tamb\u00e9m re\u00fane condi\u00e7\u00f5es de ajudar a mobilidade urbana, com o transporte p\u00fablico aquavi\u00e1rio de passageiros. Uma conta simples j\u00e1 d\u00e1 uma ideia da import\u00e2ncia: de Peru\u00edbe a Bertioga, demora-se em torno de tr\u00eas horas de \u00f4nibus, enquanto de barco levaria de 1h30 a 1h45, o que representa a metade do tempo. \u00c9 a proposi\u00e7\u00e3o da SP Hidro S\/A, empresa criada com essa finalidade.<\/p>\n<div class=\"p-article\">\n<p>\u201cN\u00e3o criamos nada. Existem centenas de estudos sobre isso. Est\u00e3o todos na internet. A gente prop\u00f4s tirar isso do papel\u201d, afirma Gontran Parente, diretor da SP Hidro. \u201cNossa ideia n\u00e3o \u00e9 uma startup. N\u00e3o queremos ficar ricos com isso. Nossa ideia \u00e9 que os usu\u00e1rios tamb\u00e9m sejam acionistas da empresa. \u00c9 uma iniciativa privada com a b\u00ean\u00e7\u00e3o do Poder P\u00fablico. Conversamos com as Prefeituras e todas abra\u00e7aram o projeto\u201d, emenda.<\/p>\n<\/div>\n<p>Tendo a regulamenta\u00e7\u00e3o da Marinha e da Antaq (Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios), a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 oferecer barcos pequenos e de baixo calado, de acordo com a realidade hidrogr\u00e1fica da regi\u00e3o, mas apoiados em quatro princ\u00edpios: seguran\u00e7a, rapidez, custo reduzido e conforto. E com energia limpa.<\/p>\n<p>\u201cAlguns barcos j\u00e1 foram testados e estamos caminhando neste sentido. Depois de quase dois anos de trabalho, chegamos ao final dos projetos t\u00e9cnicos e toda a frota ser\u00e1 com motores el\u00e9tricos. Vai ser a primeira empresa de transporte p\u00fablico aquavi\u00e1rio de passageiros com emiss\u00e3o zero. O estudo est\u00e1 conclu\u00eddo e temos toda a parte de engenharia pronta\u201d, revela Parente.<\/p>\n<p><b>Recursos e demanda<\/b><\/p>\n<div class=\"p-article\">\n<p>O diretor da SP Hidro explicou que est\u00e3o aprovados R$ 161 milh\u00f5es no Minist\u00e9rio da Infraestrutura para aquisi\u00e7\u00e3o das embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<\/div>\n<p>\u201cE n\u00f3s estamos pleiteando mais ou menos uns R$ 350 mi a R$ 400 mi para poder fazer a contrata\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra espec\u00edfica, al\u00e9m do treinamento. No total, d\u00e1 em torno de R$ 500 milh\u00f5es\u201d, completa. Parente lembrou que n\u00e3o haver\u00e1 obra civil para os p\u00ederes, j\u00e1 que ser\u00e3o flutuantes.<\/p>\n<p>O custo da tarifa ainda n\u00e3o foi definido, mas promete n\u00e3o ser alto em raz\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas dos habituais usu\u00e1rios do transporte.<\/p>\n<p>\u201cEstamos conversando com o Governo do Estado, que pagaria a opera\u00e7\u00e3o e estabeleceria a pol\u00edtica tarif\u00e1ria. Nossa margem de lucro seria pequena, de 10%\u201d, afirma. \u201cAs pessoas s\u00e3o de regi\u00f5es de alta vulnerabilidade social. Tem demanda, mas ainda n\u00e3o foi tentado na pr\u00e1tica. Temos estudos de origem e destino, mas da parte rodovi\u00e1ria. Mas a gente acredita que vai ter que triplicar, de acordo com nossas proje\u00e7\u00f5es\u201d, finaliza.<\/p>\n<p>Fonte: A Tribuna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A placidez das \u00e1guas tamb\u00e9m re\u00fane condi\u00e7\u00f5es de ajudar a mobilidade urbana, com o transporte p\u00fablico aquavi\u00e1rio de passageiros. Uma conta simples j\u00e1 d\u00e1 uma&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":42256,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-42255","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42255","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42255"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42255\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42257,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42255\/revisions\/42257"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42256"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42255"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42255"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42255"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}