{"id":37807,"date":"2022-02-08T08:30:03","date_gmt":"2022-02-08T11:30:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=37807"},"modified":"2022-02-08T00:24:39","modified_gmt":"2022-02-08T03:24:39","slug":"valor-da-cesta-basica-aumenta-em-16-das-17-capitais-diz-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/valor-da-cesta-basica-aumenta-em-16-das-17-capitais-diz-dieese\/","title":{"rendered":"Valor da cesta b\u00e1sica aumenta em 16 das 17 capitais, diz Dieese"},"content":{"rendered":"<p>O valor da cesta b\u00e1sica aumentou em 16 capitais em janeiro deste ano. A Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), analisou 17 capitais. Bras\u00edlia  (6,36%),  Aracaju  (6,23%),  Jo\u00e3o  Pessoa  (5,45%), Fortaleza  (4,89%)  e  Goi\u00e2nia  (4,63%) tiveram as altas mais expressivas na varia\u00e7\u00e3o mensal.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo, por sua vez, tem a cesta mais cara: R$ 713,86. Em seguida est\u00e3o as cidades de Florian\u00f3polis (R$ 695,59),  Rio de Janeiro (R$ 692,83), Vit\u00f3ria (R$ 677,54) e Porto Alegre (R$ 673). Entre as cidades do Norte e Nordeste, que tem uma composi\u00e7\u00e3o da cesta diferente, o custo mais barato foi observado em Aracaju, cujo valor ficou em R$ 507,82; Jo\u00e3o pessoa, R$ 538,65; e Salvador, 540,01.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano passado, as maiores altas acumuladas foram registradas em Natal (21,25%), Recife (14,52%), Jo\u00e3o Pessoa (14,15%) e Campo Grande (14,08%).  <\/p>\n<p><strong>Peso no or\u00e7amento<\/strong><br \/>\nA partir desse levantamento, o Dieese calcula quanto deveria ser o sal\u00e1rio m\u00ednimo para a manuten\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia de quatro pessoas com base no custo da cesta mais cara. Em janeiro de 2022, o valor deveria ser de R$ 5.997,14, o que equivale a 4,95 vezes o valor do m\u00ednimo de R$ 1.212.<\/p>\n<p>O departamento tamb\u00e9m calcula o tempo m\u00e9dio necess\u00e1rio para adquirir os produtos da cesta b\u00e1sica. Em janeiro de 2022, a jornada foi 112 horas e 20 minutos. No m\u00eas anterior, o tempo necess\u00e1rio era de 119 horas e 53 minutos.<\/p>\n<p><strong>Alimentos<\/strong><br \/>\nEntre os destaques no levantamento deste m\u00eas, o pre\u00e7o do quilo do caf\u00e9 em p\u00f3 subiu em todas as capitais analisadas na compara\u00e7\u00e3o com dezembro. Segundo o Dieese, \u201ca expectativa de quebra da safra 2022\/2023 e os menores estoques globais de caf\u00e9 elevaram tanto os pre\u00e7os internacionais quanto os pre\u00e7os internos\u201d.  <\/p>\n<p>O a\u00e7\u00facar tamb\u00e9m ficou em destaque, com o valor do quilo mais alto em 15 capitais. Em Bras\u00edlia, o custo do produto ficou 4,66% mais alto. Apenas Florian\u00f3polis e Porto Alegre tiveram queda, de 1,09% e 0,22%, respectivamente. A entressafra \u00e9 a justificativa para o aumento dos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>O \u00f3leo de soja ficou mais caro em 15 capitais, apenas Vit\u00f3ria e Aracaju tiveram baixa no pre\u00e7o. Em Bel\u00e9m, que teve a maior varia\u00e7\u00e3o, o custo do alimento aumentou 5,99%. O Dieese aponta que o clima pode afetar a soja no Brasil e que tamb\u00e9m h\u00e1 muita procura externa pelo gr\u00e3o e pelo \u00f3leo bruto.<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia ficou por conta da redu\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do arroz agulhinha e do feij\u00e3o. O pre\u00e7o do arroz recuou em 16 das 17 capitais pesquisadas. Em Vit\u00f3ria, no Esp\u00edrito Santo, a queda alcan\u00e7ou 9,87%. No caso do feij\u00e3o, o custo ficou mais barato em 12 capitais. \u201cPara o tipo  carioquinha, pesquisado no Norte, Nordeste, Centro-Oeste, em Belo Horizonte e S\u00e3o  Paulo, as  retra\u00e7\u00f5es oscilaram entre -8,44%,  na capital mineira, e -0,29%, em Aracaju\u201d, diz a nota do Dieese.<\/p>\n<p>Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O valor da cesta b\u00e1sica aumentou em 16 capitais em janeiro deste ano. A Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica de Alimentos, do Departamento Intersindical de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":37808,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-37807","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37807","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37807"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37807\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37809,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37807\/revisions\/37809"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37808"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37807"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37807"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37807"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}