{"id":3753,"date":"2014-02-21T11:10:40","date_gmt":"2014-02-21T14:10:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sincomam.org.br\/?p=3753"},"modified":"2014-02-21T11:21:46","modified_gmt":"2014-02-21T14:21:46","slug":"terminais-planejam-ir-a-justica-contra-novas-licitacoes-em-santos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/terminais-planejam-ir-a-justica-contra-novas-licitacoes-em-santos\/","title":{"rendered":"Terminais planejam ir \u00e0 Justi\u00e7a contra novas licita\u00e7\u00f5es em Santos"},"content":{"rendered":"<p>Empresas portu\u00e1rias com contratos vencidos ou prestes a vencer &#8211; os chamados pr\u00e9-1993 &#8211; pretendem ir \u00e0 Justi\u00e7a pedir a suspens\u00e3o das licita\u00e7\u00f5es quando os editais das \u00e1reas onde operam forem lan\u00e7ados. Elas querem se manter onde est\u00e3o e alegam que tiveram o direito de adapta\u00e7\u00e3o dos contratos sonegado na reforma portu\u00e1ria.<\/p>\n<p>O pleito ser\u00e1 para que o governo federal adapte os contratos \u00e0 antiga Lei dos Portos, de 1993, pelo prazo de 25 anos prorrog\u00e1veis por mais 25 anos, descontado o tempo decorrido at\u00e9 1993. A recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Terminais Portu\u00e1rios (ABTP).<\/p>\n<p>Nem todas as associadas devem levar a estrat\u00e9gia adiante, mas o Valor confirmou que pelo menos duas empresas que atuam no porto de Santos j\u00e1 se preparam para tanto. A medida deve ser seguida por terminais de outros portos assim que o governo lan\u00e7ar as licita\u00e7\u00f5es de novos arrendamentos, complicando ainda mais o j\u00e1 atrasado pacote portu\u00e1rio lan\u00e7ado por Bras\u00edlia no ano passado. O primeiro bloco do pacote de arrendamentos inclui 29 \u00e1reas no porto de Santos e em cinco portos do Par\u00e1. As minutas dos editais ainda est\u00e3o em an\u00e1lise no Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU). O governo pretende lan\u00e7\u00e1-los ainda em mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Enquanto isso, os terminais mant\u00eam as portas abertas por meio de liminares ou contratos emergenciais. Em Santos h\u00e1 nove contratos vencidos e outros cinco a vencer at\u00e9 o fim do ano.<\/p>\n<p>Os arrendat\u00e1rios dessas \u00e1reas &#8220;antigas&#8221; dizem que tinham direito \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o de seus contratos ao ent\u00e3o novo marco regulat\u00f3rio do setor, promulgado em 1993. A adapta\u00e7\u00e3o previa a compatibiliza\u00e7\u00e3o do tempo de explora\u00e7\u00e3o aos novos prazos, o que n\u00e3o teria acontecido. At\u00e9 1993, a explora\u00e7\u00e3o de \u00e1reas nos portos pela iniciativa privada se dava por meio de contratos de alugu\u00e9is firmados sem necessidade de pr\u00e9via licita\u00e7\u00e3o. Eram instrumentos v\u00e1lidos geralmente por dez anos e que eram sucessivamente renovados. A Lei dos Portos de 1993 estabeleceu prazo m\u00e1ximo de explora\u00e7\u00e3o de 25 anos prorrog\u00e1veis por igual per\u00edodo e por uma \u00fanica vez.<\/p>\n<p>Na tramita\u00e7\u00e3o da reforma portu\u00e1ria do ano passado, que revogou a lei de 1993, as empresas quase conseguiram uma sobrevida por mais alguns anos, mas a possibilidade foi vetada na edi\u00e7\u00e3o da nova Lei dos Portos (12.815), promulgada em junho. O governo federal entendeu que n\u00e3o existia arcabou\u00e7o jur\u00eddico para renovar algo que n\u00e3o foi objeto de licita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Dos nove terminais de Santos com prazos esgotados, quatro est\u00e3o sem movimenta\u00e7\u00e3o. Dos cinco que expiram neste ano, tr\u00eas pretendem entrar na Justi\u00e7a para manter as portas abertas at\u00e9 o fim das licita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Fonte: Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresas portu\u00e1rias com contratos vencidos ou prestes a vencer &#8211; os chamados pr\u00e9-1993 &#8211; pretendem ir \u00e0 Justi\u00e7a pedir a suspens\u00e3o das licita\u00e7\u00f5es quando os&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1182,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[65,145,533,89,532],"class_list":["post-3753","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias","tag-empresas","tag-justica","tag-portuarias","tag-santos","tag-terminais"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3753","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1182"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3753"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3753\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3754,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3753\/revisions\/3754"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3753"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3753"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sincomam.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3753"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}