{"id":37795,"date":"2022-02-07T08:30:30","date_gmt":"2022-02-07T11:30:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=37795"},"modified":"2022-02-07T00:26:34","modified_gmt":"2022-02-07T03:26:34","slug":"apoio-maritimo-fechou-2021-com-92-da-frota-com-bandeira-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/apoio-maritimo-fechou-2021-com-92-da-frota-com-bandeira-brasileira\/","title":{"rendered":"APOIO MAR\u00cdTIMO FECHOU 2021 COM 92% DA FROTA COM BANDEIRA BRASILEIRA"},"content":{"rendered":"<p>A frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras totalizava, ao final de dezembro, 393 embarca\u00e7\u00f5es, sendo 361 de bandeira brasileira e 32 de bandeiras estrangeiras. Foram acrescentadas 19 embarca\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2020, quando havia 374 embarca\u00e7\u00f5es, das quais 336 de bandeira brasileira e 38 de bandeira estrangeira. Em rela\u00e7\u00e3o a novembro, a frota fechou 2021 com dois barcos de apoio a mais. Com esses n\u00fameros, a frota no Brasil chegou a 92% dos barcos de bandeira nacional e 8% de outras bandeiras, segundo o relat\u00f3rio mensal da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Apoio Mar\u00edtimo (Abeam).<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2015, quando a crise do setor de petr\u00f3leo afetou fortemente o segmento de apoio offshore, foram desmobilizadas 173 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira estrangeira e acrescentadas 98 de bandeira brasileira. Cerca de 56 embarca\u00e7\u00f5es, originalmente de bandeira estrangeira, tiveram suas bandeiras trocadas para bandeira brasileira.<\/p>\n<p>De acordo com a publica\u00e7\u00e3o, a frota nesse per\u00edodo era composta por 46% de PSVs (transporte de suprimentos) e OSRVs (combate a derramamento de \u00f3leo), totalizando 179 barcos. Outros 20% eram LH (manuseio de linhas e amarra\u00e7\u00f5es) e SVs (mini supridores), que correspondem 77 barcos.<\/p>\n<p>Os AHTS (manuseio de \u00e2ncoras) somaram 48 unidades no per\u00edodo, enquanto 23 barcos de apoio eram FSVs (supridores de cargas r\u00e1pidas) e crew boats (transporte de tripulantes), 17 PLSVs (lan\u00e7amento de linhas) e 16 RSVs (embarca\u00e7\u00f5es equipadas com rob\u00f4s). Nem todas as unidades est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o, pois o relat\u00f3rio inclui embarca\u00e7\u00f5es que podem ou n\u00e3o estar amparadas por contratos, estar no mercado spot, em manuten\u00e7\u00e3o ou mesmo fora de opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A Bram Offshore\/Alfanave continua a empresa de navega\u00e7\u00e3o com mais embarca\u00e7\u00f5es, em opera\u00e7\u00e3o ou aguardando contrata\u00e7\u00e3o, com 58 unidades (apenas duas estrangeiras), seguida pela Starnav, com 41 barcos de pavilh\u00e3o nacional e pela CBO, que totalizou 40 barcos de apoio, todas de bandeira brasileira.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, 28 embarca\u00e7\u00f5es faziam parte da frota da Oceanpact, das quais 26 eram de bandeira brasileira e duas estrangeiras. A DOF\/Norskan, com 23 barcos de apoio (17 de bandeira brasileira e seis estrangeiras), e a Wilson Sons Ultratug, com 23 embarca\u00e7\u00f5es de bandeira brasileira, aparecem na sequ\u00eancia. J\u00e1 a Tranship tinha nesse per\u00edodo 21 unidades em sua frota, todas de bandeira brasileira.<\/p>\n<p>A frota da Bram\/Alfanave, segundo o relat\u00f3rio, conta com 40 PSVs\/OSRVs, nove AHTS, dois PLSVs, dois RSVs, entre outras embarca\u00e7\u00f5es. A CBO \u00e9 a empresa de apoio offshore que, em novembro, tinha mais AHTS: 14 embarca\u00e7\u00f5es desse tipo. A Tranship foi a empresa no per\u00edodo com mais embarca\u00e7\u00f5es LH\/SV: 20 unidades. Confira abaixo a quantidade e os tipos de embarca\u00e7\u00f5es da frota de cada empresa, entre as associadas Abeam.<\/p>\n<p>Fonte: Portos e Navios <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A frota de apoio mar\u00edtimo em \u00e1guas jurisdicionais brasileiras totalizava, ao final de dezembro, 393 embarca\u00e7\u00f5es, sendo 361 de bandeira brasileira e 32 de bandeiras&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1527,"featured_media":37796,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-37795","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37795","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1527"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=37795"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37795\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":37797,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/37795\/revisions\/37797"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/37796"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=37795"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=37795"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=37795"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}