{"id":42136,"date":"2022-10-28T12:39:24","date_gmt":"2022-10-28T15:39:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=42136"},"modified":"2022-10-28T12:41:02","modified_gmt":"2022-10-28T15:41:02","slug":"assedio-e-discriminacao-envolvendo-mulheres-que-trabalham-no-setor-offshore-sao-revelados-em-pesquisa-chocante-sobre-o-trabalho-a-bordo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/assedio-e-discriminacao-envolvendo-mulheres-que-trabalham-no-setor-offshore-sao-revelados-em-pesquisa-chocante-sobre-o-trabalho-a-bordo\/","title":{"rendered":"Ass\u00e9dio e discrimina\u00e7\u00e3o de mulheres s\u00e3o revelados em pesquisa sobre o trabalho a bordo"},"content":{"rendered":"<p>A\u00a0pesquisa foi feita pela Wista\u00a0e foi realizada em conjunto com a Anglo Eastern, International Seafarers Welfare and Assistance Network (ISWAN) e International Chamber of Shipping (ICS). O objetivo principal era constatar como as mulheres que trabalham no setor Offshore lidavam\u00a0 om a \u201cdiscrimina\u00e7\u00e3o\u201d e como ela se manifestava a bordo com base em suas experi\u00eancias pessoais.<\/p>\n<div id=\"quads-ad1\" class=\"quads-location quads-ad1\">\n<p>A pesquisa teve 1.128 mulheres de 78 pa\u00edses como base, sendo que as Filipinas (399) tiveram a maior propor\u00e7\u00e3o de discrimina\u00e7\u00e3o, seguidas pelos Estados Unidos (98), Reino Unido (57), \u00c1frica do Sul (51), Brasil (47), \u00cdndia (41), Peru (36), Col\u00f4mbia (35) e Indon\u00e9sia (35).<\/p>\n<p>Da maioria das mulheres offshore, cerca de 90% trabalha em navios de cruzeiro e o restante trabalha em navios de carga, petroleiros e navios porta-cont\u00eaineres, navios de carga geral\/engajados, navios qu\u00edmicos, graneleiros e rebocadores.<\/p>\n<h2>Dados sobre a entrevista<\/h2>\n<p>A maioria das mulheres entrevistadas relataram terem encontrado discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero a bordo e a outra parte relatou 40% que n\u00e3o havia tal discrimina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um total de 34% das\u00a0<strong>mulheres offshore<\/strong>\u00a0reconheceram que sentiram-se alienadas ou negligenciadas por conta do seu g\u00eanero, ao passo que 29% das entrevistadas sofreram ass\u00e9dio e bullying a bordo dos navios.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, 66% das mulheres concordam que os empregados homens passaram a assediar ou intimidar colegas de trabalho, disse a WISTA.<\/p>\n<h2>Estat\u00edstica da pesquisa<\/h2>\n<ul>\n<li>A pesquisa considerou 1128 mulheres mar\u00edtimas de 78 pa\u00edses;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>60% das mulheres relataram encontrar discrimina\u00e7\u00e3o de g\u00eanero a bordodos navios;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>66% das mulheres relatam que os funcion\u00e1rios homens assediam e intimidam as colegas de trabalho do sexo feminino;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>25% dizem que no setor de offshore \u00e9 comum o ass\u00e9dio f\u00edsico e sexual, ocorrendo a bordo e envolvendo intrus\u00f5es em sua privacidade;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>13% \u200b\u200bmencionaram que foram abordadas de forma ofensiva;<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li>70% das mulheres afirmam que seus colegas do sexo masculino perpetram ass\u00e9dio ofensivo a bordo;<\/li>\n<\/ul>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m possibilitou coletar dados sobre pol\u00edticas de\u00a0<strong>ass\u00e9dio<\/strong>\u00a0e bullying das empresas offshore, bem como linhas diretas da empresa. O efeito da pandemia nas experi\u00eancias das mulheres a bordo fornece insights sobre como as empresas podem operar no setor para promover a diversidade de g\u00eanero e acabar com o preconceito.<\/p>\n<p>Fonte: Click Petr\u00f3leo e G\u00e1s<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A\u00a0pesquisa foi feita pela Wista\u00a0e foi realizada em conjunto com a Anglo Eastern, International Seafarers Welfare and Assistance Network (ISWAN) e International Chamber of Shipping&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":42137,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-42136","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42136","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42136"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42136\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42141,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42136\/revisions\/42141"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42137"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42136"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42136"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42136"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}