{"id":41349,"date":"2022-09-14T08:28:21","date_gmt":"2022-09-14T11:28:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=41349"},"modified":"2022-09-14T08:28:21","modified_gmt":"2022-09-14T11:28:21","slug":"portaria-apresenta-novas-regras-dos-regimes-de-drawback-suspensao-e-isencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/portaria-apresenta-novas-regras-dos-regimes-de-drawback-suspensao-e-isencao\/","title":{"rendered":"Portaria apresenta novas regras dos regimes de drawback suspens\u00e3o e isen\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Foi publicada, na edi\u00e7\u00e3o desta ter\u00e7a-feira (13) do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, a Portaria Conjunta n\u00ba 76 das Secretarias Especiais de Com\u00e9rcio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint) e da Receita Federal do Brasil (RFB), que apresenta novas regras sobre a concess\u00e3o, gest\u00e3o e controle dos regimes aduaneiros especiais de drawback suspens\u00e3o e isen\u00e7\u00e3o. Esses mecanismos permitem a desonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria de insumos aplicados na produ\u00e7\u00e3o de bens exportados, por v\u00e1rios segmentos da economia brasileira, como carne de aves e su\u00edna, min\u00e9rio de ferro, celulose, autom\u00f3veis e produtos qu\u00edmicos. No ano passado, 22% dos embarques ao exterior realizados pelo Brasil tiveram o apoio dos regimes em quest\u00e3o.<\/p>\n<p>A nova regulamenta\u00e7\u00e3o foi elaborada em atendimento \u00e0 determina\u00e7\u00e3o do Decreto n\u00ba 10.139\/2019, que prev\u00ea a necessidade de revis\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o de atos normativos inferiores a decreto. O regramento agora divulgado substitui duas normas antigas que estavam em vigor desde o ano de 2010.<\/p>\n<p>A principal novidade adotada na legisla\u00e7\u00e3o diz respeito \u00e0 permiss\u00e3o para que as micro e pequenas empresas optantes pelo Simples Nacional \u2013 com receita bruta anual de at\u00e9 R$ 4,8 milh\u00f5es \u2013 possam utilizar os regimes de drawback suspens\u00e3o e isen\u00e7\u00e3o, visando garantir a compra no exterior com suspens\u00e3o, isen\u00e7\u00e3o ou al\u00edquota zero de tributos incidentes sobre itens empregados ou consumidos em suas exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ao propiciar maior competitividade \u00e0s vendas externas de empresas menores, a medida procura estimular a participa\u00e7\u00e3o dessas firmas no com\u00e9rcio exterior brasileiro e aumentar a base exportadora do pa\u00eds. Estimativa realizada a partir de dados do Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) indica que a nova possibilidade de uso dos regimes de drawback poder\u00e1 beneficiar cerca de 1,5 milh\u00e3o de empresas industriais optantes pelo Simples Nacional.<\/p>\n<p>Outra inova\u00e7\u00e3o inclu\u00edda no normativo viabiliza a utiliza\u00e7\u00e3o do drawback isen\u00e7\u00e3o pelas empresas exportadoras de bens de capital de longo ciclo de fabrica\u00e7\u00e3o. Antes, esses exportadores, que costumam ter processos produtivos com prazos superiores a dois anos, somente podiam se beneficiar do drawback suspens\u00e3o.<\/p>\n<p>A portaria, que come\u00e7ar\u00e1 a produzir efeitos a partir do pr\u00f3ximo dia 1\u00ba de outubro, aprimora os requisitos de habilita\u00e7\u00e3o de empresas aos regimes de drawback, visando diminuir o risco de descumprimento do mecanismo por parte dos exportadores brasileiros. O ato normativo traz ainda disposi\u00e7\u00f5es que tratam da transpar\u00eancia, previsibilidade e seguran\u00e7a jur\u00eddica para a atua\u00e7\u00e3o dos operadores de com\u00e9rcio exterior, a exemplo da regra que esclarece sobre a importa\u00e7\u00e3o por conta e ordem de terceiros ao amparo do drawback suspens\u00e3o e isen\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foi publicada, na edi\u00e7\u00e3o desta ter\u00e7a-feira (13) do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, a Portaria Conjunta n\u00ba 76 das Secretarias Especiais de Com\u00e9rcio Exterior e Assuntos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":41249,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-41349","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41349","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=41349"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41349\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41351,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/41349\/revisions\/41351"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/41249"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=41349"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=41349"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=41349"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}