{"id":40902,"date":"2022-08-17T04:40:48","date_gmt":"2022-08-17T07:40:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=40902"},"modified":"2022-08-17T04:40:48","modified_gmt":"2022-08-17T07:40:48","slug":"movimentacao-de-soja-e-milho-no-arco-amazonico-cresce-1295-no-primeiro-semestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/movimentacao-de-soja-e-milho-no-arco-amazonico-cresce-1295-no-primeiro-semestre\/","title":{"rendered":"Movimenta\u00e7\u00e3o de soja e milho no Arco Amaz\u00f4nico cresce 12,95% no primeiro semestre"},"content":{"rendered":"<p>A regi\u00e3o do Arco Amaz\u00f4nico, que abrange toda a regi\u00e3o Norte e o Maranh\u00e3o, obteve crescimento de 12,95% na movimenta\u00e7\u00e3o de soja e milho no primeiro semestre de 2022, por meio de navega\u00e7\u00e3o por longo curso e cabotagem. Os dados s\u00e3o de levantamento da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Aquavi\u00e1rios (Antaq), divulgados nesta segunda-feira (15).<\/p>\n<p>Estrat\u00e9gica para o escoamento da produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e de alimentos para exporta\u00e7\u00e3o, a regi\u00e3o passou a ter market share de 51% do total movimentado de soja e milho, ultrapassando as regi\u00f5es sul e sudeste, segundo o levantamento. O Arco Amaz\u00f4nico tamb\u00e9m j\u00e1 \u00e9 reconhecido como um dos principais corredores log\u00edsticos com alto potencial de aumento da demanda.<\/p>\n<p>Considerando os terminais que movimentaram ao menos 1 milh\u00e3o de toneladas no per\u00edodo, os que se destacaram nas opera\u00e7\u00f5es s\u00e3o Vila do Conde &#8211; HBSA (+31,9%), Porto de Itaqui (+21,9%) e Ponta da Montanha (+7,33%), de acordo com o balan\u00e7o semestral. Os portos Vila do Conde e Ponta da Montanha s\u00e3o associados da ATP.<\/p>\n<p>O diretor-presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Terminais Portu\u00e1rios Privados (ATP), Murillo Barbosa, diz que os n\u00fameros mostram que a regi\u00e3o cada vez mais se consolida como polo de escoamento das commodities brasileiras. Atualmente, a regi\u00e3o possui 90 terminais privados e cinco portos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Por causa do potencial do Arco Amaz\u00f4nico, o presidente da ATP tamb\u00e9m defende a necessidade de aumento do calado na sa\u00edda da Barra Norte do Rio Amazonas. A regi\u00e3o \u00e9 rota de escoamento da safra de gr\u00e3os e de min\u00e9rio, principalmente do Centro-Oeste, e registra aumento anual do volume transportado, impulsionado pelos recordes na produ\u00e7\u00e3o de soja e milho.<\/p>\n<p>Barbosa lembrou que estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) atestaram a possibilidade do aumento do calado. \u201cTemos um quebra-molas que \u00e9 um arco lamoso na navega\u00e7\u00e3o pela Barra Norte. Pelos estudos da Coppe\/UFRJ, o aumento de calado para 12,50 metros \u00e9 vi\u00e1vel\u201d, afirmou o presidente da ATP. Segundo Barbosa, o ganho de calado permitiria um aumento de 20 cent\u00edmetros a mais de carga em um navio Panamax.<\/p>\n<p>Durante a apresenta\u00e7\u00e3o do balan\u00e7o semestral, o diretor-presidente da Antaq, Eduardo Nery, destacou que o n\u00famero de movimenta\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o \u00e9 \u201cbem representativo do quanto a regi\u00e3o amaz\u00f4nica tem protagonismo, principalmente de graneis s\u00f3lidos minerais e vegetais\u201d. De acordo com ele, \u201c\u00e9 muito evidente o desenvolvimento do arco em termos log\u00edsticos\u201d.<\/p>\n<p>\u201cEste semestre foi uma marca hist\u00f3rica que o arco apresenta com movimenta\u00e7\u00e3o inclusive maior que a de cargas que escoam pelos portos da regi\u00e3o sul e sudeste. \u00c9 claro que ali n\u00e3o \u00e9 toda movimenta\u00e7\u00e3o de carga. Tem um transbordo, e isso tem que ser considerado, mas j\u00e1 mostra o qu\u00e3o importante vem sendo o arco nessa linha de escoamento\u201d, disse Nery.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A regi\u00e3o do Arco Amaz\u00f4nico, que abrange toda a regi\u00e3o Norte e o Maranh\u00e3o, obteve crescimento de 12,95% na movimenta\u00e7\u00e3o de soja e milho no&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":40903,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-40902","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40902","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=40902"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40902\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":40904,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/40902\/revisions\/40904"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/40903"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=40902"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=40902"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=40902"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}