{"id":42092,"date":"2022-10-27T10:54:03","date_gmt":"2022-10-27T13:54:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=42092"},"modified":"2022-10-27T10:54:03","modified_gmt":"2022-10-27T13:54:03","slug":"brasil-participa-da-operacao-mare-liberum-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-participa-da-operacao-mare-liberum-ii\/","title":{"rendered":"Brasil participa da opera\u00e7\u00e3o MARE LIBERUM II"},"content":{"rendered":"<p>A repress\u00e3o \u00e0 pirataria na \u00e1rea compreendida pelo Golfo de Aden e a costa da Som\u00e1lia, no Oriente M\u00e9dio, ser\u00e1 intensificada com a Focused Operations MARE LIBERUM II, que acontece de 23 a 29 de outubro. A opera\u00e7\u00e3o combinada \u00e9 planejada e conduzida pela Combined Task Force 151 (CTF 151) que, atualmente, \u00e9 comandada pela Marinha do Brasil (MB). O objetivo \u00e9 intensificar, por um per\u00edodo limitado, a presen\u00e7a de meios navais, a\u00e9reos e o interc\u00e2mbio de informa\u00e7\u00f5es com organiza\u00e7\u00f5es mar\u00edtimas de diversos pa\u00edses para garantir a livre navega\u00e7\u00e3o e a manuten\u00e7\u00e3o do fluxo comercial mar\u00edtimo na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das atividades conduzidas pela CTF 151, e a participa\u00e7\u00e3o brasileira consiste no planejamento e condu\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o. Ao todo, 12 militares brasileiros participam da Focused Operations MARE LIBERUM II, al\u00e9m daqueles que pertencem a Canad\u00e1; Djibouti; Estados Unidos da Am\u00e9rica; Jap\u00e3o; Om\u00e3; Paquist\u00e3o; Reino Unido; Rep\u00fablica da Cor\u00e9ia; Seychelles; Turquia; e Yemen. Al\u00e9m desses pa\u00edses, est\u00e3o contribuindo com a opera\u00e7\u00e3o os Centros de Opera\u00e7\u00f5es Mar\u00edtimas que operam na regi\u00e3o, bem como a TF 465, pertencente \u00e0 EUNAVFOR, For\u00e7a Naval da Uni\u00e3o Europeia que tamb\u00e9m realiza opera\u00e7\u00e3o militar ao largo do Chifre da \u00c1frica e no Oceano \u00cdndico Ocidental.<\/p>\n<p>De acordo com o Comandante da CTF 151, Contra-Almirante Nelson de Oliveira Leite, apesar da opera\u00e7\u00e3o ser curta, seus efeitos s\u00e3o duradouros e visam desestimular potenciais iniciativas de a\u00e7\u00f5es de pirataria, refor\u00e7ar a coopera\u00e7\u00e3o com diversas organiza\u00e7\u00f5es que operam na regi\u00e3o e intensificar a coleta de informa\u00e7\u00f5es de intelig\u00eancia que auxiliem a identificar padr\u00f5es de comportamento locais.<\/p>\n<p>\u201cO nosso intuito \u00e9 assegurar \u00e0 ind\u00fastria mar\u00edtima o comprometimento da comunidade internacional com a repress\u00e3o \u00e0 pirataria, enquanto a advertimos que, embora suprimida, esta amea\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 erradicada, e a manuten\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas de seguran\u00e7a ainda \u00e9 fundamental, al\u00e9m de desenvolver uma prova de conceito, integrando unidades n\u00e3o tripuladas a uma opera\u00e7\u00e3o contra a pirataria\u201d, destaca o Almirante Nelson Leite.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a ser planejada em agosto deste ano. Durante esses dois meses foram realizadas reuni\u00f5es internas do Estado-Maior e multilaterais, com a participa\u00e7\u00e3o de membros da Combined Maritime Forces (CMF) e de representantes dos pa\u00edses participantes. Al\u00e9m disso, o Comandante da CTF 151 atuou na negocia\u00e7\u00e3o de apoio e em atividades de engajamentos de l\u00edderes com comandantes das marinhas regionais e chefes de organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Atua\u00e7\u00e3o brasileira na CTF 151\u00a0<\/strong><br \/>\nA participa\u00e7\u00e3o da MB na CMF come\u00e7ou em 2013, com a indica\u00e7\u00e3o de um observador no seu Estado-Maior, e foi ganhando relev\u00e2ncia ao longo do tempo. Em junho de 2021, a MB assumiu pela primeira vez o Comando da CTF 151, com o Contra-Almirante Andr\u00e9 Luiz de Andrade Felix. Atualmente, a Marinha comanda essa For\u00e7a pela segunda vez, que transcorrer\u00e1 de agosto de 2022 a fevereiro de 2023.<\/p>\n<p>\u201cAtualmente, a costa ocidental africana, em particular a regi\u00e3o conhecida como o Golfo da Guin\u00e9, \u00e9 um dos principais pontos de acesso da pirataria e roubo armado do mundo. A Marinha do Brasil tem se empenhado no aux\u00edlio ao treinamento e prepara\u00e7\u00e3o das marinhas e guardas costeiras da regi\u00e3o, na repress\u00e3o a essas amea\u00e7as e, portanto, o conhecimento adquirido permitir\u00e1 o aperfei\u00e7oamento dessa capacita\u00e7\u00e3o\u201d, ressalta o Almirante Nelson Leite.<\/p>\n<p><strong>O que \u00e9 a Combined Task Force 151?<\/strong><br \/>\nA CTF 151 \u00e9 uma For\u00e7a-Tarefa multinacional que realiza opera\u00e7\u00f5es para dissuadir, interromper e reprimir a pirataria na regi\u00e3o do Chifre da \u00c1frica. Criada em 2009, a CTF 151 \u00e9 subordinada \u00e0 CMF, uma organiza\u00e7\u00e3o que hoje congrega 38 pa\u00edses, unidos voluntariamente para evitar o uso ilegal do mar por atores n\u00e3o estatais.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Marinha de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A repress\u00e3o \u00e0 pirataria na \u00e1rea compreendida pelo Golfo de Aden e a costa da Som\u00e1lia, no Oriente M\u00e9dio, ser\u00e1 intensificada com a Focused Operations&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":42093,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-42092","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42092","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=42092"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42092\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42094,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/42092\/revisions\/42094"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/42093"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=42092"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=42092"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=42092"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}