{"id":37984,"date":"2022-02-22T08:07:36","date_gmt":"2022-02-22T11:07:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=37984"},"modified":"2022-02-22T08:23:52","modified_gmt":"2022-02-22T11:23:52","slug":"incendios-sao-uma-das-maiores-questoes-de-seguranca-para-a-industria-maritima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/incendios-sao-uma-das-maiores-questoes-de-seguranca-para-a-industria-maritima\/","title":{"rendered":"Inc\u00eandios s\u00e3o uma das maiores quest\u00f5es de seguran\u00e7a para a ind\u00fastria mar\u00edtima"},"content":{"rendered":"<p>Embora as perdas na navega\u00e7\u00e3o tenham diminu\u00eddo pela metade na \u00faltima d\u00e9cada, os inc\u00eandios a bordo dos navios continuam entre os maiores problemas de seguran\u00e7a para a ind\u00fastria mar\u00edtima, como demonstrado pelos incidentes desta semana envolvendo o navio ro-ro &#8220;Felicity Ace cargo&#8221;, que pegou fogo no Atl\u00e2ntico enquanto transportava milhares de carros e o inc\u00eandio do ferry de passageiros Euroferry Olympia ao largo da costa da Gr\u00e9cia.<\/p>\n<p>An\u00e1lise do relat\u00f3rio anual da Allianz Global Corporate &#038; Specialty (AGCS), Safety &#038; Shipping Review, mostra que o n\u00famero de inc\u00eandios a bordo de grandes embarca\u00e7\u00f5es aumentou significativamente nos \u00faltimos anos. Houve um recorde de 40 incidentes com inc\u00eandios relacionados \u00e0 carga somente em 2019 ou um a cada dez dias. Em todos os tipos de embarca\u00e7\u00f5es, o n\u00famero de inc\u00eandios\/explos\u00f5es que resultam em perdas totais foi de 10 incidentes no final de 2020 \u2014 representando cerca de uma em cada cinco perdas totais em todo o mundo.<\/p>\n<p>&#8220;A ind\u00fastria naval viu seu hist\u00f3rico de seguran\u00e7a melhorar significativamente durante a \u00faltima d\u00e9cada com o n\u00famero de perdas totais agora em m\u00ednimos hist\u00f3ricos&#8221;, diz o Rahul Khanna, diretor global de Consultoria de Risco Marine da AGCS. &#8220;No entanto, inc\u00eandios em porta-avi\u00f5es, balsas roll-on\/roll-off e navios porta-cont\u00eaineres, entre outros, continuam como as principais preocupa\u00e7\u00f5es do setor, como demonstrado pelo recente aumento de incidentes&#8221;, afirma o executivo.<\/p>\n<p>Os navios de carga s\u00e3o respons\u00e1veis por 40% das perdas totais na \u00faltima d\u00e9cada, 348 de um total de 876. Os navios de passageiros\/cruzeiro representam menos de 10%, ou 69 de 876.<\/p>\n<p>Inc\u00eandios a bordo de navios s\u00e3o a quinta maior causa de incidentes de navega\u00e7\u00e3o em todo o mundo. Segundo o relat\u00f3rio da Allianz, houve mais de 1,7 mil incidentes reportados na \u00faltima d\u00e9cada em todos os tipos de navios, o que representa cerca de 7% desses incidentes.<\/p>\n<p>Os inc\u00eandios de navios muitas vezes come\u00e7am em cont\u00eaineres, o que pode ser o resultado de n\u00e3o-declara\u00e7\u00e3o ou declara\u00e7\u00e3o incorreta de cargas perigosas, tais como produtos qu\u00edmicos e baterias. Quando mal declaradas, estas podem ser inadequadamente embaladas e estivadas a bordo, o que pode resultar em igni\u00e7\u00e3o e\/ou complicar a detec\u00e7\u00e3o e combate a inc\u00eandios. Quanto maior o n\u00famero de cont\u00eaineres a bordo, maior a probabilidade de que pelo menos um possa inflamar e causar um inc\u00eandio.<\/p>\n<p>Outro fator que contribui \u00e9 a capacidade de detec\u00e7\u00e3o e combate a inc\u00eandios em rela\u00e7\u00e3o ao tamanho da embarca\u00e7\u00e3o. As embarca\u00e7\u00f5es ficam cada vez maiores a cada ano e grandes incidentes t\u00eam mostrado que inc\u00eandios podem facilmente sair de controle e resultar no abandono da embarca\u00e7\u00e3o pela tripula\u00e7\u00e3o por motivos de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora as perdas na navega\u00e7\u00e3o tenham diminu\u00eddo pela metade na \u00faltima d\u00e9cada, os inc\u00eandios a bordo dos navios continuam entre os maiores problemas de seguran\u00e7a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":37985,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-37984","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37984","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37984"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37984\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37993,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37984\/revisions\/37993"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37985"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37984"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37984"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37984"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}