{"id":41440,"date":"2022-09-20T08:26:08","date_gmt":"2022-09-20T11:26:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=41440"},"modified":"2022-09-20T08:26:08","modified_gmt":"2022-09-20T11:26:08","slug":"brasil-e-estados-unidos-firmam-acordo-de-reconhecimento-entre-aduanas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/brasil-e-estados-unidos-firmam-acordo-de-reconhecimento-entre-aduanas\/","title":{"rendered":"Brasil e Estados Unidos firmam acordo de reconhecimento entre aduanas"},"content":{"rendered":"<p>As empresas brasileiras certificadas como operadores econ\u00f4micos autorizados (OEA) poder\u00e3o exportar mais rapidamente e com menos burocracia para os Estados Unidos. Ap\u00f3s sete anos de negocia\u00e7\u00f5es, a Receita Federal assinou acordo de reconhecimento m\u00fatuo (ARM) com a aduana norte-americana.<\/p>\n<p>Por meio do acordo, os dois pa\u00edses oficializam a parceria entre seus programas de operador econ\u00f4mico autorizado. Com essas iniciativas, as alf\u00e2ndegas dos pa\u00edses reconhecem empresas que operam a cadeia log\u00edstica internacional com garantia da seguran\u00e7a das cargas e as normas tribut\u00e1rias e aduaneiras. A ades\u00e3o aos programas \u00e9 volunt\u00e1ria.<\/p>\n<p>As discuss\u00f5es entre as equipes t\u00e9cnicas da Receita Federal e do Servi\u00e7o de Alf\u00e2ndega e Prote\u00e7\u00e3o de Fronteiras do Governo dos Estados Unidos da Am\u00e9rica come\u00e7aram em 2015, com a assinatura do plano de trabalho conjunto. Com a assinatura do acordo, o programa brasileiro de OEA passa a ser compat\u00edvel com o Customs Trade Partnership Against Terrorism (C-TPAT), um dos maiores programas de certifica\u00e7\u00e3o em seguran\u00e7a da cadeia log\u00edstica do mundo.<\/p>\n<p>Agora, as empresas brasileiras certificadas como OEA-Seguran\u00e7a ser\u00e3o reconhecidas como empresas mais seguras e de menor risco. Com a maior confiabilidade, cair\u00e1 o percentual de inspe\u00e7\u00f5es das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para os Estados Unidos. Al\u00e9m disso, quando as cargas dessas empresas forem escolhidas para verifica\u00e7\u00e3o, ter\u00e3o prioridade na an\u00e1lise.<\/p>\n<p>Destino de 14% das exporta\u00e7\u00f5es do pa\u00eds, os Estados Unidos s\u00e3o o segundo maior parceiro comercial do Brasil, com fluxo de mais de US$ 70,53 bilh\u00f5es em 2021. Desse total, o Brasil exportou US$ 31,15 bilh\u00f5es para o mercado norte-americano e importou US$ 39,38 bilh\u00f5es de l\u00e1.<\/p>\n<p>Segundo o Minist\u00e9rio da Economia, nos \u00faltimos tr\u00eas anos, empresas do Programa OEA foram respons\u00e1veis por 17% das exporta\u00e7\u00f5es para os Estados Unidos. A pasta n\u00e3o forneceu estimativas detalhadas, mas informou que a assinatura do acordo deve gerar aumento pela procura da certifica\u00e7\u00e3o OEA-Seguran\u00e7a entre as empresas brasileiras.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1483274&amp;o=node\" \/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1483274&amp;o=node\" \/><\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As empresas brasileiras certificadas como operadores econ\u00f4micos autorizados (OEA) poder\u00e3o exportar mais rapidamente e com menos burocracia para os Estados Unidos. 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