{"id":41058,"date":"2022-08-26T09:47:49","date_gmt":"2022-08-26T12:47:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=41058"},"modified":"2022-08-26T09:48:31","modified_gmt":"2022-08-26T12:48:31","slug":"governo-facilita-producao-de-embarcacoes-para-exportacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/governo-facilita-producao-de-embarcacoes-para-exportacao\/","title":{"rendered":"Governo facilita produ\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es para exporta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>O governo alterou as regras dos regimes de drawback para a produ\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es, informou o Minist\u00e9rio da Economia nesta quinta-feira (25).<\/p>\n<p>Drawback \u00e9 um regime aduaneiro especial no qual a cobran\u00e7a de tributos \u00e9 suspensa ou eliminada quando s\u00e3o adquiridos insumos para a fabrica\u00e7\u00e3o de bens destinados ao mercado externo. \u00c9 uma forma de incentivo \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o que respondeu, no ano passado, por vendas de mais de US$ 61 bilh\u00f5es, segundo a pasta.<\/p>\n<p>Uma das altera\u00e7\u00f5es, de acordo com o Minist\u00e9rio da Economia, \u00e9 a possibilidade de uma embarca\u00e7\u00e3o, tanto para o segmento naval quanto para o n\u00e1utico, ser produzida utilizando o regime de drawback mesmo se o fabricante n\u00e3o tiver um comprador definido. At\u00e9 ent\u00e3o, era necess\u00e1rio apresentar c\u00f3pia do contrato de industrializa\u00e7\u00e3o para se enquadrar no drawback.<\/p>\n<p>\u201cOs produtos poder\u00e3o ser oferecidos no mercado praticamente \u00e0 pronta entrega, o que tende a contribuir para o dinamismo da ind\u00fastria local e dos servi\u00e7os vinculados ao turismo em territ\u00f3rio nacional\u201d, diz em nota o Minist\u00e9rio da Economia.<\/p>\n<p>Segundo a pasta, n\u00e3o h\u00e1 preju\u00edzo aos controles hoje exercidos pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex). A venda da embarca\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ocorrer dentro de um prazo previamente estabelecido e a opera\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ser comprovada perante \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel.<\/p>\n<p>A altera\u00e7\u00e3o consta da Portaria 208\/2022, publicada na edi\u00e7\u00e3o de hoje no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o.<br \/>\nTamb\u00e9m foram alteradas exig\u00eancias antes feitas a empresas comerciais exportadoras que utilizam o regime de drawback suspens\u00e3o. Elas ter\u00e3o o mesmo tratamento dispensado \u00e0s trading companies. \u201cPara encerrar o regime, nesses casos, ser\u00e1 necess\u00e1rio apenas vincular ao ato concess\u00f3rio de drawback o documento fiscal enviado pela ind\u00fastria para a empresa comercial exportadora, referente \u00e0 remessa da mercadoria\u201d, informa o Minist\u00e9rio da Economia.<\/p>\n<p>A portaria ainda adaptou as regras do drawback \u00e0 Lei do Ambiente de Neg\u00f3cios (14.195\/2021), que dispensou o uso de navios de bandeira brasileira no transporte de mercadorias que se utilizam de benef\u00edcios nos tributos cobrados na importa\u00e7\u00e3o. A norma do drawback j\u00e1 previa a dispensa desse requisito. Na portaria editada hoje, a previs\u00e3o de dispensa foi eliminada.<br \/>\nFonte: Valor<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo alterou as regras dos regimes de drawback para a produ\u00e7\u00e3o de embarca\u00e7\u00f5es, informou o Minist\u00e9rio da Economia nesta quinta-feira (25). 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