{"id":37958,"date":"2022-02-17T08:30:36","date_gmt":"2022-02-17T11:30:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=37958"},"modified":"2022-02-16T18:14:17","modified_gmt":"2022-02-16T21:14:17","slug":"japao-coloca-em-operacao-primeiro-navio-de-carga-automatico-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/japao-coloca-em-operacao-primeiro-navio-de-carga-automatico-do-mundo\/","title":{"rendered":"JAP\u00c3O COLOCA EM OPERA\u00c7\u00c3O PRIMEIRO NAVIO DE CARGA AUTOM\u00c1TICO DO MUNDO"},"content":{"rendered":"<p>Os dois primeiros navios porta-cont\u00eaineres totalmente aut\u00f4nomos do mundo come\u00e7aram a operar no Jap\u00e3o. A tecnologia \u00e9 resultado de uma parceria entre a institui\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos Nippon Foundation e as empresas de carregamento Mitsui Lines e Japan Railway Construction. O objetivo \u00e9 avan\u00e7ar na constru\u00e7\u00e3o e testagem de navios e balsas de carga aut\u00f4nomos, al\u00e9m de caminh\u00f5es anf\u00edbios.<\/p>\n<p>As organiza\u00e7\u00f5es esperam que a tecnologia possa ajudar o com\u00e9rcio de carregamentos a se manter forte no futuro, levando em conta as dificuldades que o Jap\u00e3o tem enfrentado para manter sua produtividade, enquanto a popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds envelhece.<\/p>\n<p>Uma das embarca\u00e7\u00f5es, a Mikage, com 95 metros, foi o primeiro navio de carga autom\u00e1tico a ser testado. A embarca\u00e7\u00e3o saiu do Porto de Tsuruga, no Mar do Jap\u00e3o, no fim de janeiro, e viajou 161 milhas n\u00e1uticas (298,17Km) at\u00e9 o Porto de Sakai, perto de Osaka, usando um sistema de sensores por radar, c\u00e2meras e direcionamento por sat\u00e9lite para navegar.<\/p>\n<p>O Mikage chegou a ancorar sozinho no fim de sua viagem, usando drones para lan\u00e7ar as cordas aos trabalhadores do Porto que estavam esperando para prender o navio.  A Mitsui Lines testou seu segundo navio autom\u00e1tico, apelidado de Suzaku, numa viagem entre a Ba\u00eda de T\u00f3quio e a Ba\u00eda de Ise, ocorrida no dia 5 de Fevereiro, segundo informa\u00e7\u00f5es do The Quartz.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio de testes anteriores com embarca\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas, como o do navio Noruegu\u00eas Yara Birkeland, as embarca\u00e7\u00f5es japonesas s\u00e3o as primeiras a serem consideradas como totalmente autom\u00e1ticas. Isso porque o navio noruegu\u00eas fez sua viagem de inaugura\u00e7\u00e3o, em novembro do ano passado, com uma equipe humana a bordo.<\/p>\n<p><strong>As embarca\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas s\u00e3o o futuro da navega\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o site da \u2018Nippon Foundation\u2019, a ind\u00fastria de navega\u00e7\u00e3o costeira do Jap\u00e3o identificou como urgente a necessidade de \u201creduzir requisitos de m\u00e3o de obra levando em conta uma for\u00e7a de trabalho mar\u00edtima que est\u00e1 envelhecendo e diminuindo\u201d.<\/p>\n<p>O The Quartz destaca, no entanto, que grandes companhias internacionais de navega\u00e7\u00e3o ainda n\u00e3o est\u00e3o totalmente convencidas sobre o uso dos navios autom\u00e1ticos. A an\u00e1lise destaca que as empresas de navega\u00e7\u00e3o podem se beneficiar mais do investimento em efici\u00eancia para controle de suas embarca\u00e7\u00f5es do que automatizando toda sua for\u00e7a de trabalho.<\/p>\n<p>O CEO da gigante Maersk, S\u00f8ren Skou, j\u00e1 disse \u00e0 Bloomberg, sobre o tema, que acha improv\u00e1vel que a tecnologia se torne predominante no setor. \u201cMesmo se a tecnologia evoluir, n\u00e3o acho que ser\u00e1 permitido navegar com navios de 400 metros, pesando 200.000 toneladas sem nenhum ser humano a bordo. N\u00e3o acho que ser\u00e1 um sin\u00f4nimo de efici\u00eancia, n\u00e3o no meu tempo.\u201d<\/p>\n<p>Fonte: \u00c9poca Neg\u00f3cios<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dois primeiros navios porta-cont\u00eaineres totalmente aut\u00f4nomos do mundo come\u00e7aram a operar no Jap\u00e3o. A tecnologia \u00e9 resultado de uma parceria entre a institui\u00e7\u00e3o sem&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":37959,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-37958","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37958","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37958"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37958\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37960,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37958\/revisions\/37960"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37959"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37958"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37958"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37958"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}