{"id":41238,"date":"2022-09-06T09:07:00","date_gmt":"2022-09-06T12:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=41238"},"modified":"2022-09-06T09:07:27","modified_gmt":"2022-09-06T12:07:27","slug":"paises-sul-americanos-realizam-maior-operacao-ribeirinha-multinacional","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/paises-sul-americanos-realizam-maior-operacao-ribeirinha-multinacional\/","title":{"rendered":"Pa\u00edses sul-americanos realizam maior opera\u00e7\u00e3o ribeirinha multinacional"},"content":{"rendered":"<p>A \u201cAcrux X\u201d, maior opera\u00e7\u00e3o ribeirinha multinacional, \u00e9 realizada na hidrovia Paraguai-Paran\u00e1, com a participa\u00e7\u00e3o das Marinhas do Brasil, Argentina e Uruguai. Bol\u00edvia e Paraguai est\u00e3o presentes como observadores. A opera\u00e7\u00e3o tem previs\u00e3o de t\u00e9rmino no dia 16 de setembro. Desde o in\u00edcio da miss\u00e3o, em 31 de julho, os navios percorrem o Rio Paraguai com a\u00e7\u00f5es de presen\u00e7a em Assun\u00e7\u00e3o, no Paraguai, Ros\u00e1rio e Corrientes, na Argentina, e Fray Bentos, no Uruguai.<\/p>\n<p>\u201cA opera\u00e7\u00e3o, de periodicidade bienal, tem como prop\u00f3sito adestrar os militares das Marinhas envolvidas na realiza\u00e7\u00e3o de uma opera\u00e7\u00e3o ribeirinha combinada, permitir o estreitamento dos la\u00e7os de amizade com os pa\u00edses vizinhos e a interoperabilidade entre as Marinhas participantes\u201d, explicou o Comandante da Flotilha de Mato Grosso, Capit\u00e3o de Mar e Guerra Guilherme Jos\u00e9 de Aguiar Ara\u00fajo.\u00a0<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o da cidade uruguaia Fray Bentos, a opera\u00e7\u00e3o contou com 450 militares distribu\u00eddos nos meios navais e a\u00e9reos da MB, dois navios e duas lanchas da Armada Argentina, dois navios e aeronaves da Armada Uruguaia e destacamentos de Fuzileiros uruguaios e argentinos.<\/p>\n<p>O destacamento de Fuzileiros Navais da MB realizou assalto ribeirinho nas proximidades de Fray Bentos. A a\u00e7\u00e3o, em conjunto com a Infantaria de Marinha da Armada Argentina, resultou na retomada do terreno conforme planejamento inicial. Durante o exerc\u00edcio, os navios do ComFlotMT permaneceram em apoio \u00e0s a\u00e7\u00f5es e atuaram como base de combate fluvial. Na opera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foram desenvolvidas a\u00e7\u00f5es de Controle de Tr\u00e1fego Fluvial, Evacua\u00e7\u00e3o Aerom\u00e9dica e Opera\u00e7\u00f5es Especiais.<\/p>\n<p>A Marinha do Brasil (MB) participa, nesta d\u00e9cima edi\u00e7\u00e3o, com 192 militares e com os navios Monitor \u201cParna\u00edba\u201d e Navio de Apoio Log\u00edstico Fluvial \u201cPotengi\u201d, subordinados ao Comando da Flotilha de Mato Grosso (ComFlotMT), uma aeronave do 1\u00ba Esquadr\u00e3o de Helic\u00f3pteros de Emprego Geral do Oeste e um destacamento de Fuzileiros Navais do 3\u00ba Batalh\u00e3o de Opera\u00e7\u00f5es Ribeirinhas.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Marinha de Not\u00edcias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A \u201cAcrux X\u201d, maior opera\u00e7\u00e3o ribeirinha multinacional, \u00e9 realizada na hidrovia Paraguai-Paran\u00e1, com a participa\u00e7\u00e3o das Marinhas do Brasil, Argentina e Uruguai. 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